A menos de meia hora da reunião que decidiu o destino da então chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, o presidente Luiz Inacio Lula da Silva recebeu o iG para uma entrevista exclusiva e foi taxativo: "Quando a gente está na máquina pública, não tem o direito de errar", disse. "E se errar, a gente tem de pagar".
Lula, no entanto, ressaltou os grandes serviços que ela prestou ao governo e ao País e lembrou da sua importância na elaboração do marco regulatório da energia elétrica. O presidente também disse que no seu governo a única forma de alguém não ser investigado é não cometer nenhum erro.
Mas frisou que em casos de denúncias, como o que levou ao pedido de demissão da ministra, procura fazer a distinção entre o que é fato e o que é ilação das manchetes de jornais.
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