quinta-feira, 9 de setembro de 2010

MARCELO NERI, FGV: queda inédita de desigualdade

Outra vantagem é olhar a distribuição dos frutos do crescimento. Neste aspecto a renda dos 40% mais pobres cresceu 3,15% no último ano contra 1,09 dos 10% mais ricos brasileiros dando sequência a uma queda inédita de desigualdade que percorreu todos os anos desta década que se encerra nesta Pnad.
Além de um crescimento maior da Pnad e reconhecido como pró-pobre, o crescimento se dá para o período 2003 a 2009 com taxas de crescimento da renda do trabalho em níveis equivalentes ao da renda de todas as fontes, o que confere alguma sustentabilidade ao processo e, mais do que isso, um caráter simbólico. Existem poucos símbolos de prosperidade do que a multiplicação das carteiras de trabalho.
Nesta semana lançaremos nova pesquisa sobre a nova classe média brasileira.

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