luisnassif, dom, 26/09/2010 - 09:41
No pacto dos jornalões de 2005, um dos aspectos mais ostensivos foi o da chamada troca de chumbos, tipos "eu-te-elogio-você-me-elogia". Julgando-se donos do processo de construção de reputações, deram partida a um processo inédito de louvações cruzadas. Cada livro lançado por um membro do grupo recebe toda a visibilidade possível dos demais veículos do pacto.
No caso do livro do Merval, resenhas nos cadernos de política do Estadão e da Folha, provavelmente entrevistas na Globonews, na CBN, em O Globo, claro. O mesmo foi feito com as obras primas de Kamel, Sabino, Otávio, e do escalão inferior do pacto, Magnoli, Azevedo e Mainardi. Todos gênios prontos a dominar não apenas o cenário político mas o panteão dos grandes pensadores brasileiros.
Ainda bem que Carlos Eduardo Lins da Silva aceita a incumbência, mas não vende a alma. Ao não dizer nada, sua resenha diz tudo
domingo, 26 de setembro de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário