segunda-feira, 16 de agosto de 2010

JOSÉ DIRCEU DENUNCIA CAMPANHA DOS JORNAIS, QUE VIRARAM CABOS ELEITORAIS

BLOG DO ZÉ


Jornais - DEMOTUCANOS, PARTIDO DA IMPRENSA GOLPISTA, PIG - em campanha


Já são favas contadas, todos sabem e podem comprovar... Já são favas contadas, todos sabem e podem comprovar diariamente, o papel de cabo eleitoral pró-oposição que os jornais - Folha, Estadão e O Globo à frente - ocupam este ano , de forma explícita e escancarada, embora jamais admitam que têm lado, partido e candidato.

Basta ler seus editoriais, acompanhar suas matérias (editorializadas) para notar a estreita ligação entre a pauta da imprensa e as declarações de José Serra (PSDB-DEM-PPS) - e vice e versa - o candidato sem programa, nem discurso, muito menos rumo para o país.

A José Serra resta o trabalho desses profissionais que nas redações dos jornalões dedicam-se a tornar públicas suas críticas e declarações. Não importa se elas são absurdas, muito menos se já de antemão nascem mentirosas.

"Contestômetro"

Sem falar dos factóides já criados, sem prova alguma, em descrédito exatamente por isso. Com afinco, esses profissionais realizam o trabalho de registrar declarações e pronunciamentos de nossa candidata Dilma Rousseff (governo-PT-partidos aliados) e divulgá-los sob enfoque negativo e que favoreça a Serra.

Agora, a pauta da vez, é a que vem sendo chamado de "contestômetro" ou "máquina de ministérios". Chamam assim o obrigatório esclarecimento à população brasileira, por parte dos órgãos públicos atacados pelo tucano, os números reais e a verdade dos fatos que a oposição e a grande mídia tentam deturpar.

Uma reação obrigatória, óbvia frente aos dados incorretos e as mentiras propaladas por Serra e que é possível através dos portais e sites, porque se dependêssemos dos jornalões...
razões do apelo do presidente
Publicado em 16-Ago-2010
Não foi à toa a manifestação de agradecimento do presidente...
Não foi à toa a manifestação de agradecimento do presidente Lula e o seu pedido aos internautas no fim de semana de apoio a Dilma Rousseff. Não se trata, apenas de uma questão eleitoral, mas da necessidade de mantermos a informação livre, democrática e, sobretudo, plural.

A democracia é uma construção coletiva e caminha no sentido contrário ao dos privilégios que hoje detem os veículos da mídia, verdadeiros partidos políticos na defesa de seus interesses. Vocês viram os resultados da pesquisa Datafolha deste fim de semana. Dilma está na frente, lidera todas as sondagens eleitorais e por motivos óbvios, a sociedade brasileira quer a continuidade do atual governo e aprova o que o presidente Lula e sua equipe fizeram pelo Brasil.

Sentiu no bolso a mudança da qualidade de vida, a distribuição de renda, as novas oportunidades e o papel que ocupamos hoje no cenário internacional. A partir de agora, vai aumentar, portanto, contra nós e nossa candidata presidencial, a reação da grande mídia, que infelizmente optou por ser cabo eleitoral de Serra ao invés de cumprir sua missão e exercer o que ela tanto apregoa, a liberdade de imprensa.

Fiquemos atentos. O que estamos presenciando diariamente, esses sinais de desespero de uma oposição sem programas e sem rumos para o país vão aumentar, porque a imprensa a cada dia percebe que os brasileiros não são mais massa de manobra


Compra de línguas de trapo

Publicado em 16-Ago-2010
Na vale-tudo da mídia desesperada temos de tudo...
Na vale-tudo em que a mídia se atirou em seu desespero temos de tudo. Atiram contra a Petrobras e o BNDES; a política externa; uma capa da Época e sua principal matéria dessa semana com Dilma Rousseff em mais um esforço para associá-la à luta armada - tema mais do que explicado; e o Tribunal de Contas da União (TCU) e o Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre (DNIT).

Neste último caso, limitam-se a uma estranha auditoria do TCU sobre o DNIT que só envolve os anos do governo Lula. O órgão foi criado (mas não funcionava) pelos tucanos no governo FHC/Serra. E criado para substituir o Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER), envolvido em denúncias constantes de irregularidades quando dirigido por eles.

No caso da Petrobras - que o tucanato tentou privatizar - prestem atenção, porque além do interesse político-eleitoral, há o de mercado, a especulação, o que poderá levar o presidente a adiar a capitalização da estatal para depois das eleições.

O caso dos dois personagens-denunciantes de matéria da VEJA dessa semana sobre dossiês, o da Previ, Gerardo Santiago, e Wagner Cinchetto (um dos fundadores da Força sindical) está cheirando a compra de língua de trapo.

Pior é que todas as denúncias de Cinchetto são contra tucanos, contra o candidato José Serra (PSDB-DEM-PPS) e um dos principais aliados do PSDB no passado, o falecido senador Antônio Carlos Magalhães (DEM-BA). Percebe-se que são denúncias sem nada de novo. Está claro que estão comprando denunciantes e aplicando vacinas - vacinando-se contra o que pode surgir no futuro.


Fabricação de polêmica que não existe

O Estadão continua a cumprir seu papel de quinta coluna e lesa pátria no caso da Organização Mundial do Comércio (OMC) e seu pedido ao governo brasileiro de relatório rotineiro sobre as políticas de financiamento do BNDES às empresas e ao desenvolvimento nacional. Em seu principal editorial do domingo (Notas&Informações) aplaude a OMC por pressionar - é a linha como ele conduz o texto - o governo brasileiro a enquadrar o banco para agir dentro do que o jornal quer.



Guido MantegaO Estadão continua a cumprir seu papel de quinta coluna e lesa pátria no caso da Organização Mundial do Comércio (OMC) e seu pedido ao governo brasileiro de relatório rotineiro sobre as políticas de financiamento do BNDES às empresas e ao desenvolvimento nacional.

Em seu principal editorial do domingo (Notas&Informações) aplaude a OMC por pressionar - é a linha como ele conduz o texto - o governo brasileiro a enquadrar o banco para agir dentro do que o jornal quer.

O pretexto para manutenção do assunto em pauta no fim de semana foi o lucro do BNDES no 1º semestre, que teve uma alta de 408,6%. O aumento, segundo o próprio banco, deve-se à melhoria das condições de mercado, o que possibilitou operações de giro da carteira com a venda de ações.

O jornal insiste num engodo porque a 1ª matéria a respeito publicada na 6ª feira já dizia que é praxe a OMC pedir esse documento. Ela pede também esclarecimentos a todos os países que têm bancos de fomento e adotam políticas semelhantes às do BNDES em todo o mundo). Tanto que o governo brasileiro o encaminhará provando que o banco age dentro da lei.

A matéria da 6ª tem uma clara forçada de barra dizendo que alguns países querem pressionar a OMC a cobrar do Brasil esclarecimentos mais detalhados sobre as políticas do BNDES. Mas não diz quais. Transforma, também, a determinação do ministro da Fazenda Guido Mantega ao Banco, para que elabore o documento, em auditoria e investigação que o próprio BNDES nega

As diferentes

versões de

uma notícia

Os menos informados podem pensar que são notícias ... Os menos informados podem pensar que são notícias sobre companhias diferentes, ou mesmo que um dos veículos errou ao dar a notícia sobre a Petrobras, que anunciou seu resultado no segundo trimestre, com lucro de R$ 8,295 bilhões, incremento de 7% em relação ao primeiro trimestre de 2010 (R$ 7,726 bi). Enquanto a agência Reuters informou “Lucro da Petrobras no 2o trimestre fica acima do esperado”, relatando que o bom desempenho da economia brasileira elevou as vendas no mercado local e impulsionou os ganhos da petroleira, advinhem qual é o título que a Folha de S. Paulo deu para a mesma notícia, em chamada de primeira página do jornal?

“Petrobras tem o 2º pior resultado entre petrolíferas”. É isso mesmo. Para não dar crédito ao bom desempenho da economia brasileira, a Folha noticiou o resultado trimestral da estatal informando (ou seria desinformando a melhor definição?) que a “Petrobras foi a que menos lucrou no segundo trimestre, com exceção da BP, que teve prejuízo devido ao vazamento no golfo do México”.

Nossa estatal teve receita líquida de R$ 53,6 bilhões no segundo trimestre, um acréscimo de 6% na comparação com o resultado do primeiro trimestre de 2010. No semestre, foi de R$ 104 bilhões, 19% a mais do que os R$ 87,2 bilhões do primeiro semestre de 2009. Os investimentos da Petrobras nos seis primeiros meses de 2010 totalizaram R$ 38,1 bilhões, 17% a mais do que o registrado em igual período de 2009. Será que esses números incomodam a mídia brasileira?

Campanha contra a Petrobras visa pré-sal

Vale a pena ler a manifestação contundente publicada... Vale a pena ler a manifestação contundente publicada hoje pelo Carta Maior a respeito da campanha que a oposição e a mídia fazem contra a capitalização da Petrobras.

A análise do portal está muito esclarecedora sobre o que há por trás de matérias como "Procurador pede apuração que pode contestar o pré-sal", publicada pela Folha de S.Paulo, mais uma vez em plena ação política pró-presidenciável José Serra (PSDB-DEM_PPS).

A matéria informa que o procurador da República, Paulo Roberto Galvão pediu ao Tribunal de Contas da União (TCU) - grande reduto dos tucanos - que apure a venda a Petrobras de 5 bilhões de barris de petróleo de uma área do pré-sal pertencente à União.

A venda se faz por um procedimento chamado de "cessão onerosa", fundamental para o processo de capitalização da nossa estatal para que ela tenha condições de fazer a exploração do pré-sal. Mas, como afirma (e comemora) o Folhão, a ação do procurador "é o primeiro movimento no sentido de uma "judicialização" do projeto (de capitalização), a prioridade do governo para este ano na área de petróleo".

Alvo é a exploração do pré-sal

Como bem classifica Carta Maior no publicado hoje (leia o portal), trata-se, na verdade, de uma tentativa de "sabotar a capitalização da Petrobras, passo financeiro indispensável para reunir os recursos que permitirão à empresa exercer o comando efetivo da pesquisa e exploração dos novos campo. Se a capitalização fracassar, a soberania aprovada democraticamente vira letra morta".

O portal também revela os passos da estratégia nefasta da oposição e da mídia contra a Petrobras e os interesses do país: "os interesses petroleiros, então, poderão alegar ‘incapacidade financeira’ da estatal brasileira para exercer suas atribuições. Contarão, naturalmente, com o amparo da mídia e dos consultores para ecoar os tambores da 'abertura eficiente e racional do setor'.

Carta Maior deixa claro que a ação do procurador e a matéria do Folhão são passos de uma armação contra a estatal e o pré-sal, a saber: "passo 1 - tumultuar o mercado para inibir a capitalização através da emisssão de ações pela Petrobras - o que requer um ambiente de segurança para os investidores"; passo 2 - requerer a anulação da soberania em tribunais aliados; e passo 3: continuar bombando Serra - afinal, se ele vencer, tudo fica mais fácil..."
O apelo de Dilma
Publicado em 12-Ago-2010
É preciso elevar o nível e mudar rumos da campanha...


Dilma RousseffÉ um chamado à responsabilidade - que eu espero surta efeito - o alerta que nossa candidata, Dilma Rousseff (governo-PT-partidos aliados) fez contra a insistência da oposição em conduzir a campanha eleitoral com denúncias de falsos dossiês, a criação de factóides, a montagem de escândalos e a desqualificação das realizações do governo.

“Se fosse verdade que a (minha) campanha fez coisas inadequadas, todas as vezes que nós entramos na justiça teriam aparecido provas. Devemos ser criteriosos para que não se acuse sem prova porque pode se chegar ao final da disputa com gente que vai entrar para a história das campanhas eleitorais por ter feito calúnia e difamado pessoas sobre as quais não tinha prova”, encareceu Dilma ao “repudiar” a tentativa de condução da campanha em cima desses temas.

Ela tem razão, também, na conclusão de que, com essa estratégia, o que a oposição busca é "embaralhar as questões". Dilma adiantou não estar disposta "a levantar procedimentos indevidos realizados em campanhas no passado” e deixou clara a necessidade de correção de rumos.

Da forma como está, decididamente essa não é a campanha dos sonhos de ninguém. Ainda há tempo de a oposição revertê-la e conduzí-la de forma propositiva, com um discurso de alto nível, propostas, metas e rumos para o país. Do contrário, no final da campanha quem acusou - no caso, o candidato Serra e o seu PSDB - ficará como
Com direito a pancadaria, chutes, murro, "gravata"...
A mídia pode, ou tem o direito de ignorar e simplesmente não noticiar o principal fato do dia de uma campanha presidencial? No Brasil, onde a imprensa pode tudo e reina absoluta, não deveria, mas pode.

Foi o que aconteceu ontem com o incidente em São Bernardo do Campo (ABCD paulista) em que assessores e agentes de segurança do candidato da oposição a presidente, José Serra (PSDB-DEM-PPS) deram murro, chutes e aqplicaram uma "gravata" em cinegrafistas que faziam a cobertura de um ato de campanha.

Na midia escrita quem publicou não deu destaque e a eletrônica (TV) nem veiculou o fato. Nem mesmo a Rede Band de TV, para a qual trabalha um dos cinegrafistas agredidos, noticiou com imagens e áudios, ainda que locutores e onlines de emissoras do grupo tenham registrado o fato.

JN e demais TVs

sonegam
a informação ao público


No Jornal Nacional da Rede Globo, que tem trombeteado estar dando cobertura à agenda dos candidatos com tempo igual para cada um - 50 segundos - não saiu nada. O JN, telejornal de maior audiência do país e portanto o meio de informação que mais chega aos brasileiros, desconheceu a pancadaria, o que pode ser tudo menos jornalismo...

O fato é que a visita de Serra ao centro de São Bernardo do Campo (berço político do presidente Lula) nessa 3ª feira acabou em confusão, quebra-quebra e pancadaria - duas estufas de vidro de uma padaria foram quebradas; houve briga e chutes entre um cinegrafista e um assessor do candidato; o cinegrafista diz ter sido esmurrado e imobilizado por uma "gravata" aplicada por um agente da escolta do candidato; e um fotografo da Folha de S.Paulo foi empurrado.

As estufas (de colocação de salgados) foram quebradas após um grande número de tucanos, aliados, jornalistas, políticos, candidatos e curiosos acompanharem o candidato em uma lanchonete em frente à Igreja Matriz, no centro da cidade.

Tumulto, quebra-quebra, murro e "gravata"

Em meio ao tumulto que já se iniciara, dois cinegrafistas subiram no balcão para fazer imagens de Serra. Foi quando Vinicius Paulino, ajudante de ordens do candidato, pediu aos cinegrafistas que descessem. Segundo Paulino contou ao portal Terra, o câmera Wellington Gouvêa, da Rede Bandeirantes de TV, continuou no balcão fazendo imagens e quando desceu o agrediu com um chute.

Por isso, justificou, ele deu-lhe uma "gravata" e o imobilizou. Wellington deu outra versão ao portal: "Eu estava de costas no balcão e o assessor do Serra me deu um soco nas costas (...) Virei para trás e ele me imobilizou".

A confusão degenerou para uma briga entre cinegrafistas, assessores e seguranças de Serra a cerca de três metros do candidato. Na saída da lanchonete, um segurança do presidenciável deu uns empurroões em um fotógrafo da Folha de S.Paulo.

Um funcionários da padaria informou que cada estufa custa cerca de R$ 1,2 mil e que um dos candidatos a senador na chapa de Serra que o acompanhava, o deputado Aloysio Nunes Ferreira Filho (PSDB) prometeu pagar o prejuízo. O outro candidato ao Senado pela coligação PSDB-DEM-PPS-PMDB é o ex-governador Orestes Quércia (PMDB).

Porque esssa grande mídia



resiste a normas para o setor




Ao resistir à regulação, nossa mídia mantêm-se na contramão...
Ao resistir à regulação nossa mídia mantêm-se na contramão de todos os países democráticos do mundo que instituíram mecanismos dessa natureza, e que além de se constituírem em padrão para ação da imprensa, impedem e punem abusos como os cometidos por ela em nosso país.

Infelizmente, para os "donos" da comunicação tudo é censura e tentativa de controlar a imprensa. Nada mais falso, porque na verdade são eles que não só desrespeitam como violam a Constituição quando fazem letra morta de dispositivos que regem, por exemplo, direitos elementares e consagrados universalmente como os de resposta e respeito à imagem.

Atentam diariamente contra esses direitos porque acham que podem - e querem - promover o linchamento moral e político de seus adversários, convertendo-os em vítimas de julgamentos sumários antes que eles respondam a processos na Justiça.

Fazem linchamentos morais

e políticos


Ao resistirem à regulação estão, na verdade, defendendo seus interesses empresariais, econômicos e comerciais. Tentam preservar, principalmente seus interesses políticos, já que usam seus jornais, revistas e as concessões de emissoras de rádio e TV para controlar e manter os monopólios que detêm sobre a comunicação e informação no Brasil.

Travestidos por uma fachada do exercício (que tanto apregoam) da liberdade de imprensa, usam-na para atacar e linchar moral e politicamente seus adversários e, na prática, manter o controle que exercem sobre a vida política do país.

Desta forma, atuam como verdadeiros partidos políticos - ditam e organizam a pauta e a ação da oposição e de seus candidatos, e querem permanentemente fazer o mesmo em relação à administração pública, ao governo e aos destinos do país.

Candidatura tucana esgotou-se e empacou
Publicado em 11-Ago-2010
Minas e Rio são apenas sintomas de crise nacional... Apesar de todo apoio da midia a candidatura presidencial de José Serra (PSDB-DEM-PPS) dá sinais de esgotamento e não cresce. A imprensa perdeu totalmente a compostura, mas está no seu direito.

Lamentável é que não assuma editorialmente e de forma clara para seus leitores essa adesão à oposição. Mas, entenda-se, se o fizesse teria que assumir a defesa do DEM, o que não fica bem para sua postura hipócrita e farisaica com relação à ética

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