Entramos na temporada de falsos escândalos
Publicado em 13-Set-2010
Revistas e jornais foram capturados pelo chamado jornalismo...
Revistas e jornais foram capturados pelo chamado jornalismo investigativo, que opera aberta e escancaradamente a favor da campanha da oposição e de seu candidato a presidente, José Serra (PSDB-DEM-PPS).
Seus proprietários e editores estão articulados com as coordenações da campanha tucana para enviar jornalistas em busca de denúncias contra a candidatura de Dilma Rousseff (governo-PT-partidos aliados). Atuam num misto de arapongagem e produção de dossiês travestidos por trabalho jornalístico que dizem de caráter investigativo.
Agora, vale tudo para organizar dossiês e forjar escândalos contra a candidatura de Dilma. Fora a produção de manchetes e "notícias" que abastecem o programa de Serra, sempre avisado com antecedência da "matéria" ou "furo". Como foi no caso agora desta nova falsa denúncia da VEJA desta semana sobre a ministra chefe da Casa Civil, Erenice Guerra.
Jornalões e revistas perderam todo e qualquer pudor
No caso das manchetes e matérias os jornais, Folha, Globo e Estadão não têm mais nenhum pudor. Tornaram-se, na prática, edições panfletárias da campanha tucana. Fazem manchetes que vão para as bancas e assinantes pela manhã e depois já estão à noite no programa tucano.
Exemplo histórico disto foi o do "escândalo" das perdas de R$ 1 bi dos consumidores de energia que a Folha estampou semana passada como chamada na 1ª página. É um caso para a justiça eleitoral, não fosse a total omissão desta em relação ao abuso do poder econômico das revistas e jornais.
Depois que a manchete foi para o programa de Serra na TV é que os outros jornais passaram a noticiar que o decreto que causou o problema era do presidente Fernando Henrique Cardoso.
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