BLOG DO ZÉ
Publicado em 18-Set-2010
Pesquisas IBOPE/Estadão/Rede Globo sobre a sucessão...
Pesquisas IBOPE/Estadão/Rede Globo sobre a sucessão presidencial e nos Estados divulgada ontem à noite, e Datafolha sobre a eleição de dois senadores por Estado este ano mostram que continuamos subindo em todo Brasil. Mais que isto - aliás, confirmado por cada rodada de pesquisa de todos os institutos - estas novas sondagens eleitorais comprovam que a estratégia política e de comunicação da mídia e do tucanato paulista não deu certo.
Pelo contrário, com a campanha praticamente no fim, a menos de duas semanas de seu encerramento, José Serra (PSDB-DEM-PPS) cai e a presidenciável do PV, senadora Marina Silva (AC) sobe. Enquanto isso, Dilma Rousseff (governo-PT-partidos aliados) mantém ou aumenta a maioria de mais de 26% que acumula contra Serra e de 15% contra os dois candidatos somados.
Chama a atenção, inclusive, que nenhum dos outros candidatos "pequenos" chegue a 1%. Apesar do grande esforço da Rede Globo em ajudá-los e em impulsionar as candidaturas José Serra e Marina, ampliando ao máximo a cobertura simpática que lhes dá para atingir e prejudicar a candidatura Dilma.
O fim amargo antes das urnas confirmarem a derrota
Com o eleitorado indiferente à propaganda pró-oposição, travestida de notícia pela mídia, continuamos subindo na intenção de voto com destaque nestas últimas pesquisas para os nossos candidatos a governador e a senador em Minas, Rio e Pernambuco. Na região Sul continua o empate.
No outro lado, impressiona a solidão de José Serra. Para ficar em um exemplo, cito um Estado apenas, Sergipe. Lá, nem o PSDB o apoia. Isto a mídia esconde, mas em Sergipe o candidato a senador de José Serra, ex-governador Albano Franco (PSDB) não faz oposição nem no Estado à gestão do PT, comandada pelo governador Marcelo Deda (concorrente à reeleição com vitória praticamente assegurada) e muito menos ao governo do presidente Lula.
Para José Serra, a hora da solidão, do completo abandono pelos correligionários e de seus companheiros de partido ou aliados não fazerem campanha para ele, nem o incluírem nas suas, chegou semanas antes da confirmação da derrota nas urnas
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