blog do zé
Publicado em 25-Out-2010
Governo comprou banco que Serra ia vender de qualquer maneira
É engôdo e, mais do que isso, campanha pura a manchete da 1ª página e a matéria do Folhão no fim de semana (domingo) afirmando que houve um crescimento de 30% no total de funcionários das estatais, e que este número no governo Lula chegou a meio milhão de empregados.
Interessante, mas o tempo passa, as empresas estatais crescem, os órgãos públicos que recebemos do governo FHC completamente sucateados em 2003, dentro da política de Estado mínimo, vão sendo reequipados e a mídia volta sempre com a mesma pauta: a do aumento de gastos e de servidores.
O número de funcionários cresceu - tanto na máquina administrativa quanto nas estatais e bancos públicos - porque estamos remontando a burocracia do Estado brasileiro para que ela possa atender a contento os cidadãos e a sociedade.
Pegue-se o exemplo dos bancos públicos: o número de funcionários se ampliou porque estas instituições cresceram, aumentaram seus ativos, ampliaram o volume de empréstimos e negócios que passaram a fazer, até porque compraram e incorporaram outros bancos.
Serra ia vender Nossa Caixa de qualquer maneira
Compramos inclusive um que o candidato da oposição a presidente da República José Serra (PSDB-DEM-PPS) queria vender, o Nossa Caixa Nosso Banco, hoje pertencente ao Banco do Brasil. José Serra decidiu e ia vendê-lo, de qualquer maneira, um patrimônio público do governo do Estado de São Paulo.
Como aliás, ele e os tucanos que integraram seu governo FHC/Serra queriam fazer com a Petrobras, lembram-se? Para manter a Nossa Caixa Nosso Banco na esfera pública é que o presidente Lula determinou ao Banco do Brasil que a comprasse.
Só a cegueira ideológica e a obrigatoriedade de cumprir o papel de panfleto de campanha de José Serra - o jornal parece o horário eleitoral do candidata tucano - explicam uma matéria lixo, desinformativa e de tão baixo nível jornalístico quanto esta.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
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