Publicado em 21-Out-2010
blog do zé
A exatos 10 dias do 2º turno precisamos - a militância, os petistas em geral e os aliados - estar mais atentos do que nunca para não cair nas provocações dos tucanos e da oposição, das quais o episódio forjado no Rio, de uma agressão ao candidato deles, José Serra (PSDB-DEM-PPS), atingido na cabeça por uma bolinha de papel, é uma prova contundente. Esta suposta agressão a José Serra no bairro de Campo Grande (Rio), a exploração e o exagero com que eles a trataram prova o nível da campanha do candidato tucano, o auge da manipulação e do jogo sujo que ele adotou nesta disputa presidencial.
A exatos 10 dias do 2º turno precisamos - a militância, os petistas em geral e os aliados - estar mais atentos do que nunca para não cair nas provocações dos tucanos e da oposição, das quais o episódio forjado no Rio, de uma agressão ao candidato deles, José Serra (PSDB-DEM-PPS), atingido na cabeça por uma bolinha de papel, é uma prova contundente.
Esta suposta agressão a José Serra no bairro de Campo Grande (Rio), a exploração e o exagero com que eles a trataram prova o nível da campanha do candidato tucano. O auge da manipulação e do jogo sujo que ele adotou nesta disputa presidencial. O incidente em si é condenável. Tem que ser repudiado, como bem diz a nota do Diretório Regional do PT do Rio.
Mas, ela também esclarece de uma forma a não deixar dúvidas, que o tumulto foi intencional e planejado pela campanha tucana. Os agentes da segurança do candidato do PSDB é que o desencadearam ao avançar contra os chamados "mata mosquitos" (milhares demitidos no Rio por José Serra quando ele se tornou ministro da Saúde em 1999) e tomaram e rasgaram suas faixas, panfletos e cartazes de protesto.
José Serra encenou uma agressão que não sofreu
O incidente tem que ser repudiado. Os mata mosquitos e nossa militância não podiam ter caído na provocação montada, mas ele não pode servir de pretexto para José Serra montar, como o fez, a encenação de uma agressão que não sofreu.
Pior, ainda, foi o comportamento do Jornal Nacional (JN) da Rede Globo. Apresentou uma edição ontem superdimensionando o episódio, e na qual José Serra aparece como agredido, mas não vai a uma delegacia, não faz Boletim de Ocorrência (BO), e nem se submete a exame de corpo de delito.
Ao contrário desse procedimento, normal e de praxe em casos de agressão, José Serra vai a uma clinica e hospital particulares quando, apesar do médico que o atendeu, Jacob Kligerman (ex-secretário de saúde na gestão do aliado de José Serra, César Maia, na prefeitura do Rio) constatar que ele não tinha absolutamente nada, faz exames computadorizados.
Atingido por bolinha de papel fez exames computadorizados
Em síntese, José Serra encenou uma grande tragédia - e o JN deu curso à farsa - para depois, como o fez, nos acusar de práticas nazistas e conseguir seus minutos de glória no principal telejornal brasileiro.
Por aí, percebe-se que não foi de graça a propaganda subliminar da Folha de S.Paulo sobre Hitler. Muito pelo contrário, propaganda e "agressão" são parte de uma mesma estratégia traçada há tempos pela campanha eleitoral oposicionista. Na qual nós não podemos cair, de jeito nenhum, nestes 10 dias que faltam até o 2º turno
JN exibe toda a farsa montada no Rio Publicado em 21-Out-2010
Já sobre o tumulto dos tucanos no Ceará, nenhuma palavra...
Em relação á farsa da agressão ao candidato José Serra (PSDB-DEM-PPS) montada no Rio de Janeiro ontem, o Jornal Nacional (JN) da Rede Globo apresentou uma edição oposta à que exibiu no sábado pp. quando o tucano foi envolvido em tumultos na cidade de Canindé (CE).
Os incidentes registrados no último sábado ocorreram porque o padre que celebrava a missa na Basílica de São Francisco do Canindé protestou contra o comportamento de José Serra, do senador derrotado Tasso Jereissati (PSDB-CE) e de seus cabos eleitorais dentro da Igreja. Tulmutuaram a cerimônia religiosa e o padre condenou a exploração eleitoral do festão de São Francisco, o padroeiro da cidade. Jereissati chegou a partir para cima do religioso para tirar satisfações.
O candidato a presidente da República fingiu que não era com ele, mas o protesto do padre irritou a tucanada que o acompanhava, principalmente porque o celebrante, durante a missa, esclareceu a posição da Igreja contrária a campanha pró-José Serra que se fazia no templo; contra a propaganda promovida por alguns bispos; e contra a tentativa caluniosa de envolver nossa candidata Dilma Rousseff (governo-PT-partidos aliados) numa suposta defesa do aborto.
Para a Globo, vale tudo para ajudar o tucano
Já o JN o que deu naquele sábado? Nenhuma palavra a respeito do Canindé. Exatamente o oposto da edição de ontem, quando a segurança de José Serra provocou os incidentes no Rio - lamentáveis e condenáveis, repito - uma provocação que deve servir de alerta para toda a militância do PT.
Devemos evitar encontros como o de ontem, onde a segurança da campanha de José Serra agrediu os mata mosquitos que protestavam, aliás, como já fizeram na campanha presidencial de 2002 contra o mesmo candidato (José Serra) que como ministro da Saúde os demitiu massivamente do trabalho necessário que faziam à época contra a dengue no Rio.
Cair em provocações, agora, é tudo o que eles querem. Até para obter a boa exposição que José Serra conseguiu ontem com toda a sua farsa tão bem montada e levada ao ar pelo JN
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário