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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

O ROTEIRO DO TERCEIRO TURNO - Saul Leblon, Carta Maior

Não se disfarça a intenção de minar a autoridade da Presidente eleita antes mesmo de sua posse.

19/11/2010 01:43

TÍTULO DO GLOBO: 'Documentos da ditadura dizem que Dilma 'assessorou' assaltos a bancos

Por Saul Leblon
GLOBO: ' Ela teria listado nomes de companheiros'


"... Não é possível supor que se dialogue com pau de arara ou choque elétrico. Qualquer comparação entre a ditadura militar e a democracia brasileira só pode partir de quem não dá valor à democracia brasileira - disse Dilma, que emocionou a plateia que a ouvia na ocasião. - Eu tinha 19 anos. Fiquei três anos na cadeia. E fui barbaramente torturada, senador. Qualquer pessoa que ousar dizer a verdade para interrogador compromete a vida dos seus iguais. Entrega pessoas para serem mortas. Eu me orgulho muito de ter mentido, senador. Porque mentir na tortura não é fácil. Na democracia se fala a verdade. Na tortura, quem tem coragem e dignidade fala mentira. E isso, senador, faz parte e integra a minha biografia, de que tenho imenso orgulho. E completou: - Aguentar tortura é dificílimo. Todos nós somos muito frágeis, somos humanos, temos dor. A sedução, a tentação de falar o que ocorreu. A dor é insuportável, o senhor não imagina o quanto. .."
(Dilma Rousseff, em maio de 2008, no Senado Federal, sobre o período em que foi torturada. Questionada pelo senador Agripino Maia, que relembrou uma entrevista em que ela dizia ter mentido na prisão, Dilma afirmou que foi "barbaramente torturada")







TÍTULO DO GLOBO: 'Documentos da ditadura dizem que Dilma 'assessorou' assaltos a bancos

Publicada em 19/11/2010 às 00h33m no site do jornal O GLOBO
Evandro Éboli e Jailton de Carvalho




- Liberados para consulta nesta quinta-feira pelo Superior Tribunal Militar (STM), os dezesseis volumes de documentos com páginas já amareladas e gastas que contam a história do processo movido pela ditadura militar contra a presidente eleita Dilma Rousseff descrevem a ex-militante como uma figura de expressão nos grupos em que atuou, que chefiou greves e "assessorou assaltos a bancos", e nunca se arrependeu.

Na denúncia oferecida pelo Ministério Público Militar contra os integrantes do grupo de esquerda VAR-Palmares, Dilma é chamada de "Joana D'Arc da subversão". "É figura feminina de expressão tristemente notável", escreveu o procurador responsável pela denúncia.

O GLOBO teve acesso aos autos a partir de autorização do presidente do STM, ministro Carlos Alberto Marques. A decisão foi assinada no mesmo dia em que o plenário da Corte liberou o acesso dos autos ao jornal "Folha de S.Paulo", que antes da eleição tentara consultar o processo. Dilma apresentou nesta quinta-feira um pedido para também ter acesso aos autos. O presidente do STM determinou que seja dada prioridade à requisição da presidente eleita. Ela já havia pedido acesso aos autos durante a eleição, mas ele fora negado.

Em depoimento à Justiça Militar, em 21 de outubro de 1970, Dilma contou ao juiz da 1ª Auditoria da 2ª Circunscrição Judiciária Militar que foi seviciada quando esteve presa no Dops, em São Paulo. O auditor não perguntou quais tinham sido as sevícias. No interrogatório, Dilma explicou ao juiz por que aderiu à luta armada. O trecho do depoimento é este: "Que se declara marxista-leninista e, por isto mesmo, em função de uma análise da realidade brasileira, na qual constatou a existência de desequilíbrios regionais de renda, o que provoca a crescente miséria da maioria da população, ao lado da magnitude riqueza de uns poucos que detêm o poder e impedem, através da repressão policial, da qual hoje a interroganda é vítima, todas as lutas de libertação e emancipação do povo brasileiro. Dessa ditadura institucionalizada optou pelo caminho socialista".

Sem participação ativa nas ações
Os arquivos trazem ainda cópia do depoimento que Dilma prestou em 1970 ao Departamento de Ordem Política e Social (Dops), delegacia em que ela ficou presa e foi torturada. No interrogatório realizado no dia 26 de fevereiro daquele ano, Dilma, sob intensa tortura, segundo o depoimento, listou nomes de companheiros, indicou locais de reuniões, e admitiu que uma das organizações da qual fazia parte, o Colina, fez pelo menos três assaltos a banco e um atentado a bomba. Mas ressalvou que nem ela nem o então marido, Cláudio Galeno de Magalhães Linhares, tiveram "participação ativa" nas ações.

No interrogatório no Dops, Dilma contou que o atentado a bomba foi praticado na casa do interventor do Sindicato dos Metalúrgicos em Minas Gerais, e que atingiu também a casa do delegado regional do Trabalho. As residências eram contíguas.

Em um trecho do depoimento, Dilma disse que uma de suas funções em organizações de combate à ditadura era organizar células de militantes. Teria sido encarregada de distribuir dinheiro aos grupos. O dinheiro teria sido arrecadado em ações dos movimentos.

Os documentos relatam que Dilma começou a ser "doutrinada para o credo ideológico marximalista" (sic) por Cláudio Galeno, em Belo Horizonte, quanto atuavam na Polop, em 1967. Anos depois, na VAR-Palmares, Dilma foi a São Paulo e assumiu atividade de colegas que estavam para cair (serem presos). Dilma foi professora de marxismo e em sua casa foram apreendidos materiais para falsificação, panfletos e livros considerados subversivos.

Antes de seguir para São Paulo, Dilma e o marido passaram pelo Rio, em 1969. Sem conseguir, de início, um aparelho para morar, viveram num hotel em Laranjeiras. A Polop, movimento em que atuavam, passou a se chamar Colina. Dilma traduziu livros para os companheiros e foi cobrir pontos e contatos. Foi usada certa vez como "araque", para atrair e despistar a atenção dos militares enquanto companheiros faziam reuniões.

Dilma era deslocada para outros pontos do país para fortalecer a atuação do Colina e arregimentar companheiros. Foi ao Rio Grande do Sul, onde a atuação de seu grupo era fraca e não havia militantes suficientes. Depois, foi cumprir o mesmo papel em Brasília e Goiânia.

Em junho de 1969, teria participado da reunião que tratou da fusão do Colina com a VPR, no Rio. Dilma contou que, em outro encontro, um companheiro falou da realização de uma "grande ação" que iria render bastante dinheiro para os cofres da organização. Essa ação, soube Dilma depois, tratava-se do assalto à residência de Ana Capriglione, ex-secretária do ex-governador Ademar de Barros.

Elogio à "dotação intelectual"
Num relatório sobre guerrilheiros da VAR-Palmares, o delegado Newton Fernandes, da Polícia Civil de São Paulo, traça um perfil de 12 linhas sobre Dilma. Segundo ele, ela era "uma das molas mestras e um dos cérebros dos esquemas revolucionários postos em prática pelas esquerdas radicais". O delegado diz que a petista pertencia ao "Comando Geral da Colina" e era "coordenadora dos Setores Operário e Estudantil da VAR-Palmares de São Paulo, como também do Setor de Operações".

"É antiga militante de esquemas subversivo-terroristas", diz o delegado. No texto, elogia a capacidade intelectual da guerrilheira: "Trata-se de uma pessoa de dotação intelectual bastante apreciável". No documento, o delegado pede a prisão preventiva de Dilma e mais 69 acusados de atividades subversivas contra o governo.

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Não é possível supor que se dialogue com pau de arara ou choque elétrico
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Em maio de 2008, Dilma falou no Senado sobre o período em que foi torturada. Questionada pelo senador Agripino Maia, que relembrou uma entrevista em que ela dizia ter mentido na prisão, Dilma afirmou que foi "barbaramente torturada" e respondeu:

- Não é possível supor que se dialogue com pau de arara ou choque elétrico. Qualquer comparação entre a ditadura militar e a democracia brasileira só pode partir de quem não dá valor à democracia brasileira - disse Dilma, que emocionou a plateia que a ouvia na ocasião. - Eu tinha 19 anos. Fiquei três anos na cadeia. E fui barbaramente torturada, senador. Qualquer pessoa que ousar dizer a verdade para interrogador compromete a vida dos seus iguais. Entrega pessoas para serem mortas. Eu me orgulho muito de ter mentido, senador. Porque mentir na tortura não é fácil. Na democracia se fala a verdade. Na tortura, quem tem coragem e dignidade fala mentira. E isso, senador, faz parte e integra a minha biografia, de que tenho imenso orgulho. E completou: - Aguentar tortura é dificílimo. Todos nós somos muito frágeis, somos humanos, temos dor. A sedução, a tentação de falar o que ocorreu. A dor é insuportável, o senhor não imagina o quanto.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

mídia - O PiG reforça o preconceito contra o nordestino

“Depois de uma campanha presidencial violenta e baseada na mistificação, o resultado não podia ser outro: xenofobia. Mas, quem ganha com a divisão do Brasil ?”

Esta pergunta assustadora foi extraída da reportagem da Cynara Menezes, na Carta Capital de 10 de novembro de 2010, em que analisa o “legado” da campanha de José Serra.

A obra com que José Serra se despedirá da política brasileira (no plano nacional): o ódio.

Clique aqui para ler sobre o que Mino Carta disse do ódio de Serra.

E aqui para ver como o Mino descobriu que Serra fala pela boca de certo Itagiba, um ex-policial obscuro, cinzento, que habita no Reino da Treva.

Nesta excelente reportagem de Cynara – ela demonstra que, mesmo sem todos os votos do Nordeste, a Dilma se elegeria, fácil – este ordinário blogueiro descobriu o professor Durval Albuquerque Jr, professor de História da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e autor do livro “Preconceito contra a Origem Geográfica e de Lugar (Editora Cortez).

A entrevista com o professor Albuquerque vai ao ar nesta terça feira, às 21h15, na RecordNews.

O professor Albuquerque também critica a campanha de ódio de José Serra.

Ele fala que a campanha abriu a caixa de Pandora e tirou de lá o preconceito.

A tentativa de dizer que o Brasil é bicolor: azul para os do Sul, limpinhos, cheirosos, com PhD em Harvard; e vermelho para os pobres, desdentados, famintos e analfabetos do Nordeste.

Foi o que tentou fazer a Folha (**), ao dizer, logo depois da eleição, que o Nordeste elegeu a Dilma.

O professor Albuquerque lembrou que mora numa cidade – Natal – em que Serra venceu.

E nasceu em Campina Grande, na Paraíba, onde Serra venceu.

Mas, a intolerância, como se sabe, não guarda relação com a racionalidade.

Albuquerque lembrou que há sete anos não se ouve falar em assalto a supermercado, nem invasão de feira nas áreas de estiagem do Nordeste.

Por que ?

Porque o Bolsa Família gera renda e gera emprego.

O Bolsa Família não é Bolsa Vagabundagem, como disse a Notável Estadista chileno-brasileira, Monica Serra.

O Bolsa Família não aliena; ao contrário, diz Albuquerque.

Conscientizou, fez com que as pessoas se sentissem gente e passassem a querer mais.

A propósito, o professor Albuquerque lembrou de artigo da professora Tânia Bacelar, da Universidade Federal de Pernambuco – “o nordestino não votou por miolo de pão”)

Por que Dilma teve 80% dos votos do Maranhão ?

Oitenta por cento dos maranhenses recebem o Bolsa Familia ?

Não, porque as políticas do Governo Lula beneficiaram todas as classes do Maranhão.

Também no Nordeste, lembra Albuquerque, a classe média e a elite estão chateadas porque não conseguem mais empregada doméstica por salário miserável.

Acabou a escravidão – diria este ordinário blogueiro.

(E vai acabar mais ainda com o ENEM; clique aqui para ler sobre a “Xenofobia e intolerância em SP – onde isso vai parar ?”)

Este ordinário blogueiro perguntou ao professor Albuquerque como se acaba com o preconceito, com essa intolerância.

Ele acusou a mídia, aqui chamada de PiG (*).

Mais especificamente falou de “comentaristas” e colonistas (***) da televisão que, logo após a eleição desqualificaram a eleição da Dilma com o argumento e que eram votos dos pobres ignorantes do Nordeste.

Ou seja, ele se referia – sem dar o nome – à GloboNews, que se tornou um viveiro de intolerantes (para usar uma palavra doce).

A mídia estimula, engrossa o preconceito, segundo o professor Albuquerque.

Nesse ambiente de mídia que toma partido – como é o caso do PiG (*) e da GloboNews – só o voto obrigatório garante a inclusão social.

É por isso que este ordinário blogueiro repete: ou a Dilma faz a Ley de Medios ou o PiG derruba ela .

Depois que o PiG a derrubar, comentaristas da GloboNews farão analises profundas sobre como o Azul superou o Vermelho; ou, como os cheirosos valem mais que os fedorentos.

Clique aqui para rever o vídeo inesquecível em que a colonista (***) Eliane Catanhêde descreve os tucanos como “cheirosos”, umas gracinhas.

Clique aqui para ler “Silvio Santos vai obrigar a Dilma a fazer a Ley de Medios”.


Paulo Henrique Amorim



Em tempo: o Conversa Afiada reproduz texto enviado pelo amigo blogueiro (sujo) Eduardo Guimarães:

No último dia 11, no Plenário da Câmara Municipal de São Paulo, sob iniciativa de parlamentares da Casa como o vereador Francisco Chas, da ONG Movimento dos Sem Mídia, do Centro de Tradições Nordestinas e outras entidades ligadas ao movimento negro, nordestino e de direitos humanos, foi feito um ato contra o racismo no Estado.
O plenário da Câmara, que comporta 500 pessoas sentadas, no auge do evento teve todos os assentos ocupados pelo público e algumas pessoas ainda tiveram que ficar em pé. Boa parte dos presentes era de membros do MSM, pelo que há que cumprimentar essas pessoas.
Devido ao fato de o signatário deste blog ter ocupado a mesa de debates ao lado de autoridades como os vereadores petistas Francisco Chagas e Ítalo Cardoso, e também do representante da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e do Centro de Tradições Nordestinas (CTE), faltam mais fotos inclusive da mesa. Quem tiver fotos do evento para enviar a este blog, elas serão publicadas.
Surpreendentemente, o presidente da OAB-SP, Luiz Flávio Borges D’Urso, enviou mensagem oficial da entidade de apoio ao ato. Além disso, a equipe do programa CQC, da tevê Bandeirantes, também cobriu o evento.
A fala deste blogueiro ao público presente foi no sentido de que a sociedade deve atentar para o fato de que o racismo anti-nordestinos não se resume à jovem estudante de Direito que veiculou mensagens ofensivas àquela parcela dos brasileiros oriunda do Nordeste, sendo uma postura generalizada entre as classes média-alta e alta de São Paulo.
O Movimento dos Sem Mídia também pediu punição exemplar dos praticantes de racismo e sugeriu ao vereador Francisco Chagas, autor de representação contra 94 pessoas que enviaram mensagens racistas por meio de redes sociais, que inclua na ação junto ao Ministério Público os signatários do manifesto racista “São Paulo para os paulistas”, que segue na internet.
Uma boa notícia: o Ministério Público Federal acolheu a representação do vereador Francisco Chagas e decretou segredo de Justiça nas investigações. Ou seja: todos os racistas que veicularam mensagens contra o povo nordestino na internet serão investigados pelo crime também em nível federal.
Apesar do boicote da imprensa em geral, o ato público contra o racismo teve um peso político bastante significativo porque mostrou que a sociedade dispõe de meios para reagir contra essa praga ideológica inclusive do ponto de vista legal, bem como em termos de mobilização de entidades que se mostram dispostas a atuar com firmeza contra esse tipo de crime.
Mais importante do que o ato, porém, será a fiscalização dos processos abertos contra os racistas. Não se aceitará que saiam impunes e haverá instrumentos para garantir que isso não ocorra, até porque as manifestações de intolerância e preconceito em São Paulo só fazem crescer.
Contudo, a indiferença da imprensa em relação ao racismo não é o mais grave. Veículos como a Folha de São Paulo chegaram a publicar textos de apologia ao racismo. Dois artigos foram publicados nesse sentido pelo jornal na 5ª e na 6ª feira da semana passada. O Movimento dos Sem Mídia estuda a possibilidade de tais textos terem infringido a lei.


(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

(**) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

(***) Não tem nada a ver com cólon. São os colonistas do PiG (*) que combatem na milícia para derrubar o presidente Lula. E assim se comportarão sempre que um presidente no Brasil, no mundo e na Galáxia tiver origem no trabalho e, não, no capital. O Mino Carta costuma dizer que o Brasil é o único lugar do mundo em que jornalista chama patrão de colega. É esse pessoal aí

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

PIG, 'FALHA' E UOL SÃO OS FAKES GENÉRICOS SERRISTAS DO ATÁVICO BNH DA DITADURA,AGORA PRIVATIZADO, TUDO FARINHA DO MESMO SACO, SEM FUNDO

LÚCIA CARDOSO,PERSONAGEM FOLHETINESCA DE FICÇÃO,MAS AGORA VIRANDO A JOGADA - E ABOLINDO MALLARMAICAMENTE TODOS OS DATAFOLHAS E PESQUISAS IBOPEANAS, HOMES FRIAS E IDÉIAS FARSAS GLOBAIS KAFKIANAS E KAMELRDIANAS 'SÓ VENDO, NINGUÉM ACREDITA - E RODANDO A BAIANA COM MUITO AXÉ EM FAVOR DA DILMA13 E MINHA CASA, MINHA VIDA, SEM NENHUM EGOÍSMO E GOLPÍSMO DEMOTUCANO-MIDIÁTICO GOLPISTAS.
NO FUNDO, NO FUNDO DO POÇO DEVIDO ÀS SACANAGENS DOS ESQUEMAS MIDÍÁTICO-GOLPISTAS DO PIG E DOS DEMOTUCANOS, LÚCIA CARDOSO, QUE ODEIA A ERA FHC, MAS AMA MINO CARTA E A GERAÇÃO PAZ E AMOR, PENSOU E SONHOU ESSA MENSAGEM COMO DICA PARA O PAULO HENRIQUE AMORIM NO CONVERSA AFIADA,QUE PODERIA DESDOBRAR ESSA IDÉIA-ÔNIBUS COM OUTROS REMÉDIOS E FÁRMACOS ORIGINAIS COMO O POVO DO FILME 'CASABLANCA' CANTANDO A MARSELHESA PARA UMA BANDA LARGA LIBERTADORA, FARMACOPÉIA IDEAL CONTRA A FARSA DO UOL, FAKE-FALHACOPÉIA-ELITISTA, PÉROLA AOS POUCOS-SERRISTAS,...ETC...ETC...

BOAS CASAS, BONS SÍTIOS SÃO OS CHAMADOS BLOCOS DOS SUJOS, BLOGS DOS SUJOS, O RESTO É CIÚME E TRAIÇÃO, A VIDA NÃO TEM TRADUÇÃO, TRADUTORE-TRADITORE

- TRAIDOR DA DEMOCRACIA É O FARSESCO E DOENTE SEM REMÉDIO, O GENÉRICO JOSÉ SERRA,O FUNDAMENTALISTA, SEM ESSÊNCIA, SEM NEM PERFUME, POR ISSO O SUJO E MALCHEIROSO SEM NADA CONCRETO SEM ESSSÊNCIA NEM CONTEÚDO, JÁ APELIDADO SENHOR ZÉGENÉRICO, O CHIRIRICA - O FALSO CHIQUE METIDO A FALSO XIQUE-XIQUE DA ELITE PAULISTAICA, SEM AO MENOS A ARTE E A CLASSE DO PALHAÇO TIRIRICA, PURO POVÃO...



PS:


LÚCIA QUER DICAS DE COMO SE LIVRAR DO UOL, QUE, SEGUNDO ELA, VIROU UMA ESPÉCIE DE BNH INJUSTAEMNTE PORQUE "JOGA COM A LEGAL MAS ILEGÍTIMA OBRIGATORIEDADE DO PROVEDOR DE ACESSO, FORJADA PELO JEITO NA ERA DEMOTUCANA DO FHC..TALVEZ UMA RESERVA DE MERCADO, MAIS UMA JOGADA DA PRIVATARIA?
PRA PIORAR, ALÉM DA TARIFA DE ACESSO, O UOL MANIPULA, PELO MENOS NO SEU CASO, PARA QUE O INTERNAUTA TENHA A NECESSIDADE, FORJADA PELO UOL, DE TER A 'PRECISÃO' DOS SERVIÇOS 'TÉCNICOS'DO PROVEDOR - SE A MINHA SENHA, DIZ ELA, NÃO ACESSSA TENHO DE CONTRATAR ESSE SERVIÇO 'TÉCNICO' PARA QUE RESOLVA O PROBLEMA CRIADO NÃO POR MIM,MAS PELO PRÓPRIO PROVEDOR...É SÓ INVIABILIZAR A SENHA, ESTÁ FEITA A MUTRETA, PELO JEITO... ISSO NÃO DEVE CERTAMEWNTE ACONTECER SÓ COMIGO, DEVE ACONTECER COM MILHARES DE INTERNAUTAS PELO PAÍS AFORA...ENTÃO VIROU UMA PRESTAÇÃO COMO SE FOSSE AQUELA ANTIGA PRESTAÇÃO DA CASA PRÓRIA DO BNH, O CARA PAGA E PAGA E NUNCA TERMINA DE PAGAR, É QUE NEM A TARIFA COBRADA PELAS TELES, O CARA JÁ PAGOU O TELEFONE, MAS CONTINUA PAGANDO UMA TARIFA..., GRITA LÚCIA...
"QUE ABSURDO...AQUELA PRESTAÇÃO TIPO BNH QUE JAMAIS ACABA....SÓ QUE O BNH PELO MENOS TINHA UM FUNDO DE COMPENSAÇÃO QUE,COMO O NOME DIZ, COMPENSAVA AS PARCELAS EXCEDENTES...ABATIA O EXCEDENTE...AS TELES E OS PROVEDORES NÃO TÊM ESEE FUNDO, PORTANTO SERÃO ETERNOS...

SE PELO MENOS FOSSEM POETAS...OU EXALASSEM ALGUM PERFUME, ALGUMA ESSÊNCIA..., SENTE LÚCIA...

PELO JEITO ESPERARÁ SENTADA, NÉ...

sábado, 9 de outubro de 2010

Dr. Rogério Tuma: O dia em que a Folha matou meu pai

VIOMUNDO
Dia 24 a Folha matou meu pai

Por Rogério Tuma, na CartaCapital

Mentira: a serviço de alguma força obscura, Folha Online e UOL noticiam a morte do senador Tuma e não se retratam

O maior crime cometido pela imprensa nesta eleição ocorreu no dia 24 de setembro, quando a Folha Online e o site UOL noticiaram a morte do senador Romeu Tuma, meu pai e paciente. Foi completamente abafado pelo corporativismo deste quarto poder que hoje se diz ameaçado.

Em uma manobra sórdida e a serviço de alguma força obscura, mas que a justiça ou o tempo vão desmascarar, duas empresas do Grupo Folha de S. Paulo tentam eliminar da campanha política um senador da República candidato à reeleição, sem sequer se importar com o ser humano e toda uma família vítima desta maldade hedionda.

A mídia alardeia que não merece ser presidente quem desconhece as ações do seu segundo ou terceiro escalão, e até o presente momento o senhor Otavio Frias Filho ainda não se manifestou sobre o “assassinato”de meu pai, cometido por uma de suas jornalistas.

Já foi dito à minha família que quem ocupa cargo importante não pode cometer erros sob pena de ser pré-julgado e perder o seu posto. Mas, e no caso de uma instituição? Como ela deveria pagar por isso?

O presidente do grupo deve ter se esquecido, mas tive a oportunidade de conhecer seu pai e outras pessoas de sua família, em situação semelhante àquela atual em que meu pai se encontra, sem condições físicas para se defender, daí recordar o tratamento de respeito e dignidade reservado a Otavio Frias de Oliveira, bem ao contrário daquele que o grupo herdado dá agora ao senador Romeu Tuma.

Digo a você, “Otavinho”, que o que herdamos de nossos pais é apenas o potencial e não o poder. Precisamos nos desenvolver para conseguirmos chegar perto do que seu pai foi e o que o meu é. Não se herda respeito, o legado são as nossas obrigações e os feitos de nossos pais. Eles são o exemplo a ser seguido e nossa sorte é poder assistir a seus atos de perto, para aprender as lições.

Eu não falo aqui apenas como filho, mas como médico responsável pelo tratamento do senador e também como membro da comissão de ética do hospital onde ele está internado.

Posso afirmar, portanto, que jamais integrante algum da Folha Online e UOL entrou em contato com as pessoas aptas a fornecer uma informação dessa importância para confirmá-la ou desmenti-la. Fato e boato são duas coisas complementares diferentes, e isso deveria estar escrito em qualquer manual de conduta de um jornalista.

Diga-se que diversas outras instituições da imprensa buscaram a veracidade da notícia e não a publicaram por não poder confirmá-la, mesmo duvidando dos boletins médicos.

A redação da Folha não se redimiu nem após horas de discussão em que o diretor de jornalismo não quis acreditar em meu irmão, e sim na “confiável” jornalista, cuja fonte seria um médico do corpo clínico do hospital. Não pode ser incompetência apenas preferir a apalavra do jornalista e do médico não identificado. Tudo aponta para uma orquestração maligna pela conquista de poder. Nem o príncipe de Maquiavel pensaria em uma coisa dessas.

Não bastasse isso, o Grupo Folha espalhou a mentira e insistiu nela. Tivemos paciência, e aguardamos o dia seguinte, pois a moral os obrigaria a dar o mesmo espaço e destaque à verdade quanto fora dado à mentira. Esperamos em vão. O ombudsman do grupo que está de férias ou ficou tão envergonhado com a empresa onde trabalha que se demitiu. Certo é que a coluna dele não fez citação ao ocorrido.

Houve candidato à mesma vaga de meu pai que comemorou e deu ordem para estampar a notícia em seu site. Por sabedoria de seus companheiros, o ato foi adiado, mas seu ódio e inveja ficaram expostos.

Adepto da teoria do caos, sei que nada se dá por acaso e que cada ato leva a uma consequência. O Grupo Folha cobriu-se de vergonha. Para meu pai, que mesmo impedido de vir a público pelos médicos para denunciar esta farsa, valeu para ganhar forças e recuperar-se e voltar à sua vida de trabalho e luta em prol da verdadeira democracia.

Políticos que não leram Platão não sabem o quanto é difícil para o homem honesto chegar ao poder, e quanta sorte tem uma nação quando isso ocorre.

Esses políticos nunca entendem por que são derrotados nas urnas. Isso tudo evoca o senhor José Serra: na época da campanha à prefeitura de São Paulo, quando meu pai era pré-candidato, Serra foi categórico ao dizer que sua mãe votaria no doutor Romeu Tuma e não nele. E evoca o candidato Aloysio Nunes Ferreira, esquecido que em sua campanha, em 1994, foi Romeu Tuma um dos que mais o ajudaram. Quem sabe eles saibam explicar a mentira do Grupo Folha.

No momento sem uma imprensa justa e honesta, basta ao senador Romeu Tuma o direito de ler seu obituário e completá-lo. A Rede Globo foi muito econômica com seus efeitos. E o luto é da imprensa brasileira.

País melhorou e jornais negam, diz Franklin

Para ministro, meios agem como partido, mas esse é preço que se paga pela liberdade

VAGUINALDO MARINHEIRO
ENVIADO ESPECIAL A BRUXELAS

A imprensa brasileira faz muitas bobagens. Muitas vezes age como um partido político, mas esse é um preço baixo que se paga pela liberdade de expressão.
Essa é a opinião do ministro Franklin Martins (Secretaria de Comunicações), que endossa as críticas feitas pelo presidente Lula pouco antes do primeiro turno.
"Minha convicção, que é também a do presidente Lula, é que a imprensa tem de ser livre para dizer o que quiser. Mas é preciso haver também liberdade para dizer o que se quer sobre ela. Os governos precisam de críticas fundamentadas, e a imprensa também", afirmou.
Franklin falou à Folha no trem que o levava ontem de Londres para Bruxelas, onde se encontrou com Neeli Kroes, responsável na Comissão Europeia pelas questões digitais no continente.
O ministro está na Europa para convidar especialistas a participar de seminário no próximo mês que irá discutir um marco regulatório para meios eletrônicos no Brasil.
Ele falou que parte da imprensa está tomando um caminho errado, o que poderá distanciá-la do leitor. Leia abaixo um resumo das opiniões do ministro sobre os principais temas discutidos.

Imprensa
Quem deve julgar a mídia é o público, a sociedade. Não é uma questão de lei, de governos. Alguns jornais e revistas estão tomando um caminho equivocado. A função da imprensa é informar, não ditar os caminhos que o país deve seguir. Do contrário, vira órgão de partido.
Os meios impressos têm o direito de ser órgãos de partido, claro, mas vão se distanciar do leitor. Nenhuma manchete de jornal substitui a experiência das pessoas. E elas estão sentindo que o país melhorou. Não adianta jornais dizerem o contrário.

Publicidade pública
O governo federal adotou critérios técnicos para a distribuição da propaganda oficial. Hoje, as rádios de todas as cidades com mais de 20 mil habitantes recebem propaganda do governo. Mas é bobagem dizer que o governo está comprando o apoio dessas rádios. Algumas recebem R$ 4.500 por ano.
É dinheiro para pagar a conta de luz. É importante, mas não faz a rádio adotar uma postura pró-governo.

Meios eletrônicos
O ministério quer concluir até o final do ano uma proposta de regulação dos meios eletrônicos. Isso será bom para todo mundo. As teles não vão se opor porque uma definição das funções dará a elas segurança para investir.
Pode até ser que uma ou outra queira produzir conteúdo, mas elas devem focar naquilo em que são boas, que é a tráfego de dados. É aí que elas ganham dinheiro.

Neutralidade da internet
A internet tem de ser neutra. Isso significa que quem tem as linhas de transmissão não pode ter vantagens na distribuição de seu conteúdo ou dar prioridade a quem paga mais por isso.
Esse tema precisa ser regulamentado para garantir a competição. Por isso é necessário definir uma regulamentação para meios eletrônicos. Mas esse marco não pode ser muito detalhista, e é necessário que sejam previstas atualizações porque tudo nessa área muda rapidamente.
Devem ser definidos princípios gerais para que a agência regulatória decida para garantir os direitos dos consumidores e dos cidadãos.

Programação regional
As televisões não devem ficar contra a proposta do marco regulatório. A discussão amadureceu, é melhor fazer parte dela, para influir no resultado, que ficar de fora.

CLARO, FALSAS DENÚNCIAS DEIXAM VOCÊ INDIGNADO, INOCULAM O SENTIMENTO DE RAIVA, É O QUE QUEREM, DEPOIS TE ESQUECEM...

DEIXA VOCÊ INDIGNADO, INOCULAM O SENTIMENTO DE RAIVA, DEPOIS TE ESQUECEM...
É O ESTILO DA CHAMADA MÍDIA GOLPISTA, UMA TÉCNICA MEIO MEDIEVALISTA DE CRIAR O MEDO E O TERROR INQUISITÓRIO PARA MANTER O PODER, NÃO É DE GRAÇA QUE O SERRA ALIOU-SE ÀS PIORES FORÇAS RETRÓGRADAS E ATÁVICAS DO FEUDALISMO BRASILEIRO - CNA, OPUS DEI, TFP, TRABALHO ESCRAVO E O ESCAMBAU...