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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Emiliano José - O diabo e as drogas

carta capital
12 de novembro de 2010 às 10:58h



A política de criminalização das drogas tem sido um rotundo fracasso. Esta foi uma das conclusões fundamentais do Seminário Internacional O uso e usuários do álcool e outras drogas na contemporaneidade, realizado em Salvador, entre os dias 3 e 6 de novembro, promovido pelo Núcleo de Estudos Avançados Sobre Álcool e outras Drogas e pelo Centro de Estudos e Terapia do Abuso de Drogas (CETAD), vinculado à Universidade Federal da Bahia. Para mim, cuja iniciação nas drogas limita-se ao álcool, de preferência vinho, e uma iniciação que nunca extrapolou limites – de mim, dir-se-ia um careta – foi um impressionante aprendizado.

Disse, durante o seminário, que eu estava apenas costeando o alambrado, relembrando expressão muito a gosto do velho e saudoso Leonel Brizola. Estou começando a me aproximar do tema, embalado pelos conhecimentos da psicanalista Maria Luiza Mota Miranda, coordenadora do Núcleo de Estudos Avançados Sobre Álcool e outras Drogas, e do deputado Paulo Teixeira, amigo e companheiro, do PT de São Paulo, um dos conferencistas do encontro. Numa sociedade como a brasileira, dada a uma impressionante hipocrisia e farisaísmo, não é um tema simples de ser abordado.

É só lembrar o que foi a recente campanha presidencial para ver o quanto um tema como esse é explosivo. Afinal, o aborto, ao qual milhares de mulheres de classe média recorrem colocando-se sob cuidados médicos especializados e milhares de mulheres pobres morrem ou têm seqüelas decorrentes de abortos realizados em condições ultrajantes, para compreender como alguns assuntos são tratados como tabus. Serra descarregou toda a sua carga de farisaísmo, de hipocrisia, e só foi constrangido a parar quando revelou-se que sua mulher, Mônica, havia feito um aborto. Se o aborto enfrenta clima tão adverso, imagine a discussão em torno das drogas, especialmente uma discussão que pretenda não deixar o tema vinculado exclusivamente à esfera policial, à repressão violenta, a tratamentos desumanos, à perspectiva pura e simples da proibição.

Disse, durante o seminário, que toda essa política proibitiva, repressiva, estava e está vinculada a uma visão imperial, e vem de longe. Os EUA de há muito trabalham com essa ideia de combate às drogas, e os resultados que colhem são extremamente precários – quase nenhum. Afinal, todos se lembram das conseqüências da Lei Seca, dos anos 30. A proibição do consumo do álcool resultou, a rigor, no fortalecimento da máfia, de métodos criminosos, e não resolveu, de modo nenhum, o problema. Assim, tem acontecido atualmente com as drogas em escala mundial. Se tomamos a América do Sul como exemplo, os EUA têm desenvolvido uma autêntica guerra contra as drogas, e essa guerra não tem implicado em diminuição da oferta da droga, a par de servir de pretexto para a instalação de bases militares no Continente.

A psicanalista Maria Luiza Mota Miranda, na fala de abertura do seminário, lembrava que não há notícias históricas de uma sociedade sem drogas. Parece chocante ouvir isso, mas é absolutamente verdadeiro. E as drogas, com suas propriedades psicoativas, revelaram-se sempre um potente recurso das pessoas para a sobrevivência, pois anestesiam dores das intempéries, da fome e do frio, e constituem solução para a angústia e a dor da existência, como solução momentânea. Como medicamento, alivia tensões, stress, dores, sofrimentos. E ela, provocando, pergunta: o que dizer do vinho, o maior dos afrodisíacos, símbolo do prazer, louvado pelos poetas? E a cocaína, desde há muito inscrita na cultura dos povos, em suas religiões, rituais e no auxílio à força produtiva?

As perguntas de Maria Luiza podem parecer impróprias ou revelar apenas tentações panfletárias, mas não é nem uma coisa, nem outra. Têm absoluta propriedade. Vem de uma especialista que trabalha com o assunto há muito tempo. Ao lado do CETAD, um centro que se dedica ao assunto há mais de 25 anos, sob a dedicada orientação do professor Antonio Nery Filho, que fez a conferência de abertura do seminário sob o título, também aparentemente provocante, O CETAD e sua trajetória de 25 anos no campo da invisibilidade social. E Maria Luiza, na sua postura de questionar, perguntou mais:

Se há tantos séculos e de tantas formas o álcool e as outras drogas perfilam na história dos homens por que o uso dessas substâncias ganha um destaque tão intenso em nossa cultura, transformando-se em fenômeno e em sintoma social contemporâneo, especialmente a partir da segunda metade do século XX?

Para Maria Luiza, a lógica capitalista atual, com o avanço da ciência e da tecnologia, possibilita a transformação de algumas substâncias em negócios de larga escala e de grande valor econômico, entre elas as substâncias psicoativas que hoje ocupam um dos primeiros lugares na economia mundial, junto com a indústria de armas.

Assim, considerar, ainda para acompanhar a palestra de Maria Luiza, os usos intensivos do álcool e outras drogas uma doença sem cura, um desvio de comportamento, uma perversão, transforma a substância em mito, reduz o problema à dimensão clínica, deixando ao indivíduo somente a condição de impotência, sem alternativa senão a da marginalização. E não falamos de alienígenas, de seres distantes de nós, mas de nossos filhos, de nossos amigos, das figuras mais queridas de nossas vidas. As drogas, em suas múltiplas manifestações, as legais, tantas, e as ilegais são parte inseparáveis da vida contemporânea, a par de ter sido parte, também, como já dito, de todos os períodos históricos. Baco nunca nos abandonou, foi sempre um deus generoso, pródigo.

Na sociedade do consumo desenfreado, do gozo sem limites prometido pelo capitalismo, império do valor de troca, para recuperar noção cara ao marxismo, o gozo da droga se adequa como uma luva às leis do mercado. Por tudo isso, a discussão sobre as drogas, sobre essa louca política simplesmente repressiva, precisa ser muito ampliada, e não pode vincular-se a um desespero apocalíptico que muitos querem divulgar, espécie de beco sem saída a que estaríamos condenados, especialmente com a emergência do crack, novo demônio dos nossos tempos.

O buraco é mais embaixo, a discussão tem ir até os fundamentos de nossa sociedade, pensar a própria lógica capitalista, que estimula profundamente o uso das drogas, tanto com a pletora das drogas legais, que vão do álcool à profusão de drogas medicamentosas, até as ilegais, cujo consumo cresce, cresce e cresce, salvo naqueles países onde o consumo foi legalizado ou ao menos uma política menos repressiva foi implantada, a exemplo da Holanda, Portugal e Espanha.

Como estou costeando o alambrado, reflito sobre uma passagem de um livro de Saramago, que li há muito tempo – o título, se me lembro bem é O Evangelho segundo Jesus Cristo. Numa conversa entre Deus, Jesus e Lúcifer, no meio de um lago, ou do mar, não me recordo bem, Lúcifer, diante do mundo de sofrimentos que viria à frente, e Deus podia saber o que viria de sofrimentos na esteira do cristianismo, Lúcifer propõe então a Deus, para evitar todas aquelas dores, que ele voltasse ao aprisco dele, já que antes fora um de seus anjos prediletos. Deus, então, reage: não, de jeito nenhum, eu sem você não sobrevivo. Como faz muito tempo que li, pode haver equívocos, mas é mais ou menos este o raciocínio.

Penso que hoje há um demônio, a necessidade de um demônio, e o demônio deve ter sempre um nome: drogas, drogas ilícitas. E para chegar ainda mais perto do diabo, para ter um alvo, melhor ter um nome mais específico, e aí encontraram o crack, que é dada como uma droga mortal, contra a qual nada se pode fazer. E o usuário vira um adereço, uma estatística. Deixa de ser uma pessoa, um ser humano.

Antes, durante décadas, o Império apresentou um demônio ao mundo: o comunismo. Comunista, todos se lembram, comia criancinhas, e agora Serra tentou ressuscitar até a frase pelas palavras de sua mulher. Acabou a guerra fria, e é sempre necessário ter um demônio, mesmo que seja só nas aparências, mesmo que contraditoriamente, seja a partir mesmo do Império que o consumo, o grande negócio das drogas, legais e ilegais, seja tão profundamente estimulado. O diabo necessário agora são as drogas.
É fundamental desmistificá-lo. Trazer o assunto para perto das pessoas. Humanizar o problema. Olhar para os usuários com o carinho necessário. Trabalhar sem preconceitos com a ideia da legalização ou, para dizer de outra forma, quem sabe menos assustadora, com outros paradigmas que não sejam apenas aqueles vinculados à repressão pura e simples.

Costuma-se dizer que o diabo, ele outra vez, mora nos detalhes. Um detalhe simples: como trabalhar contra as drogas, com tanta violência, numa sociedade que nos bombardeia, segundo a segundo, com a promessa do gozo incessante, que se afirma como a sociedade do gozo eterno? Não há possibilidade de discutir a droga sem discutir a permanente droga proposta pela sociedade capitalista, a promessa do gozo sem fim, só possível por minutos no delírio que as muitas drogas possibilitam.

Eliminar as drogas é impossível. Ter outra convivência com elas, não. Esse foi o ensinamento desse oportuno seminário. Agora, nem que a médio prazo, trata-se de tirar conseqüências políticas disso, na esteira do que vem sendo feito na Europa, ou continuar o banho de sangue, cujo exemplo mais próximo de nós, de conseqüências assustadoras, vem sendo dado pelo México, cuja guerra contra as drogas tem implicado num quase genocídio.

sábado, 9 de outubro de 2010

PV (que o Serra bajula) é a favor do aborto, da maconha e do casamento gay

PV (que o Serra bajula) é a favor
do aborto, da maconha e do casamento gay

Eu - FHC já defendeu a descriminalização da maconha, etc e tal)!!!!!!!!!!
do conversa afiada


Leia rápido antes que os brucutus do Serra tirem do ar:



Está no site do Partido Verde para qualquer um ver. Está registrado no TSE. É o programa do PV, aprovado em sua Convenção Nacional por maioria absoluta de votos e sem contestação.
A atual campanha presidencial está sendo pautada pelo falso moralismo e a hipocrisia, em que temas como aborto, casamento gay e outras questões polêmicas têm sido exploradas de forma irresponsável e sendo alvo de manipulação através de impressionante guerrilha virtual comandada pelos apoiadores de José Serra na internet. Dilma Rousseff, a candidata de Lula e de mais de 47 milhões de brasileiros foi acusada de forma vil e mentirosa aqui na internet de querer legalizar o aborto, censurar a imprensa, fechar igrejas evangélicas e outras ignomínias.
Hoje José Serra está lutando para atrair o PV para que o apóie. A imprensa já noticiou que Serra ofereceu, em uma barganha condenável e torpe, quatro ministérios para que o Partido Verde participe de sua campanha. Então é preciso que os brasileiros saibam um pouco mais sobre o PV, esse partido-de-conveniência, onde Marina Silva, depois de 30 anos no PT, encontrou guarida; esse ajuntamento político que apóia todos os governos estaduais em troca de cargos. Em São Paulo estão com o PSDB e participam do governo. No Paraná estão com o PMDB e participam do governo. Em Minas Gerais abocanharam o seu quinhão fisiológico no governo de Aécio Neves e continuaram agarrados ao osso no de Antônio Anastasia. Hay gobierno? O PV está lá!
Em uma rápida pesquisa pelo programa de governo do Partido Verde, percebe-se que quem é favorável a pontos polêmicos é o partido de Fernando Gabeira. Entre eles, a legalização do aborto, a legalização da maconha, a diminuição da maioridade penal para 16 anos, o controle externo da mídia, a legalização do casamento gay e da prostituição, a entrega da Amazônia aos estrangeiros, o aumento dos impostos e muito, muito mais!
Contra fatos não há argumentos. Abaixo você se defrontará com a verdade mais cristalina, expressa no programa do PV, estampado no site dos verdes na internet (link):
* Entrega da Amazônia aos estrangeiros
O programa do partido é bem claro. No capítulo “Economia Verde para uma Vida Melhor”, exatamente no item 4, o partido diz:
“Os verdes não fazem uma distinção maniqueísta entre investimentos nacionais e estrangeiros. Preferem tomar como critério as implicações e conseqüências sociais e ecológicas desses investimentos…”
Na prática, significa a entrega da Amazônia, o pulmão do mundo e uma das maiores riquezas do Brasil e de seu povo, com seus biomas naturais, diversidade ecológica, fauna e flora, à empresas estrangeiras. Significa BIOPIRATARIA. Aquele falso email de alguns anos atrás, que mostra um mapa da Amazônia como “região internacional” pode se tornar realidade se o PV for para o governo e colocar em prática o seu programa.
* Controle Social da Mídia
Quando o PT propõe controle externo dos meios de comunicação, a mídia tucana grita e o acusa de CENSURA! E quando o PV faz isso, chamamos do quê? É o que consta no programa do partido, item C do capítulo ”Cultura e Comunicação”:
“democratizar e descentralizar os meios de comunicação de massa permitindo o acesso dos cidadãos a rádios e TVs livres procurando propiciar uma situação onde muitos cidadãos possam se dirigir a outros cidadãos.”
* Legalização da prostituição do casamento gay
Ainda no mesmo capítulo 4 do programa do PV, o ítem I é o mais polêmico de todos: abre espaço para a legalização do casamento gay e prostituição enquanto profissão. Vamos ao texto:
“ defender a liberdade sexual, no direito do cidadão dispor do seu próprio corpo e na noção de que qualquer maneira de amor é válida e respeitável”
* Desestímulo a pesquisas científicas com células-tronco
No capítulo 7 – “Reprodução Humana e Cidadania”, o PV desestimula pesquisas genéticas com células-tronco e reprodução in vitro, enterrando o sonho de milhares de famílias que almejam ter filhos e não conseguem por meios naturais ou de milhões de seres humanos que sofrem de enfermidades como a cegueira, esclerose múltipla ou a distrofia muscular. É o mesmo posicionamento ridículo e medieval de George W. Bush, que o presidente Barack Obama já baniu da agenda norte-americana, incentivando a ciência e a luta por seus avanços na pesquisa e na cura. É o item D:
“a fiscalização rigorosa das práticas de manipulação genética e inseminação artificial…”
* Legalização do aborto
O mais polêmico dos pontos também se encontra em “Reprodução Humana e Cidadania”, do programa do PV. O texto não deixa dúvidas quanto ao desejo do partido em legalizar o aborto, tema tão combatido tanto por Marina Silva (ex-candidata do próprio PV…) quanto por Dilma Rousseff (hoje Serra se diz contra, mas no senado apoiou o projeto de lei 78/1993 que o legalizava):
“a legalização da interrupção voluntária da gravidez com um esforço permanente para e redução…”
* Redução da maioridade penal para 16 anos
No capítulo 8 – “Justiça e Segurança”, o PV é demasiadamente retrógrado ao tentar resolver todos os problemas da violência com a redução da maioridade penal. Está lá no item C:
“redução da idade de responsabilidade penal para 16 (dezesseis) anos, nos casos de crime contra a vida e a integridade física”
* Legalização do Jogo do Bicho
O PV é duro contra os menores infratores, mas resolve premiar os contraventores do Jogo do Bicho com a legalização das atividades. Seria um agradecimento aos bicheiros cariocas que encheram as burras de campanhas do ex-Gabeira? Ainda estamos no capítulo ”Justiça e Segurança”, mas agora é o item E:
“a descriminalização das atividades como os jogos de azar e o jogo do bicho, cuja ilegalidade, além de inócua, termina por estimular crimes muito mais graves como a corrupção passiva e a extorsão policial”
* A legalização da maconha
O PV, apesar do atual discurso moralista de sua ex-candidata e de seus dirigentes, é bem claro quanto ao assunto. No item 4 do capítulo “Justiça e Segurança”, os verdes defendem a legalização da ‘canabis sativa’ :
“O PV propõe:
a) Uma nova Lei de Entorpecentes, legalizando o uso da Canabis Sativa para fins industriais, médicos e pessoais, descriminalizando o uso de drogas, que passa a ser encarado, em situações de dependência de drogas pesadas, como um problema de saúde e não de repressão e prisão”
O PV quer ainda o “uso controlado pelo Estado” da maconha. A corrupção atingirá níveis alarmantes, pois os dependentes farão de tudo para conseguir as drogas.
* O aumento de impostos
Para “financiar a ecologia”, o PV quer, no capítulo 10 sobre “Energia”, o aumento de impostos. No item 4A, o partido é claro:
“a instituição de uma taxa ambiental de 1% sobre combustíveis fósseis para financiar programas de despoluição”.
Na prática, este imposto verde do PV é muito mais danoso para a economia que a extinta CPMF. Tributar em 1% os combustíveis fósseis, em outras palavras, a gasolina, significa encarecer toda a cadeia produtiva, uma vez que a maior parte das mercadorias brasileiras circula por caminhões no território nacional. Além de todos os demais desatinos, o partido-de-conveniência, é um voraz adepto da condenável prática do aumento de impostos, taxas e tributos!
* Enfraquecimento da Petrobras
Ainda no assunto sobre a energia, o PV comete brutal equívoco (pregam a auto-suficiência quando o Brasil faz anos já é auto-suficiente) ou um crime de lesa-pátria ao revestirem-se de pensamentos tucanos e, literalmente, tentar acabar com a Petrobrás, a maior empresa do Brasil, segunda maior empresa de energia do mundo e uma das maiores empresas do planeta. Os verdes, apenas e tão somente, querem quebrar a espinha dorsal do maior patrimônio material dos brasileiros às vésperas do início da exploração do Pré-Sal! Está lá, no item B:
“a busca de auto-suficiência na produção de petróleo através da flexibilização do monopólio da Petrobras…”
* Dar poder de polícia aos seringueiros
No capítulo 11, ”Política Nacional de Meio Ambiente e Grandes Ecossistemas”, em seu item 2F, o PV quer dar poder de polícia aos seringueiros. Seria o mesmo que investir o MST ou a UDR de faculdades legais que lhes permitissem portar armas, deter pessoas, invadir propriedades e se constituirem em milícias particulares à margem da lei e, paradoxalmente, protegidos e regulamentados pela União! Trata-se de uma excrescência. Vejam:
“a criação de uma guarda florestal voluntária, constituída de seringueiros…”
* Suspender investimentos em Carajás
Ainda na Política Nacional de Meio Ambiente, o item F propõe suspender investimentos de siderúrgicas em Carajás – nossa extraordinária reserva mineral localizada no coração do Estado do Pará - acabando com milhares de empregos na região, subtraindo bilhões em impostos dos cofres públicos, com a utilização de desculpa esfarrapada simplesmente por não ter idéia do que se fazer com o problema da poluição ou competência para apresentar uma solução viável:
“a suspensão de projetos de siderúrgicas de ferro-gusa do programa Grande Carajás, alimentadas a carvão vegetal até que seja encontrada uma solução que minimize seus impactos ambientais”
Marina Silva disputou a presidência da República por um partido que prega a legalização do aborto, do casamento gay, da prostituição, da maconha e do jogo-do-bicho, além de propor a criação de milícias, o fim da Petrobrás e de Carajás, a redução da maioridade penal, o controle externo da mídia e condena os avanços da ciência e da humanidade, ao pregar a proibição das pesquisas com células-tronco.
Os brasileiros precisam saber mais sobre o PV e seu programa liberticida.
O link para a leitura do Programa do Partido Verde é este abaixo. Leiam antes que os proprietários daquela legenda-de-aluguel o retirem do ar ao sabor das conveniências eleitorais e da demagogia.