Dois atos políticos contra as privatizações marcaram esta quinta-feira. No Rio de Janeiro, aconteceu uma passeata da Candelária até a Avenida Rio Branco, sede da Petrobrás, onde também houve um abraço simbólico à empresa como forma de demonstrar a resistência popular contra a tentativa de retorno do projeto de venda das estatais representado pelo candidato Serra.
“A Petrobrás, que estava sendo desvalorizada para ser vendida, no governo de Lula e Dilma se transformou numa das maiores empresas de petróleo do mundo”, lembraram, em seus discursos, os manifestantes.
Já em Brasília, ao meio dia, funcionários do Banco do Brasil, da Caixa Econômica, Correios, Banco do Nordeste, Banco da Amazônia e Petrobras promoveram um abraço simbólico aos bancos públicos. Em nota publicada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), a entidade relata que as estatais que não foram vendidas por FHC e Serra acabaram sucateadas.
“Nossa luta é para que o patrimônio continue nas mãos dos brasileiros e permaneça público do ponto de vista de concessão de crédito para agricultura familiar, habitação, entre outros pontos”, comenta o secretário de Organização da CUT, Jacy Afonso de Melo.
Além disso, os trabalhadores já estão se mobilizando para realizar mais atos estaduais na próxima terça-feira (26), com o mesmo objetivo: a defesa das estatais brasileiras. “Defender nossas estatais é defender os interesses da população brasileira”, finaliza o secretário da CUT
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário