Mostrando postagens com marcador El Evangelio Según San Mateo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador El Evangelio Según San Mateo. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Dilma: garantir conquistas e consolidar avanços

CARTAMAIOR

Dilma: garantir conquistas e consolidar avanços
Serra representa outro projeto de Brasil que vem do passado, se reveste de belas palavras e de propostas ilusórias mas que fundamentalmente é neoliberal e não-popular e que se propõe privatizar e debilitar o Estado para permitir a atuação livre do capital privado nacional, articulado com o mundial.

Leonardo Boff

O Brasil já deixou de “estar deitado eternamente em berço esplêndido”. Nos últimos anos, particularmente sob a administração do Presidente Lula, conheceu transformações inéditas em nossa história. Elas se derivaram de um projeto político que decide colocar a nação acima do mercado, que concede centralidade ao social-popular, conseguindo integrar milhões e milhões de pessoas, antes condenadas à exclusão e a morrer antes do tempo. Apesar dos constrangimentos que teve que assumir da macroeconomia neoliberal, não se submeteu aos ditames vindos do FMI, do Banco Mundial e de outras instâncias que comandam o curso da globalização econômica. Abriu um caminho próprio, tão sustentável que enfrentou com sucesso a profunda crise econômico-financeira que dizimou as economias centrais e que devido à escassez crescente de bens e serviços naturais e ao aquecimento global está pondo em xeque a própria reprodução do sistema do capital.

O governo Lula realizou a revolução brasileira no sentido de Caio Prado Jr. no seu clássico A Revolução Brasileira (1966):”Transformações capazes de reestruturarem a vida de um pais de maneira consentânea com suas necessidades mais gerais e profundas, e as aspirações da grande massa de sua população…algo que leve a vida do país por um novo rumo". As transformações ocorreram, as necessidades mais gerais de comer, morar, trabalhar, estudar e ter luz e saúde foram, em grande parte, realizadas. Rasgou-se um novo rumo ao nosso pais, rumo que confere dignidade sempre negada às grandes maiorias. Lula nunca traiu sua promessa de erradicar a fome e de colocar o acento no social. Sua ação foi tão impactante que foi considerado uma das grandes lideranças mundiais.

Esse inestimável legado não pode ser posto em risco. Apesar dos erros e desvios ocorridos durante seu governo, que importa reconhecer, corrigir e punir, as transformações devem ser consolidadas e completadas. Esse é o significado maior da vitória da candidata Dilma que é portadora das qualidades necessárias para esse “fazimento” continuado do novo Brasil.

Para isso é importante derrotar o candidato da oposição José Serra. Ele representa outro projeto de Brasil que vem do passado, se reveste de belas palavras e de propostas ilusórias mas que fundamentalmente é neoliberal e não-popular e que se propõe privatizar e debilitar o Estado para permitir atuação livre do capital privado nacional, articulado com o mundial.

Os ideólogos do PSDB que sustentam Serra consideram como irreversível o processo de globalização pela via do mercado, apesar de estar em crise. Dizem, nele devemos nos inserir, mesmo que seja de forma subalterna. Caso contrário, pensam eles, seremos condenados à irrelevância histórica. Isso aparece claramente quando Serra aborda a política externa. Explicitamente se alinha às potências centrais, imperialistas e militaristas que persistem no uso da violência para resolver os problemas mundiais, ridicularizando o intento do Presidente Lula de fundar uma nova diplomacia baseada no dialogo e na negociação sincera na base do ganha-ganha.

O destino do Brasil, dentro desta opção, está mais pendente das megaforças que controlam o mercado mundial do que das decisões políticas dos brasileiros. A autonomia do Brasil com um projeto próprio de nação, que pode ajudar a humanidade, atribulada por tantos riscos, a encontrar um novo rumo salvador, está totalmente ausente em seu discurso.

Esse projeto neoliberal, triunfante nos 8 anos sob Fernando Henrique Cardoso, realizou feitos importantes, especialmente, na estabilização econômica. Mas fez políticas pobres para os pobre e ricas para os ricos. As políticas sociais não passavam de migalhas. Os portadores do projeto neoliberal são setores ligados ao agronegócio de exportação, as elites econômico-financeiras, modernas no estilo de vida mas conservadores no pensamento, os representantes das multinacionais, sediadas em nosso pais e as forças políticas da modernização tecnológica sem transformações sociais.

Votar em Dilma é garantir as conquistas feitas em favor das grandes maiorias e consolidar um Estado, cuja Presidenta saberá cuidar do povo, pois é da essência do feminino cuidar e proteger a vida em todas as suas formas.



Leonardo Boff é teólogo e escritor.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Serra cogita troca do vice e depois recua

Integrantes do comitê de José Serra à Presidência consultaram a assessoria jurídica da campanha sobre a possibilidade de troca do vice Indio da Costa (DEM-RJ) no segundo turno da eleição.


O advogado da campanha, Ricardo Penteado, desaconselhou a operação, alertando para riscos de perda do registro da candidatura de Serra.


Segundo relato de um tucano, integrante da cúpula da campanha e íntimo colaborador de Serra, a assessoria jurídica argumentou que a substituição do vice pode ser questionada na Justiça.


A avaliação de Penteado é de que, apesar de dúbia, a Constituição permite a interpretação de que o vice é também titular da chapa, não só o candidato em si. E, que passado o primeiro turno, o vice pode ser considerado como uma espécie de sócio da votação destinada à chapa.


Especialistas ouvidos pela Folha afirmaram que a troca é permitida pela legislação.


Serra negou que tenha cogitado a substituição porque era "juridicamente inviável".


"Eu já sabia disso antes". Segundo democratas, o próprio Serra telefonou para Indio para negar qualquer intenção de substituição.


Alimentada por alguns integrantes da campanha, a ideia de substituição do vice nasceu da torcida pela ampliação do eleitorado de Serra no segundo turno. O nome de Fernando Gabeira (PV-RJ) chegou a ser cogitado.


Mas a proposta foi descartada porque a Lei Eleitoral não permite a indicação de um nome cujo partido não componha a coligação original do candidato.


Num segundo momento, ventilou-se a hipótese de o ex-governador Aécio Neves (PSDB) assumir a vice. Mas essa possibilidade foi desautorizada não só por orientação jurídica, mas por não se saber que impacto político provocaria sobretudo no Rio.


Segundo especialistas, para ocupar a vice Aécio teria que renunciar ao Senado.


O tema é controverso, uma vez que consulta feita ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) em 1994 indicou que esse tipo de substituição poderia provocar um desequilíbrio no processo eleitoral.


Para descartar o assunto, democratas lembraram que a troca só seria possível com a anuência do próprio Indio, que teria que renunciar.


Irritados com os rumores, democratas chegaram a se queixar da discussão de uma agenda negativa num momento em que Serra deveria buscar a união entre aliados.


Para debelar a crise, tucanos se apressaram para negar qualquer iniciativa nesse sentido. "Isso é um factoide", afirmou Aloysio Nunes Ferreira, senador eleito pelo Estado de São Paulo.


Ontem, Indio acompanhou Serra numa reunião com o governador e senadores eleitos em Santa Catarina. Na reunião, Serra ouviu a avaliação dos presentes sobre a qualidade do programa de TV. Segundo participantes do encontro, ele prometeu um embate mais político.Da Folha dos tucanos

Conquistar cada palmo de terreno na luta

Meus caros:


Passados os momentos iniciais do primeiro turno das eleições acho necessário que façamos uma reflexão sobre a importância de evitarmos um retrocesso sem tamanho nas muitas conquistas dos últimos anos.


Serra, será um retrocesso sem tamanho e cada retrocesso vai custar mais sangue e suor aos brasileiros para recobrar condições efetivas de avanços.


Serra traz consigo o tempo de FHC, o tempo das privatizações (lá se vai nossa PETROBRAS, nosso BANCO DO BRASIL, etc).


Qualquer pessoa minimamente informada percebe a campanha da mídia privada em favor do candidato tucano.Marina da Silva foi só um lamentável equívoco de setores da esquerda. Está à direita ao lado de Serra, mesmo que não tome posição, ou declare voto em Dilma.


Como ela própria disse a Serra em telefonema assim que chegou a São Paulo no domingo, depois de votar no Acre, seu estado e onde foi derrotada. "FIZ A MINHA PARTE, AGORA É COM VOCÊ".


Candidatos laranjas, caso de Marina são comuns.


Mas não é hora de discutirmos erros, é hora de evitar o retrocesso.


Um retrocesso cujo custo será e é impensável.


Por isso a necessidade de buscarmos cada palmo de terreno sabedores que a extrema-direita vem com toda a gana possível tentar vencer as eleições e transformar este pais de protagonista em coadjuvante no cenário mundial, com perdas irreparáveis para os brasileiros da atual geração, das gerações futuras.


Serra é o que há de mais sinistro na política nacional.


Corrupto, ligado a grupos estrangeiros, venal, dissimulado, associado a setores ligados à ditadura militar, sem opinião só com interesses dos grupos que representa.


A política diz respeito a todos nós e o preço a ser pago por uma eventual derrota será imenso se comparado com quaisquer críticas que se possa fazer a Lula.


É hora de dizer não à extrema-direita, uma luta casa a casa, quarteirão a quarteirão, rua a rua, bairro a bairro, cidade a cidade, estados e todo o país, para que as lágrimas não venham à frente e com elas o arrependimento de atitudes muitas vezes corretas nas análises, mas impensadas no todo, diante da História.


É hora de pensarmos o Brasil e os brasileiros e impedir que os abutres fascistas tome conta.


O general Torres de Mello, notório torturador, responsável por crime de lesa humanidade, postou hoje a seguinte mensagem donde se vê onde anda José Arruda Serra.




“FOMOS AO 2º TURNO. DOC. 307 – 2010


WWW.FORTALNET.COM.BR/GRUPOGUARARAPES


Chegamos lá. O esforço de cada um permitiu que a luta continuasse, mesmocom toda pressão do governo para que a senhora DILMA ganhasse a eleição no1º turno.Pulamos o primeiro obstáculo. Vamos vencer o 2º turno. Somos maissinceros, éticos, humanos, democratas e combatemos a MENTIRA, que é a grande desgraça do Brasil atual.


UNIDOS PELA VITÓRIA!


VAMOS REPASSAR! A INTERNET É A NOSSA ARMA!


ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES! PERSONALIDADE JURÍDICA sob reg. Nº12 58


93. Cartório do 1º registro de títulos e documentos, em Fortaleza . Somos 1.762 civis – 49 da Marinha - 474 do Exército – 50 da Aeronáutica; 2.335. In Memoriam 30 militares e dois civis. Batistapinheiro30@yahoo.com.br.


WWW,fortalweb.com.br/grupoguararapes. 5 DE OUT DE 2010


A VITÓRIA DO SERRA SERÁ A SALVAÇÃO NACIONAL”


São as companhias de Arruda Serra é preciso resistir. Não queremos mais esse tipo de gente.


É necessário avançar e DILMA é o caminho. SERRA é o retrocesso.


Laerte Braga