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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Secom promove seminário internacional para discutir convergência de mídias

O Governo Federal, por meio da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República promove na próxima semana, em Brasília, o Seminário Internacional das Comunicações Eletrônicas e Convergência de Mídias.

O objetivo é fornecer subsídios para legisladores, reguladores, formuladores de políticas públicas e segmentos empresariais e da sociedade civil que lidam com as diversas questões relacionadas às comunicações.

A deputada Cida Diogo (PT-RJ), da Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara, destaca que o momento é propício para esse tipo de debate, uma vez que nas últimas eleições houve falta de ética e mentiras oriundas principalmente da internet.

De acordo com Cida Diogo, o seminário é uma maneira de discutir aspectos éticos e garantir mais acesso à comunicação eletrônica para que ela evolua com responsabilidade. "A presidente eleita Dilma Rousseff, por exemplo, foi alvo de ataques criminosos por sites que tentaram prejudicar a sua candidatura com mentiras e difamações. Em uma disputa limpa isso não teria acontecido", disse.

O seminário contará com a participação de 11 especialistas, dirigentes e representantes de entidades e órgãos reguladores de seis diferentes países. Eles debaterão as experiências, avanços e limitações e processos regulatórios de radiodifusão e telecomunicações.

O evento acontece nos dias 9 e 10 de novembro de 2010, em Brasília, no Teatro da Caixa - SBS, Quadra 4, Lote 3, 4.

O evento será transmitido ao vivo. Para mais informações acesse www.convergenciademidias.gov.br

sábado, 25 de setembro de 2010

Editorial do Estadão não é pró-Serra é anti-Lula

tijolaço

Ao seu candidato, o Estadão destinou sete linhas. O resto fica para o dia-a-dia
O editorial em que o Estadão declara publicamente o apoio a José Serra, a uma semana da eleição, destina sete linhas ao que seriam as qualidades do candidato tucano e nove parágrafos a atacar o presidente Lula e sua gestão, aprovados por 80% dos brasileiros segundo a pesquisa Ibope divulgada ontem.

Para o Estadão, os progressos sociais e econômicos do governo Lula são um “mal a evitar”. O jornal dos paulistas quatrocentões afirma que Lula tem o “mau hábito de perder a compostura quando é contrariado”, que preside um governo “moralmente deteriorado”, que se transformou em “chefe de facção”, que se entrega a “autoglorificação” e que “atropela as leis”.

É incrível como a visão das elites é preconceituosa e oposta ao que percebe e sente a população. Lula é recebido com um sorriso no rosto onde quer que vá,e o povo se sente muito bem representado por ele. Ao contrário dos candidatos historicamente apoiados pelo Estadão, todos paulistas, à exceção de Collor, por falta de opções, Lula é um presidente popular, de bem com o país que preside, e que só encontra hostilidades da parte dos que perderam algum poder com sua chegada à Presidência.

Lula vai deixar para seu sucessor, que certamente não será o candidato do Estadão, um país infinitamente melhor do que recebeu do ex-candidato do Estadão. E ao contrário do que diz o jornmal, jamais atentou contra a democracia, mesmo com a campanha impiedosa que sofreu durante os oito anos de seu governo pelo Estadão e seus similares. O Estadão não é a favor de Serra, como as econômicas sete linhas de seu editorial comprovam, mas contra Lula. Contra o Brasil que dá certo, popular e nacionalista