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segunda-feira, 25 de abril de 2011

- cartamaior -DELFIM : QUEM CONTROLA A MÍDIA IMPÕE SUA VISÃO ECONÔMICA E COLOCA EM XEQUE A DEMOCRACIA

"...Há opiniões de gente do governo (e também de fora) de que o momento não é propício a uma ampla discussão do problema (o desafio da inflação e suas intercorrências na questão dos juros e a relação destes com a valorização cambial), porque isso poderia deteriorar ainda mais as expectativas inflacionárias. Concordo que essa é uma preocupação importante, mas a ampliação do debate hoje é necessária para que não prevaleça o pensamento único imposto à imprensa por grupos restritos que se julgam portadores de uma ciência econômica que, na verdade, não existe. 'Cientificamente', os vastos recursos do sistema financeiro influem decisivamente na construção das expectativas da inflação. São elas que dão o suporte necessário à elevação das taxas de juro. Nosso papel é insistir em questionar esse mecanismo das expectativas que o Banco Central acaba sancionando. No final, oficializa a estimativa de inflação que é a do próprio sistema financeiro (...) este é um processo perverso que pode por em xeque a própria democracia: quem controla a mídia acaba impondo a sua vontade. Vivemos um período relativamente longo (nos anos que antecederam a eleição de Lula) em que o debate econômico esteve interditado. Com a 'virada da agenda' em favor do crescimento com inclusão social, parece ter renascido o interesse em discutir a política econômica de forma ampla, sem restrições" (Delfim Netto/ Carta Capital)

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Bancos dos EUA e a grana do narcotráfico - blog do miro

Reproduzo artigo de David Brooks, do jornal La Jornada, publicado no sítio Carta Maior:

Alguns dos principais bancos e financeiras estadunidenses, entre eles Wells Fargo, Bank of América, Citigroup, American Express e Western Union, lucraram durante anos com a lavagem de dinheiro oriundo do narcotráfico e só pagam multas mínimas, sem que nenhum executivo seja encarcerado quando as autoridades conseguem detectar o negócio ilícito.

Em múltiplos casos fiscalizados durante os últimos anos, estes bancos estadunidenses confessaram não ter cumprido as leis e regulamentos federais para controlar a lavagem de dinheiro, ao participarem das transferências de bilhões de dólares em fundos ilícitos provenientes do narcotráfico mexicano.

Esse é o caso do Wachovia Corp, antes o sexto banco do país, comprado pelo Wells Fargo em 2008 e agora o banco com mais sucursais nos Estados Unidos. O Wells Fargo admitiu perante um tribunal que o Wachovia não vigiou nem informou sobre as atividades suspeitas de lavagem de dinheiro por narcotraficantes, incluindo quantias para a compra de pelo menos quatro aviões nos Estados Unidos, que transportaram um total de 22 toneladas de cocaína. O outro banco envolvido na transferência de fundos com os quais se comprou um desses aviões – um DC-9 que em seguida foi confiscado no México com toneladas de cocaína – foi o Bank of America, reportou o Bloomberg News.

Tudo isso foi revelado num acordo judicial do banco com procuradores federais, em março de 2010. Nos documentos judiciais do caso lidos pelo La Jornada, Wachovia admitiu que não fez o suficiente para detectar fundos ilícitos sob sua administração, na casa de mais de 378,4 bilhões de dólares, em seus negócios com casas de câmbio mexicanas, entre maio de 2004 e maio de 2007.

Desse total, Wachovia processou ao menos 373,6 bilhões em transferências eletrônicas, mais 4,7 bilhões em traslados de dinheiro em espécie e outros 47 bilhões em depósitos de cheques internacionais. Nem todos esses fundos estão vinculados ao narcotráfico, mas segundo as investigações do Departamento de Justiça bilhões não foram sujeitos à fiscalização exigida pela lei, e centenas de bilhões de dólares desses fundos estavam diretamente ligados ao narcotráfico.

Wachovia, violação recorde

Pelo volume total de fundos que não estiveram sujeitos à fiscalização antilavagem de dinheiro, o caso do Wachovia se tornou a maior violação da Lei de Sigilo Bancário na história. Essa lei obriga os bancos a reportarem às autoridades toda transferência de fundos em espécie em valores acima de 10 mil dólares, assim como a informar sobre atividade suspeita de lavagem de dinheiro.

O procurador federal no caso, Jeffrey Sloman, declarou em março, ao anunciar o acordo com Wells Fargo: “A desatenção flagrante de nossas leis bancárias por Wachovia permitiu uma virtual carta branca aos cartéis internacionais de cocaína para financiar suas operações, ao lavarem ao menos 110 milhões de dólares em lucros com a droga”.

Não é que ninguém tenha notado. O próprio banco admitiu perante o Tribunal que já desde 2004 o Wachovia reconheceu o risco. Mas apesar das advertências permaneceu no negócio, segundo os documentos lidos por La Jornada.

Esse negócio era a administração e traslado de fundos de pelo menos 22 casas de câmbio no México que tinham contas no Wachovia. Um exemplo citado nos documentos é o da Casa de Câmbio Puebla S/A, cujos gerentes criaram empresas fictícias para os cartéis e, segundo o Departamento de Justiça, conseguiram lavar uns 720 milhões de dólares, por meio de bancos estadunidenses.

De fato, foi o caso da Casa de Câmbio Puebla que detonou esta investigação das autoridades federais. Desde 2005 algunas transferências de fundos do Wachovia já estavam sob investigação, em suas sucursais em Miami, a partir do México, por meio de casas de câmbio, e estes fundos eram utilizados para comprar aviões destinados ao narcotráfico, informam os documentos judiciais do caso.

Por outro lado, durante esse período o diretor da unidade antilavagem de dinheiro de Wachovia em Londres, Martin Woods, suspeitava que narcotraficantes utilizavam o banco para mover quantias. Ele informou a seus chefes, que lhe ordenaram a deixar o assunto de lado, e por isso renunciou ao seu postos reportou a Bloomberg. Woods disse a essa agência que “é a lavagem de dinheiro dos cartéis pelos bancos que financia a tragédia... Se não se vê a correlação entre a lavagem de dinheiro pelos bancos e as 22 mil pessoas assassinadas no México não se entende o que está em jogo”.

Depois de ser acusado de violar a lei, Wells Fargo, agora dono do Wachovia, comprometeu-se num tribunal federal de Miami a reformar seus sistemas de vigilância. Pagou 160 milhões de dólares em multa e, caso cumpra suas promessas feitas às autoridades federais, estas deixarão os encargos contra o banco em março de 2011.

Esta prática é comum nestes casos e se chama acordo de fiscalização diferida. Por meio dele um banco paga uma multa, coopera com a investigação e se compromete a não violar a lei, mais.

Nenhum empregado recusou a propina

Em sua reportagem a Bloomberg enumera vários outros casos em que bancos pagaram multas e mudaram suas práticas, mas não enfrentaram nenhuma consequência penal importante por suas ações. É o caso da American Express Bank International de Miami, que pagou multas em 1994 e em 2007, do Bank of America, cujas sucursais em Oklahoma City foram utilizadas para comprar aviões para narcotraficantes, bem como as contas em suas sucursais de Atlanta, Chicago e Brownsville, Texas; e também há casos documentados sob investigação sobre o uso de sucursais no México de bancos estrangeiros como o Citigroup, HSBC e Santander.

Outro caso é o do Western Union, que no começo deste ano pagou 94 milhões de dólares para encerrar uma investigação criminal e civil do procurador geral do Arizona, depois que numa operação agentes à paisana da polícia estadual, disfarçados de narcotraficantes, conseguiram subornar, em várias ocasiões, empregados da empresa para trasladar dinheiro de maneira ilícita. Em 20 escritórios diferentes do Western Union, nenhum empregado jamais recusou a propina para permitirem envios de quantias atribuídas a laranjas.

Calcula-se que quase 30 bilhões de dólares em dinheiro vivo se mova de um lado a outro da fronteira mexicana com os Estados Unidos. E uma parte desses recursos é depositada em bancos de ambos os países e em bancos internacionais, a partir dos quais os fundos podem ser trasladados por todo o sistema financeiro internacional.

quinta-feira, 3 de março de 2011

viomundo - Carta Maior: BC já transferiu 15 bi aos rentistas

3 de março de 2011 às 0:31
UM ‘LEXOTAN’ DE R$ 7,5 BILHÕES AOS ‘MERCADOS’

da Carta Maior

Reunião do Copom desta 4º feira serviu um ‘lexotan’ de R$ 7,5 bilhões aos mercado financeiros, com mais uma alta de 0,5 ponto na taxa básica de juro do país. O valor equivale a quase quatro vezes o gasto previsto com o reajuste do Bolsa Família, anunciado no dia anterior, que deixou os ‘mercados nervosos’ embora beneficie 50 milhões de brasileiros mais pobres. Desde 19 de janeiro, o BC já elevou em 1 ponto a taxa de juros, agora fixada em 11,75% –a mais alta do mundo. Significa que em apenas 41 dias, houve uma transferência de R$ 15 bilhões em recursos fiscais dos cofres públicos aos rentistas detentores da dívida interna. Em 2010, foram pagos, no total, R$ 190 bilhões em juros. O que diz a mídia sobre essa ‘gastança’ desenfreada?

(Carta Maior; 5º feira-, 03/03/2011)

PS do Viomundo: O salário mínimo, com diz a revista Veja, é altamente inflacionário.

sábado, 20 de novembro de 2010

fsp - Atitude de presidente do BC irrita Dilma

Meirelles teria dito que condicionava sua permanência no Banco Central à manutenção de autonomia do órgão

Assessores de Dilma dizem que chefe do BC deu "vários passos pra trás" na definição de seu futuro no novo governo

VALDO CRUZ
KENNEDY ALENCAR
DE BRASÍLIA

A presidente eleita, Dilma Rousseff, se irritou com Henrique Meirelles por ele ter divulgado que impõe condições para ficar no Banco Central, mas não descarta negociar sua permanência por um período tampão.
De acordo com auxiliares de Dilma, Meirelles perdeu "muitos pontos" e deve "baixar o tom" para que os dois possam negociar sua posição no futuro governo.
A presidente eleita disse a petistas que não convidou Meirelles a ficar, mas autorizou uma sondagem. A conversa definitiva deverá acontecer na próxima semana.
Segundo a Folha apurou, a intenção de Dilma era negociar com Meirelles sua permanência por um período de "três, seis ou oito meses", até que ela reorganize sua equipe econômica.
Ontem Dilma ficou contrariada ao ser informada de que Meirelles teria dito à imprensa que fora convidado por ela para ficar no BC, mas condicionou isso à manutenção da autonomia que desfrutou na gestão Lula.
A futura presidente, segundo assessores, disse que desde sua eleição não havia conversado nem pessoalmente nem por telefone com Meirelles. Logo, afirmou, não foi feito convite.

INCÔMODO
A avaliação da equipe de Dilma é que Meirelles teria criado uma situação incômoda para ela ao dizer que só ficaria com autonomia. Ou seja, não ficando, ele é quem teria decidido sair por não receber as garantias de liberdade de trabalho.
Segundo um auxiliar, Meirelles "deu vários passos para trás" na definição do seu futuro dentro do governo Dilma. Além do BC, ele poderia ser aproveitado em outro ministério ou ser indicado para a embaixada brasileira em Washington.
Acionado por Dilma, o coordenador da transição, Antonio Palocci, entrou em contato com Meirelles, que estava em Frankfurt, para pedir esclarecimentos sobre as informações na imprensa.
O presidente do BC disse que não havia dado nenhuma entrevista com aquele conteúdo e que falaria com jornalistas sobre o assunto.
Em seguida, disse à imprensa que havia sido convidado pela eleita para discutir a "extensão de seu mandato", fazendo questão de destacar que ela sempre defendeu a autonomia do BC.
"Recebi uma mensagem através da equipe da presidente Dilma me convidando para termos uma conversa na semana que vem."
Disse que "tem havido muitas perguntas sobre a autonomia do BC" e que ele tem respondido "sistematicamente que a presidente eleita se mostrou, inclusive na campanha, ser a favor da autonomia".
O principal defensor da permanência de Meirelles sempre foi o presidente Lula, que fez essa sugestão a Dilma mais de uma vez. Mas confidenciou a auxiliares que já fez o que podia e que não se intrometeria mais e que agora "a bola está com ela".
Lula também recomendou à petista a manutenção de Guido Mantega. Nesse caso, ela concordou.
Ela passou a cogitar a hipótese de manter o atual presidente do BC depois de avaliar o cenário econômico internacional, que tende a piorar em 2011

terça-feira, 9 de novembro de 2010

‘Meirelles eo câmbio - Não podemos assumir prejuízos para ajudar os Estados Unidos’

Meirelles afirma que o Brasil já está fazendo sua parte para garantir o crescimento da economia mundial

Jamil Chade, correspondente de O Estado de S.Paulo
BASILEIA – O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, garantiu que o País já está fazendo sua parte para garantir o crescimento da economia mundial e que “não cabe ao Brasil assumir os prejuízos para ajudar a economia americana”.

Em entrevista ao Estado, Meirelles admitiu que a injeção de liquidez de US$ 600 bilhões feita pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano) pode ter um impacto negativo. Mas insiste que o Brasil está tomando “todas as medidas necessárias” para proteger sua economia.

Meirelles participou nos últimos dois dias do encontro entre os dirigentes dos principais bancos centrais do mundo, em evento na Basileia, Suíça. A seguir, a entrevista.

O Brasil deu sinais de ter resistido bem à crise de 2008. A onda de liquidez atual pode ameaçar a economia brasileira em 2011 ou gerar risco de criar bolha de ativos?

O Brasil está tomando todas as medidas necessárias para proteger a economia brasileira do excesso de liquidez mundial e impedir a formação de bolhas nos preços de ativos. Como exemplo, o Banco Central do Brasil tem comprado o excesso de liquidez em dólares, e esterilizado os reais que são emitidos em consequência da compra de reservas. Além disso, o Banco Central tem reforçado as regras prudenciais, para evitar que o excesso de liquidez se transforme em aumento inadequado do risco de crédito no sistema financeiro brasileiro. Também foram adotadas medidas fiscais, através do IOF.

Qual a posição do Brasil em relação à política de expansão monetária americana?

A posição do Brasil é de que esse aumento da liquidez americana, que gera fluxos de entrada em países que estão mostrando solidez na economia, é negativa para o Brasil. O País está crescendo com uma expansão robusta do mercado doméstico. Portanto, como não precisamos dessa excessiva liquidez externa, ela torna-se prejudicial à economia brasileira.

O governo americano insiste que a injeção de US$ 600 bilhões é de interesse de todos, já que seria de interesse de todos ver o crescimento da economia americana. Além disso, declaram que o objetivo não é desvalorizar a moeda. O sr. acha que a recuperação da economia dos Estados Unidos é uma meta que deve ser buscada por todos e que de fato merece o sacrifício de outras economias?

O Brasil já está dando a sua devida contribuição para a recuperação da economia mundial através de um crescimento substancial da demanda doméstica, portanto consideramos que o Brasil já cumpriu sua parte. Não cabe ao Brasil assumir prejuízos para ajudar a economia americana. Em consequência, estamos tomando todas as medidas necessárias para proteger a economia brasileira.

Jean-Claude Trichet, presidente do Banco Central Europeu, falou que a incerteza é o que marca a atual etapa da economia mundial. De que forma isso afeta o Brasil e os planos de crescimento do País em 2011?

O Banco Central do Brasil está levando em consideração essa incerteza em seu processo decisório. Estamos tomando todas as providências para evitar que mudanças de cenário sejam prejudiciais para o Brasil. Atualizamos as nossas hipóteses de trabalho constantemente, visando adaptar a economia brasileira às incertezas da economia mundial. Por exemplo, o desempenho abaixo do esperado da economia mundial, a partir do segundo trimestre, foi imediatamente incorporado nas hipóteses de trabalho do BC e no seu processo de tomada de decisões. A força da economia brasileira, aliada aos bons fundamentos, ao forte crescimento da demanda doméstica e à não dependência da demanda externa, faz com que as perspectivas de crescimento para o Brasil em 2011 sejam sólidas.

Basileia 3 deve ser aprovada nesta semana. Qual será o impacto para o Brasil? O Brasil terá bancos entre aqueles considerados como influência sistêmica e que exigirão maior capital?

O impacto para o Brasil será limitado, na medida em que grande parte das diretrizes aprovadas já estão implantadas no Brasil. Faremos algumas mudanças pontuais, como a do crédito fiscal intertemporal, mas haverá tempo suficiente para adaptação do sistema até 2019. Não estão finalizados os critérios para a definição de quais são os bancos sistemicamente importantes e, portanto, é prematuro definir se existirão instituições brasileiras classificadas nessa categoria.

No próximo governo, o sr. aceitaria um posto que não fosse o de presidente do Banco Central?

No momento adequado, vou pensar no assunto

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Meirelles: País paga o 'preço do sucesso'

O Estado de S. Paulo - 21/09/2010





O presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, afirmou ontem, em Curitiba, durante encontro com empresários ligados à Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) que o Brasil paga hoje o "preço do sucesso".


"Eu acho que temos agora um período não pontual. No Brasil, vai tudo muito bem. A economia vai crescer mais de 7% neste ano (o BC espera crescimento de 7,3%) e, para o ano que vem, crescerá a uma taxa menor, mas mais sólida. Um mundo com tantas incertezas faz com que o Brasil atraia investimentos. É o preço do sucesso", disse ele.

Para Meirelles, a valorização do real em relação ao dólar decorre de fatores conjunturais e estruturais. Conjunturalmente, disse ele, existem problemas com algumas moedas. Um exemplo é o dólar, que se está desvalorizando não só em relação ao real, mas diante de muitas moedas, o que implica um problema que tem afetado muito o Brasil.

Ainda segundo o presidente do BC, pesa sobre o Brasil o fato de o real ser uma moeda muito correlacionada com as chamadas moedas-commodities, que são as moedas de grandes exportadores de matérias-primas, como Austrália, Nova Zelândia e Canadá, entre outros.

Meirelles também afirmou que, independentemente de quem vença as eleições presidenciais deste ano, a "tendência" é a manutenção da política econômica praticada atualmente pelo governo federal. "Hoje, pela primeira vez, tem apoio político uma estabilidade econômica no País", destacou. A afirmativa mereceu aplausos dos ouvintes.

Meirelles fez uma exposição sobre a situação econômica encontrada em 2003 e o que se verifica hoje, destacando, entre outros pontos, a queda da taxa de risco e o consequente aumento no volume de investimentos, além do crescimento de US$ 23,3 bilhões para US$ 267,2 bilhões das reservas internacionais.

Ele ressaltou, como tem feito o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que o volume de brasileiros que passaram à classe média foi de 35,7 milhões, enquanto outros 20,5 milhões cruzaram a linha da pobreza.