Mostrando postagens com marcador Os amigos do presidente Lula. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Os amigos do presidente Lula. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Eric Hobsbawm: - "Lula ajudou a mudar o equilíbrio do mundo".

Lula continua em sua intensa agenda internacional. Na quarta-feira encontrou-se em Londres com o Eric Hobsbawm, historiador britânico e um dos mais importantes intelectuais da atualidade, ainda na ativa aos 94 anos. É autor de livros clássicos como "A Era das Revoluções", "A Era do Capital", "A Era dos Impérios" e "A Era dos Extremos".

Lula e Hobsbawm foram convidados pela Organização Não-Governamental britânica OXFAM para uma conferência sobre rumos para diminuição da desigualdade social no mundo. Antes disso, se reuniram na casa embaixador brasileiro Roberto Jaguaribe para uma conversa entre companheiros.

Hobsbawm elogiou muito Lula ao falar com a imprensa após o encontro:

"Lula ajudou a mudar o equilíbrio do mundo ao trazer os países em desenvolvimento para o centro das coisas... fez um trabalho maravilhoso não somente para o Brasil, mas também para a América do Sul... Eu o conheci primeiro em 1992, muito tempo antes de ser presidente. Desde então, eu o admiro. E, quando ele virou presidente, minha admiração ficou quase ilimitada. Fiquei muito feliz em poder vê-lo de novo."

Sobre o novo papel de Lula, o historiador disse:

"... claramente Lula está ciente de que entregou o cargo para um outro presidente e não pode parecer que está no caminho desse novo presidente... Acho que Lula deve se concentrar em diplomacia e em outras atividades ao redor mundo. Mas acho que ele espera retornar no futuro. Tem grandes esperanças para [tocar] projetos de desenvolvimento na África, [especialmente] entre a África e o Brasil. E certamente ele não será esquecido como presidente."

A respeito da presidente Dilma Rousseff, Hobsbawm disse ainda não conhecê-la bem, mas tem boas expectativas:

"É extremamente importante que o Brasil tenha o primeiro presidente que nunca foi para a universidade e venha da classe trabalhadora e também seja seguido pela primeira presidente mulher. Essas duas coisas são boas. Acredito, pelo que ouço, que a presidente Dilma tem sido extremamente eficiente até agora, mas até o momento não tenho como dizer muito mais".

Palestra para empresários

Nesta quinta-feira (14), Lula faz o trabalho profissional, dando uma palestra para empresários a convite da empresa Telefonica, em Londres. O tema é perspectivas de investimento no Brasil e sobre o fortalecimento da democracia na América do Sul. De certa forma Lula une o útil (o trabalho remunerado) ao agradável: falar bem do Brasil e contribuir para criar empregos aqui.

Prêmio e encontro com chefe de governo

Depois, ele embarca para a Espanha, onde receberá um prêmio da Prefeitura de Cádiz na sexta e, no sábado, se reúne com o primeiro-ministro José Luis Zapatero. À tarde, o descanso do guerreiro: aproveita para assistir ao jogo de futebol entre Barcelona e Real Madrid.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Fanatismo midiático - TV GLOBO - Os amigos do presidente Lula

O sensacionalismo, e a tragédia explorada em forma de show pela imprensa, continua irresponsável no noticiário sobre a escola em Realengo, no Rio de Janeiro.

Ontem, o programa Fantástico da TV Globo procurou "apimentar" a trama, requentando a hipótese do "terrorismo islâmico".

Só que a TV estava cansada de saber que não tem qualquer conexão, pelo simples fato de que, se o psicótico fosse recrutado por organizações, o alvo seria algum endereço ligado à países que tenham tropas em guerra contra muçulmanos, e não a escola bem brasileira em que ele estudou.

Hoje, o Jornal Nacional foi mais sóbrio no teste de hipótese, mas continua afoito em sensacionalizar o noticiário. Aliás, a polícia civil do Rio também deveria moderar o apetite da mídia, não fornecendo acesso precipitado à materiais de perícia, antes de uma melhor avaliação de como informar assuntos sensíveis, e do quanto tornar público uma informação ainda em investigação pode ajudar ou prejudicar.

Com o psicótico morto, não podendo ser mais diagnosticado, é possível traçar algumas dezenas de perfis psicológicos com base em interpretações do comportamento e possibilidades, mas qualquer perfil poderia ser o certo ou todos eles errados. Por isso, há muita dose de "chute" em tudo que é dito por "especialistas" (os honestos são os que admitem isso).

Mesmo os escritos deixados e já tornados públicos, dá a entender que o psicótico teve uma formação religiosa, mas encontrava-se isolado das religiões, fazendo uma interpretação deformada da realidade e da própria fé.

A influência sobre ele não era mais de sacerdotes, nem das escrituras sagradas, onde não se encontram palavras como "Aeroporto", nem "Aviões", encontrados em seus escritos. Isso vinha do noticiário midiático que, aparentemente, despertava seus delírios.

Antes da imprensa falar em fanatismo religioso, que tal falar em fanatismo midiático?

É daí que vem o maior perigo de influenciar a loucura de outros loucos, que se perdem em sua insanidade na busca de fama através da destruição espetacular, irresistível aos canais de TV em busca de audiência.

A mídia não faz o louco, mas oferece o palco para seus delírios.

Quem precisa deitar no divã de psicólogos especialistas é a mídia, para ajustar a conduta de como noticiar os fatos sem despertar o instinto do espetáculo mórbido nos loucos, tão caro às vítimas.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Daniel Dantas mandou grana para Globo? - Os amigos do presidente Lula

Quando os tubarões brigam, o povo ganha.

O Opportunity, banco de Daniel Dantas, emitiu nota considerando idiota a reportagem da revista Época ao considerá-lo fonte de pagamentos ao governo, no chamado "mensalão", pois desde que o governo Lula assumiu o seu banco não teve mais a "generosidade" encontrada no governo FHC, e precisou enfrentar as barras da lei.

Dessa vez, e só desta, temos que concordar em parte com Dantas. A CPI dos Correios apurou que a Telemig Celular e a Amazônia Celular pagaram R$ 152 milhões às empresas de Marcos Valério. A Brasil Telecom, R$ 4,7 milhões. Se esse dinheiro foi para políticos não foi para o governo Lula (hostil às investidas de Dantas), e sim para a bancada de Dantas, no Congresso ou nos estados.

Mas o curioso é o final da nota: "Na Telemig, segundo informações prestadas à CPI do Mensalão, a maioria dos recursos era repassada às Organizações Globo. Por isso, a apuração desses fatos fica fácil de ser feita pela Época".

Se o "mensalão" da Telemig foi para a Globo, alguém não contabilizou todo o valor.

A CPI apurou R$ 122,3 milhões pagos pela Telemig para as empresas de Marcos Valério, entre 2000 e 2005.

Os pagamentos para o Grupo Globo, apurados pela CPI, no mesmo período, foram de R$ 7,4 milhões.

Tem R$ 114 milhões de diferença, não contabilizados.

Então, ou a Globo apresenta voluntariamente sua planilha dos recebimentos da DNA e SMPB para dirimir dúvidas, ou o Ministério Público precisa pedir a quebra do sigilo bancário e contábil das empresas das Organizações Globo para encontrar essa diferença.

sábado, 2 de abril de 2011

Na primeira hora do golpe de 1964, "Folha" defendeu o MOMENTO PROPÍCIO a uma ditadura - Os amigos do presidente Lula

Editorial do jornal Folha de São Paulo em 3 de abril de 1964:





Como se vê, a "folha", mesmo quando ainda havia ampla articulação pública para confinar o golpe de 1964 na deposição de Jango e retomar o caminho institucional vigente desde a constituição de 1946, o jornal já achava o momento propício a uma ditadura militar.

Isso derruba a tese dos defensores do jornalão, de que teriam apoiado o golpe, defendendo a "democracia" (segundo o jornal, "ameaçada por Jango"), e de que o golpe é que teria tomado rumos diferentes em direção à ditadura.

A gênese da "ditabranda": escalada de mentiras para enganar a nação, endurecendo o regime passo-a-passo até chegar à ditadura.

Enquanto a ditadura era urdida nos bastidores (o golpe dentro do golpe) após derrubarem Jango, o jornal Folha de São Paulo serviu para preparar o terreno, como se observa no editorial.

O jornalão propagandeava, como se fosse fato, um falso "retorno à normalidade democrática". A nação era enganada nas páginas dos jornais com a idéia de que tudo não passou de uma crise militar, resolvida politicamente com a derrubada de Jango, e que consumado o fato, tudo estava seguindo a normalidade institucional após estes eventos.

A mentira era evidende, pois como explicar a deposição por militares, de governadores eleitos que não renunciaram, como Miguel Arraes?

Isso reduzia resistências ao golpe, tanto internacionais, como no Congresso, como na sociedade, e permitia que a ditadura fosse se instalando como uma "ditabranda" até chegar a ditadura, com a cumplicidade dos jornais que "amaciava" o noticiário.

O jornalão publicou uma enorme mentira no editorial acima, bajulando os golpistas das Forças Armadas.

No dia 2 (véspera desta edição), o general Costa e Silva havia criado uma aberração alienígena ao próprio papel constitucional das Forças Armadas, o comando supremo da "revolução": uma junta militar composta pelo próprio general como homem-forte, o brigadeiro Francisco de Assis Correia de Melo (Aeronáutica), o vice-almirante Augusto Rademaker (Marinha).

Não é preciso mais do que dois neurônios, para entender que os próprios militares golpistas chamavam o golpe de "revolução", e a palavra "revolução" no contexto de um golpe de estado militar é uma clara ruptura institucional, ao contrário do que o editorial da "folha" levava o leitor a ser enganado.

Também é óbvio que, se a deposição de Jango foi militar e não pelo Congresso, quem era o poder de fato naquele momento era a junta militar. Ao Congresso cabia tentar negociar com a junta militar o que seria "permitido". Se os militares golpistas depuseram o presidente, poderiam depôr qualquer senador, deputado, governador, como aconteceu de fato.

Mesmo assim, o jornalão, escreveu cinicamente a enorme mentira:


"O Brasil pode orgulhar-se de estar livre de 'pronunciamentos', de quarteladas, de juntas militares que se instalam no governo e dele não querem mais arredar-se".

A manobra foi útil para os golpistas alcançarem o poder sem resistência. E o jornalão funcionou como "relações públicas" desse golpe, na escalada rumo a ditadura.

JK e seu partido, o PSD, acabaram negociando apoio para a tomada do poder pelo general Castelo Branco, dando um verniz de restabelecimento da ordem institucional. Os parlamentares acreditavam ser ele mais comprometido com a legalidade constitucional, que apenas completaria o mandato até as próximas eleições. Ledo engano: Castelo Branco foi, inicialmente, o cavalo de tróia para aniquilar resistência dos moderados a um projeto de poder de uma ditadura que duraria 21 anos

terça-feira, 8 de março de 2011

Comunique-se - internet - 40 milhões de brasileiros recorreram a blogs para se informarem na corrida presidencial - Os amigos do presidente Lula,

O internauta brasileiro é, no mundo, o que mais se informa através de blogs, segundo pesquisa da comScore, empresa que realiza estudos sobre internet.

A audiência dos blogs nacionais aumentou muito nas eleições do último ano, quando, entre outubro e novembro, 39,3 milhões de usuários acessaram conteúdo de blogs a respeito da corrida presidencial. Imagine quando a banda-larga chegar a mais domicílios.

7 em cada 10 brasileiros que tem acesso à internet, acessaram blogs em 2010

A pesquisa apurou que 71% dos brasileiros visitaram páginas de blogs durante 2010, enquanto no resto do mundo a média manteve-se em 50%.

O aumento no índice de leitura de blogs em 2010 por região:

Norte, Sudeste e Sul alavancaram 3 pontos percentuais, no Centro-Oeste a demanda cresceu de 70,7% para 74,3% dos internautas, mas foi entre os nordestinos que ocorreu o maior salto, de 72,8% para 77%. (Com informações do Comunique-se)

Sob Lula, País cresce quase o dobro da era FHC - Os amigos do presidente Lula

A manchete está no jornal que apoiou o candidato tucano José Serra "Sob Lula, País cresce quase o dobro da era FHC"


A alta do PIB de 7,5% gerou uma média de crescimento de 4 % nos oito anos do governo Luiz Inácio Lula da Silva (2003 a 2010), marca superior ao crescimento médio de 2,3% na gestão de Fernando Henrique Cardoso (1995 a 2002), segundo o economista da MCM Antônio Madeira.

O tucano Fernando Henrique Cardoso é o quarto pior do país, somente superando o desempenho de Venceslau Brás (1914-1918, período da primeira guerra mundial, quando o crescimento foi de 2,1% ao ano), Fernando Collor (recessão de 1,3% de 1990 a 1992) e Floriano Peixoto (o PIB caiu em média 7,5% ao ano entre 1891 e 1894, quando a economia se adaptava ao fim do trabalho escravo). --Essa é a parte que nos interessa,o restante da matéria o leitor poderá ler acessando o site do jornal O Estado de São Paulo.


Há 24 anos que a economia não crescia tanto como em 2010. No ranking mundial, o Brasil só perdeu para a China e a Índia. Mas economistas dizem que o consumo deve desacelerar em 2011.

Lula vai dará palestra no 6.º Fórum Anual da Al-Jazira, rede de- Os amigos do presidente Lula

televisão





O ex-presidente Lula vai participar, depois do Carnaval, do 6.º Fórum Anual da Al-Jazira, rede de televisão com sede em Doha. Lula será um dos palestrantes do painel “O Mundo Árabe em Transição: o Futuro chegou?”, no próximo dia 14. Convidado pela emissora, em meio à tensão política na Líbia, o Lula falará sobre a experiência sul-americana diante de uma plateia formada por analistas políticos, jornalistas e intelectuais.


O fórum da Al-Jazira foi criado há seis anos para “debater, discutir e ampliar” as mudanças no Oriente Médio no contexto do mundo globalizado. O painel no qual Lula fará sua palestra, na capital do Catar, também terá a presença do ex-primeiro ministro da França Dominique De Villepin, que abordará o futuro das relações entre a União Europeia e o Oriente Médio.


A Venezuela propôs uma solução negociada para conter a revolta na Líbia e quer que Lula lidere uma comissão internacional, com o objetivo de mediar um acordo de paz. Até agora, porém, nenhum pedido formal foi apresentado a ele.


A Al-Jazira entrevistou Lula em maio do ano passado. À época, ele tratou da política externa brasileira, do relacionamento com países vizinhos e da questão nuclear no Irã, entre outros temas. “Eu quero gastar a minha energia tentando pensar numa coisa positiva, tentando pensar em ajudar alguém, tentando construir a paz”, afirmou o então presidente. “Não é possível você governar procurando inimigo, querendo uma guerra.”


No último mês de janeiro, jornalistas da Al-Jazira foram detidos durante a cobertura dos protestos no Cairo. Repórteres da rede de TV chegaram a ser proibidos de trabalhar no Egito após divulgarem as manifestações contra o governo.Estado

Os amigos do presidente Lula - O Brasil está mais famoso. Viva Lula!

Mais uma etapa da pesquisa da GlobeScan divulgado nessa semana pela rede BBC


A popularidade do Brasil cresceu no mundo no último ano, segundo uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira pela BBC, mas a Alemanha continua sendo o país que exerce influência mais positiva.


Um total de 49% dos entrevistados afirmaram que o Brasil exerce uma influência positiva no mundo, contra apenas 40% em 2010. O resultado representa o maior avanço entre os 16 países sobre os quais se pediu opinião.


"O salto nas opiniões positivas do Brasil acontece após o êxito da transição democrática do presidente (Luiz Inácio) Lula da Silva para Dilma Rousseff, a primeira mulher a chegar à presidência", comentou Doug Miller, presidente da empresa GlobeScan, que fez a pesquisa para o Serviço Mundial da BBC.


A África do Sul, outra potência emergente e que recebeu a Copa do Mundo em 2010, registrou o segundo maior avanço.


A percepção sobre o Brasil é majoritariamente positiva nos 27 países pesquisados, com exceção de dois: Alemanha, onde 32% consideram a influência do país negativa e 31% positiva, e a China.


No caso da China, 45% têm visão positiva do Brasil, contra 41% que têm opinião negativa, um claro retrocesso na comparação com os 55% e 16%, respectivamente, registrados em 2010.


A popularidade do Brasil é maior nas Américas e no sul da Europa.


Os maiores 'fãs' do país estão em Portugal, onde 76% dos entrevistados acreditam que a antiga colônia exerce uma influência positiva no mundo, seguido pelo Chile, com 70%, apesar de neste último o resultado registrar uma queda de sete pontos na comparação com 2010.


As opiniões sobre o Brasil também são muito positivas no México (65%), Peru (63%) e Estados Unidos (60%).


O país mais popular do mundo, segundo a pesquisa, é a Alemanha (62%), seguida pela primeira vez pela Grã-Bretanha (58%) e pelo Canadá (57%).


A pesquisa mostra uma clara melhora das imagens da França (sexto, com 52% de opiniões positivas e 19% negativas) e Estados Unidos (oitavo, com 49% e 31%, respectivamente), países que conseguiram os melhores resultados desde a primeira edição da pesquisa, em 2005.


Irã (59% de opiniões negativas contra apenas 16% de positivas), Coreia do Norte e Paquistão são os países com pior avaliação na pesquisa, que ouviu 29.000 pessoas em 27 países, pessoalmente ou por telefone, entre 2 de dezembro de 2010 e 4 de fevereiro de 2011.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

os amigos do presidente lula- Exclusivo: Vídeo histórico com vexame internacional de FHC levando sermão de Bill Clinton



Com exclusividade, nosso blog resgatou de arquivos internacionais, um vídeo de 1999, com o então presidente Fernando Henrique Cardoso em Florença (Itália) no encontro de governantes dos países ricos da chamada terceira via.

Nossa edição tem um compacto com os "melhores momentos", ou seja, os mais relevantes.

O vídeo reabilita a memória de como o governo FHC era submisso, incompetente, não tinha respeito internacional, e o plano real, em 1999, já tinha acabado e colecionava mais fracassos e instabilidade do que sucessos, quando visto longe dos olhos da imprensa demo-tucana nacional.

O Brasil estava quebrado, pendurado no FMI, e sua economia não inspirava confiança, nem era vista como tão estável, nem em 1995 (crise mexicana), nem em 1997 (crise asiática) e nem em 1998 (crise russa), exigindo overdose de juros para controlar a inflação.

FHC fez o discurso da choradeira dos quebrados, pedindo aos líderes dos EUA e Europa, que criassem uma espécie de CPMF mundial para salvar o Brasil da fuga de capitais especulativos.

Bill Clinton (então presidente dos EUA), Tony Blair (Inglaterra) e Gerhard Schroeder (Alemanha) receberam mal a proposta.

Clinton passou um verdadeiro sermão em FHC, sugerindo que faltava CONFIANÇA, HONESTIDADE, eficiência e boa governança sob FHC. Enquanto isso, outros países resolveram estes problemas frente as crises, citando Chile e Uganda, como exemplos para FHC seguir.

Clinton e os demais líderes agiram na defesa dos interesses de seus países, que eram os vencedores naquela ordem mundial.

FHC agiu pessimamente, com incompetência política, ao não articular previamente ao encontro, para não passar esse vexame, e também por não tentar conquistar resultados de fato.

E agiu pior, de forma humilhante e envergonhando o Brasil, ao não defender o país, ficando calado após o sermão de Clinton (se é que tinha jeito de defender, naquele governo submisso e dependente, sob intervenção do FMI).

Apesar de tratar-se da gravação de evento público e oficial no exercício da presidência, televisionado na época (pela Globonews, se não me engano), foi necessário recorrer a arquivos internacionais para resgatar o vídeo, uma vez o que o acervo do iFHC parece preferir apagá-lo da história, e que o PIG (Partido da Imprensa Golpista) também esconde a sete chaves para não constranger seu amigo e correligionário FHC, com a divulgação.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

governo Lula - Razão tinha dona Lindu

Os amigos do presidente Lula

Críticos extrapolam ao questionar a qualidade da aprovação popular do presidente da República. Desenvolvem verdadeiras teses para relativizar a importância dos 87% de apoio alcançados por Lula e dos 80% de ótimo ou bom conferidos pelo brasileiro ao governo dele. A mais simplória delas inflige a pecha de populista aos oito anos de bem-sucedidos (na avaliação do povo) mandatos para concluir que tudo se deve a programas sociais como o Bolsa Família. Algumas buscam dividir os louros com FHC! Outras traçam paralelos com ditaduras!


Enfim, nunca jamais na história deste país tão poucos se esforçaram tanto para tapar o sol com a peneira. Essa minoria até se concede que o metalúrgico que ela própria menospreza pelo pouco estudo formal tenha o poder de enganar a todos o tempo todo. Mas é Natal e vale dar desconto aos maledicentes. Afinal, ao tomar um pau de arara do Nordeste para o Sudeste, disposta a melhorar a vida da família, nem dona Lindu (ninguém mesmo!) poderia imaginar que a viagem prosseguiria por décadas e o sonho singelo se revelaria realidade pródiga para milhões de outros brasileiros.


Muito mais Lula fez do que tirar milhões da miséria e multiplicar emprego e renda, muito deixou de realizar, e pode-se avaliá-lo pelos dois ângulos. Só não se pode é negar que seu governo chega ao fim com aprovação popular sem precedentes e que esse é o diploma maior a ser almejado por todo político. No mais, no dia em que um governante concluir o mandato com tudo pronto, não precisará de sucessor.


Preconceito, cegueira e má vontade alheios à parte, Lula se tornou um dos presidentes mais bem-avaliados da história pela excepcional qualidade de algumas de suas virtudes. Inteligência, capacidade de comunicação e de aglutinação e inflexível determinação política são algumas delas. Por fim, teve a altivez dos estadistas para não cair na tentação do terceiro mandato. E se herança maldita deixará aos sucessores, será o novo paradigma de aprovação popular a ser superado.


Razão tinha dona Lindu, que certa vez disse do sétimo filho: “Este aqui vai ser gente, vai ter uma profissão”. Diante da situação da família, não seria pouco. Mas hoje vê-se o quanto a mãe do futuro metalúrgico foi modesta, ainda que já significasse enorme avanço a formação do jovem pelo Senai. Ponto exato, aliás, em que alguns — felizmente uma ínfima, embora barulhenta, minoria — gostariam que Lula tivesse parado.Por:Adriano Lafetá

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

MÍDIA - Estadão, 'viúva' de Carlos Lacerda

Os amigos do presidente Lula

Que o jornal Estadão tem a linhagem UDENISTA/ARENISTA/DEMO-TUCANA todo mundo sabe. Mas não deixa de ser engraçado quando tem um ataque saudosista e solta seu lado 'viúva' de Carlos Lacerda (UDN).

Foi o que aconteceu hoje. A coluna Radar Político fez questão de homenagear, a título de lembrança, a posse de Carlos Lacerda como governador da Guanabara, ocorrida há 50 anos.

Curiosamente, o espaço para propaganda da página na internet, mostrava o banner do Instituto Millenium, uma repaginação daqueles institutos udenistas pré-1964

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Lula diz as coisas como elas são: "mensalão" foi tentativa de golpe

Os amigos do presidente Lula
Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante a 36ª Reunião Ordinária do Pleno do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República:

Durante a celebração dos oito anos de funcionamento do CDES (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República- popularmente chamado de "Conselhão"), o Presidente Lula falou em seu discurso:



... E, sobretudo, eu quero agradecer àqueles companheiros que eram do Conselho, que, no auge da crise de 2005, em que, eu nunca disse isso, mas naquela tentativa de golpe que se tentou dar no Brasil, vocês permaneceram no Conselho, vocês não desistiram do Conselho, você não misturaram o trabalho que vocês estavam fazendo para o Brasil com a vinculação com o governo. Vocês conseguiram separar, e isso foi extremamente importante para mim, que era o presidente da República, mas, sobretudo, para o país, porque vocês eram o lado sereno da sociedade, que não se permitia enganar com determinado tipo de discurso.

Em seu discurso o presidente lembrou das resistência de parte do Congresso Nacional em aceitar o Conselhão:


Eu fico imaginando a primeira reunião que nós fizemos, deste Conselho. Eu lembro que houve uma certa ciumeira, Maia, do Congresso Nacional, que achava que a criação do Conselho seria a criação de uma instância paralela para diminuir o poder do Congresso Nacional, que nós queríamos ter a experiência do exercício de uma democracia direta e não valorizar a democracia participativa.


...Mas naquele momento a gente levou muito tempo para convencer alguns deputados e senadores de que o Conselho não era uma área de conflito e não era para conflitar com o Congresso Nacional, era para orientar o governo e para tornar o debate mais plural. Que nós pudéssemos envolver os segmentos da sociedade que não estavam nem no governo e nem no Congresso Nacional, para debater temas importantes que não dependem só do Congresso ou do governo.


Aqui não houve temas proibidos, aqui não houve discursos censurados, aqui ninguém discutia previamente o que cada um tinha que falar. Cada um se inscrevia, falava o que queria, ouvia o que não queria. Alguns que começaram, no primeiro momento, a sentar nesta Plenária do Conselho como inimigos de classe, passaram a ser companheiros do Conselho. Alguns que entendiam que era incompreensível sentar do lado de um representante dos Sem Terra, ou alguém que entendia que não era possível sentar ao lado de um banqueiro, de repente todo mundo estava convencido de que além das diferenças, eram todos brasileiros.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Os amigos do presidente Lula- A Folha mente e engana você

A Folha "errou", mas só publicou o "erramos" após quinze dias, depois de desmascarada a manipulação pelo Ministro





A Folha como sempre,mente, inventa e engana. E quando é desmascarada na mentira, não pede desculpas. Escreve uma notinha. bem escondidinha, somente para o olhar mais atento do leitor que for assinante do jornal


A veja a notinha escondida na Folha, sobre o ministro Franklin Martins, que deveria ocupar manchete de capa, como foi publicado a mentira


O ministro Franklin Martins (Comunicação Social) afirmou ontem que a Folha distorceu a sua fala no encontro sobre convergência de mídias, promovido por sua pasta.


"A Folha botou na primeira página que eu tinha dito num tom quase arrogante algo como "vai haver controle", "com consenso ou sem consenso'", disse.


No dia 10, a chamada "Governo diz que vai regular mídia mesmo sem consenso", publicada na Primeira Página, dizia que o ministro "afirmou que o governo está disposto a levar adiante a discussão de novas regras para o setor de mídia digital mesmo sem entendimento".


Sérgio Dávila, editor-executivo da Folha e participante do seminário, disse ao ministro que, se ele considera ter havido erro, o jornal o convida a escrever artigo ou a dar uma entrevista. Na verdade, a Folha não errou. O ministro disse o que foi publicado.

A Folha mente...


O jornal Folha de São Paulo interpretou, de forma equivocada, os objetivos do seminário sobre convergência de mídias..Ou seja, a Folha, quer a imprensa livre, mas sem perder o comando

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

mídia tortradora - Folha e Globo mentem: havia uma guerra civil no Brasil durante a ditadura - Os amigos do presidente Lula

Não é D. Judith Brito fantasiada. É D. Maria I, a Louca, rainha de Portugal que condenou Tiradentes à forca.
O que a Folha e Globo diriam do processo contra Tiradentes, feito a serviço de D. Maria, a Louca?

Folha e Globo, seguidas de Veja e Estadão fizeram "reporcagens" a partir do processo da ditadura contra Dilma Rousseff no STM (Superior Tribunal Militar).

Processos como estes exigem do repórter e do editor um mínimo de conhecimento da história e visão crítica da época para não escrever bobagens, principalmente usando de má-fé como fizeram os jornais.

Ignorar a realidade da época é o mesmo que publicar uma reportagem sobre o processo de D. Maria, a Louca, contra Tiradentes, e endossar as acusações tiranas de que Tiradentes seria um "traidor infame".

A má-fé dos dois jornais não está em publicar o conteúdo dos autos do STM, que pertencem à história, e podem ser estudados, para evitar novas tiranias, com a devida crítica (por exemplo, considerando sem valor, a princípio, informações obtidas sob tortura, sem que haja confirmação).

A má-fé está em confundir o leitor, principalmente aquele que não conhece o contexto da época, querendo atribuir caráter criminoso em ações de combate, de insurgência contra a tirania, de guerra de guerrilha (como tomada de armas do inimigo, expropriação à bancos), da mesma forma que a Corôa Portuguesa atribuiu como criminosa a insurgência política de Tiradentes.

Como a mentira tem pernas curtas, é fácil desmascarar essa imprensa corrupta: se as ações rebeldes fossem crimes comuns, porque Dilma e seus companheiros eram julgados por um Tribunal Militar, e não pela justiça civil comum?

À Justiça Militar compete processar e julgar os crimes militares, crimes de guerra. É a prova irrefutável de que a própria ditadura reconhecia haver uma guerra de guerrilha em curso, e que as ações da guerrilha eram de combate.

O Brasil viveu uma guerra civil durante a ditadura camuflada pela censura e pelo PIG

Não foi uma guerra civil ostensiva, foi guerra de guerrilha.

Guerrilha é quando um combate se trava entre forças desproporcionais. Sem poder bélico para enfrentar um exército regular, a guerrilha precisa ficar escondida, e só apontar a cabeça em ações típicas de emboscada e sabotagens (como tomada de armas em quartéis e de policiais, expropriação a bancos, ataques à alvos da ditadura), para depois se esconder de novo. A guerrilha não pode ter quartéis visíveis, nem campos de batalha previsíveis, senão é facilmente dizimada pela inferioridade numérica e bélica.

A guerrilha não visa necessariamente vencer na força bélica. Visa criar focos de resistência, inserindo o espírito de luta (mesmo não armado) e resistência na população, na nação.

Num país continental e urbano, como o Brasil, caso houvesse apoio popular, as ações armadas tenderiam a ser substituídas por greves e protestos de massa, criando um ambiente político tal, que faria o tirano bater em retirada do poder. Esse resultado acabou acontecendo, na abertura lenta e gradual, com as greves do ABC, com as manifestações das Diretas Já, culminando com a redemocratização.

Esse mesmo tipo de ação guerrilheira - com poderio bélico inferior, mas apoio popular - levou Nelson Mandela à democracia racial sul-africana e levou à criação da República da Irlanda (exceto a Irlanda do Norte, que ainda faz parte do Reino Unido).

No Brasil, a ditadura montou um conjunto de dispositivos para não deixar a guerrilha atingir seu principal objetivo: a organização e mobilização popular.

Para isso era preciso esconder que havia uma guerra civil legítima em curso contra a ditadura. Além da censura, era preciso demonizar na propaganda noticiosa os guerrilheiros como "criminosos", para não despertarem empatia popular, não criar mártires, nem despertar admiração, nem ideais a serem seguidos.

Foi preciso fazer o mesmo com os guerrilheiros, que D. Maria, a louca, fez com Tiradentes e os demais inconfidentes.

E lá estavam as velhas conhecidas familias Marinho, Frias, Mesquita e Civita, da velha mídia, engajadas em demonizar os guerrilheiros, em entusiasmados editorais, colunas e na deturpação do noticiário. Hoje, coerentes com o passado em prol da ditadura, fazem o mesmo ao colocaram suas mãos sujas no processo de Dilma, vilipendiando a verdade.

Além do aparelho repressivo policial-militar e para-militar, a ditadura criou Atos Institucionais e inseriu, na lei de segurança nacional, carta branca para prender e arrebentar qualquer um que insurgisse contra a ditadura, seja sem arma, seja com armas.

O Ato Institucional nº 6, transformou o STM (Supremo Tribunal Militar) em um tribunal de exceção, onde passaram a ser processados todos enquadrados na Lei de Segurança Nacional, inclusive os civis. Foi o reconhecimento pela ditadura de que estava travando uma guerra civil para se manter no poder.

Qualquer atividade civil de oposição de esquerda (ou que "ameaçasse" o regime), como críticas ao presidente e às autoridades, panfletagem, organização e reunião popular, greve, associação de funcionários "desautorizadas", eram punidas, desde a prisão até a pena de morte, pela Lei de Segurança Nacional vigente na época, em processos na Justiça Militar.

Nesse contexto, de proibição à qualquer atividade real de oposição, é que só restou a resistência armada. Qualquer outra atividade de protesto que trabalhadores, estudantes e movimentos sociais fazem livremente hoje, com a maior naturalidade; qualquer coluna de jornal alternativo ou panfleto com críticas contundentes, dava pena de prisão na época. Até discussão de boteco ou na esquina, se alguém falasse mal do ditador ou da ditadura, ia em cana.

A guerrilha, por natureza, quase sempre acontece em movimentos de independência, de libertação nacional, ou contra ditaduras, quando não há liberdade de expressão, onde é proibido disputar o poder no voto livre. É a luta do oprimido contra o opressor.

Escalada da Ditadura levou à proliferação da luta armada

No Brasil, o golpe de 1964 não teve reação suficiente para debelar o golpe, nem mesmo desarmada, em parte porque foi uma ditadura implantada em etapas. Numa primeira hora, chegou a ser encarada como um golpe pontual com "crise política e militar" (uma "quartelada"). Centristas do PSD (mais ou menos equivalente ao PMDB de hoje), consumado o afastamento de Jango, tentaram fazer um acerto com os militares para reconduzir à normalidade institucional.

A constituição dizia que, faltando menos de 2 anos para o fim do mandato, o Congresso Nacional elegeria o novo presidente. Em acordo, JK e todo o PSD apoioaram a eleição de Castelo Branco no Congresso Nacional, inclusive emprestando como vice um hábil articulador político do PSD (o mineiro José Maria Alckmin). A derrubada de Jango foi um golpe, mas, a rigor, a eleição de Castelo Branco, até ali, retomava o caminho constitucional. O acordo previa que Castelo cumpriria o período do mandato de Jango até o fim, como determinava a Constituição, seguraria os militares da chamada linha dura nos quartéis, e cumpriria o calandário eleitoral, havendo eleições diretas para presidente em 1965, como previa a ordem institucional.

Uma vez eleito, Castelo Branco descumpriu os acordos, vieram golpes dentro do golpe (o próprio JK foi cassado em seguida, pelo próprio Castelo), cada vez mais afastando o caminho da redemocratização e transformando o Brasil numa ditadura cada vez mais arbitrária e massacrando a oposição.

Entre 1964 (após o golpe) até 1968, movimentos civis, como dos estudantes e trabalhadores, se reorganizaram em resistência popular (desarmada), nas ruas, escolas e fábricas. Faziam cada vez mais protestos, greves e passeatas. Trabalhadores começavam a voltar a fazer greves, duramente reprimidas, com prisões e intervenções nos sindicatos.

O AI-5, em dezembro de 1968, fechou as portas para qualquer atividade de oposição. A falta de resistência armada em 1964, que havia levado à ditadura cada vez mais atroz, explodiu em 1968, com milhares de jovens (de todas as idades) resolvendo aderir à unica forma de resistência que ainda parecia viável: a luta armada.

Dilma não participou diretamente de ações armadas, mas não há nenhum demérito em quem participou, pelo contrário. Foi um ato voluntário de sacrifício e bravura, como o de qualquer soldado que combate em uma guerra. Muitos sem qualquer preparo, nem aptidão militar, acabaram sacrificando a própria vida, ou em confronto com um exército e polícia bem treinada e bem equipada, ou torturados e executados nas masmorras da ditadura

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Os vexames da campanha: o aborto do Zé Baixaria e o “perito” Molina

O Conversa Afiada republica post do Blog Amigos do Presidente Lula:



Os maiores vexames da eleição


No topo do ranking: um candidato que entrou na campanha como José Serra, e saiu dela como Zé Baixaria.

Depois vem os vexames, não necessariamente na ordem:

A campanha subterrânea de calúnias por email e telemarketing da campanha de Serra.

A TV Globo, como sempre, manipulou o tempo todo no Jornal Nacional. No dia dos candidatos escondia o melhor de Dilma, os comícios, o povo, e chegava e colocar cenas inócuas dela chegando em aeroportos e saindo de hotel, em detrimento dos atos de campanha. O ponto “alto”, que entrou para a história, ao lado de episódios como a Proconsult, foi a contratação da perícia do “especialista” Ricardo Molina sobre a bolinha de papel.

O William Bonner sendo cutucado pela Fátima Bernardes, para não ser tão grosseiro ao entrevistar Dilma.

A Folha com a ficha falsa e diversas manchetes falsas fabricadas para aparecer no horário eleitoral na TV de José Serra.

Os setores das Igrejas que tentaram transformar seu rebanho em curral eleitoral, em vez de pregar o voto consciente.

Vexame maior para a bispo de Guarulhos que não entendeu ou não quis entender, que opinião qualquer clérigo pode ter, mas o que ele estava fazendo era financiando campanha eleitoral com dinheiro da arquidiocese, o que acaba sendo uma forma de campanha paralela, proibida pela lei eleitoral, e cujo enquadramento legal é de caixa-dois.

Destaque para a atuação da vice-procuradora-geral-eleitoral Drª Sandra Cureau. Ela teve sua opinião formada pelo PIG (Partido da Imprensa Golpista). Assimilou os viés oposicionista, foi na onda, e causou desequilíbrio, sucumbindo a pressão da opinião publicada e dos serristas, em vez de manter um olhar equidistante em suas avaliações subliminares, com olhos do brasileiro comum, do povo

sábado, 30 de outubro de 2010

VEJA E SERRA - NEGÓCIOS

BLOG Os amigos do presidente Lula

Uma mão lava a outra.

Em 1994 a Editora Abril (da revista Veja) financiou a campanha de José Serra ao senado.

Depois, quando Serra foi governador, ele financiou a revista Veja e a Editora Abril, através de compras de assinaturas, e anúncios

sábado, 23 de outubro de 2010

Fraude na Globo: vídeo no JN faz edição falsificando fatos para salvar Serra

Os amigos do presidente Lula


#globomente #serrarojas





O vídeo do Jornal Nacional, editado para tentar salvar José Serra da fama de Rojas, foi uma grosseira falsificação.

A edição fez um montagem, alterando a ordem cronológica e a duração dos fatos. Emendou imagens fora de ordem como se fossem em sequência.

Essa vergonha, ou melhor, falta de vergonha e de caráter, é pior do a edição do debate Lula x Collor, em 1989, completamente manipulado. Dessa vez a Globo não apenas escolheu o que omitir, como falsificou os fatos.

Por que a Globo está tão desesperada para eleger José Serra?

Que acordo secreto terá a Globo com Serra?

O que Serra prometeu à Globo, se ganhar?