blog do zé
Publicado em 08-Nov-2010
Não dá para aceitar proposta de autorregulamentação da imprensa...
Em boa hora o governo Lula promove amanhã e depois em Brasília, sob o comando do ministro da Comunicação Social, Franklin Martins, o Seminário Internacional das Comunicações Eletrônicas com o propósito de debater o novo marco regulatório para a mídia no país, inclusive as regras de participação do capital estrangeiro na imprensa nacional.
O seminário se realizará em meio aos ecos da 66ª assembléia geral da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) que se realiza em Mérida, no México e do 8º Congresso Brasileiro de Jornais, que reelegeu Judith Brito, presidente da Associação Nacional de Jornais (ANJ) para um mandato de mais dois anos à frente da entidade.
Nos dois eventos, nenhuma novidade: no México o encontro se desenvolve em meio a cantilena de sempre das ameaças de censura à imprensa que a SIP vê no continente; no congresso da ANJ, o posicionamento dos representantes desta e de outras entidades da área, contra a elaboração de um marco regulatório que discipline a atividade do setor e o obrigue a cumprir a Constituição.
Grande mídia adere em peso a autorregulamentação
Com o respaldo dos grandes empresários de comunicação, como o diretor-presidente do grupo Rede Brasil Sul de Comunicação (RBS), Nelson Sirotsky e do vice-presidente das Organizações Globo, João Roberto Marinho, a ANJ anunciou a entrada em vigor até o final do mês que vem do Conselho Nacional de Autorregulamentação dos jornais considerado por eles como o modo adequado "de evitar qualquer controle externo".
O conselho de auto-regulamentação anuncia Sirotsky, terá por base o código de ética do Estatuto da ANJ que, segundo ele, estabelece os compromissos das empresas jornalísticas de defesa da liberdade de expressão, dos direitos humanos, da democracia e da livre iniciativa, o sigilo das fontes de informação, a pluralidade de opinião e a correção de erros cometidos nas edições.
Justificativa de Sirotsky para a vigência do conselho de auto-regulamentação: "sepultar qualquer outra tentativa de criação fora do nosso ambiente que possa prejudicar, violentar o exercício sagrado da nossa atividade, seja enquanto profissionais de jornalismo, seja enquanto empresas jornalísticas." Já na avaliação de Marinho, o controle externo poria em risco a atividade jornalística.
Imprensa está contra os conselhos estaduais de comunicação
Um dos argumentos levantados por Judith Brito para o início da vigência da autorregulamentação é a tentativa de criação de conselhos de comunicação social em alguns Estados. Há projetos para a sua constituição no Ceará, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Piauí, Alagoas e Bahia.
Não dá para aceitar essa auto-regulamentação, mas a pressa com que anunciam o inicio de sua vigência é um bom sinal. É uma evidência de que os barões da mídia perceberam que não tem como impedir o debate e a apresentação de uma proposta de regulamentação pelo governo a partir do discutido na I Conferência Nacional de Comunicação (CONFECOM) como, aliás tem anunciado o Ministro Franklin Martins. CONFECOM que eles boicotaram do começo ao fim
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segunda-feira, 8 de novembro de 2010
MÍDIA - Autorregulamentação: imprensa amplia ação contra controle externo
blog do zé
A Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), as associações Nacional de Jornais e Nacional de Editoras de Revistas (ANER), as famílias Marinho, Sirotsky, ao manifestarem temor de censura à imprensa e anunciarem a entrada em vigor do Conselho Nacional de Autorregulamentação do setor concentram seus protestos contra o que chamam de ameaças de controle externo da mídia. Na verdade, estão contra o seu controle social. Ora, controle externo existe até para a magistratura e não representa nenhuma ameaça a independência dos juízes. Jamais representou. Em todos os países democráticos, dos Estado Unidos até Portugal, existe regulação e órgãos reguladores sem que a independência da mídia e a liberdade de expressão e de imprensa sejam ameaçadas. Pelo contrário, a regulação e o órgão fiscalizador instituídos em todos os países civilizados e democráticos do mundo garantem a liberdade de imprensa e de informação, o pluralismo, impedem o monopólio da informação e dos veículos de comunicação, defendem as minorias, os direitos humanos, a cultura nacional e a indústria cultural
A Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), as associações Nacional de Jornais e Nacional de Editoras de Revistas (ANER), as famílias Marinho, Sirotsky, ao manifestarem temor de censura à imprensa e anunciarem a entrada em vigor do Conselho Nacional de Autorregulamentação do setor concentram seus protestos contra o que chamam de ameaças de controle externo da mídia. Na verdade, estão contra o seu controle social. Ora, controle externo existe até para a magistratura e não representa nenhuma ameaça a independência dos juízes. Jamais representou. Em todos os países democráticos, dos Estado Unidos até Portugal, existe regulação e órgãos reguladores sem que a independência da mídia e a liberdade de expressão e de imprensa sejam ameaçadas. Pelo contrário, a regulação e o órgão fiscalizador instituídos em todos os países civilizados e democráticos do mundo garantem a liberdade de imprensa e de informação, o pluralismo, impedem o monopólio da informação e dos veículos de comunicação, defendem as minorias, os direitos humanos, a cultura nacional e a indústria cultural
domingo, 7 de novembro de 2010
Segundo o Partido da Imprensa Golpista, restrição a mídia ganha poder
Delegação do Brasil em conferência de comunicação afirma que esquerda no país tem meios para cercear expressão
Documento levado a encontro da Sociedade Interamericana de Imprensa vê problema em rever radiodifusão
FLÁVIA MARREIRO
DE CARACAS
Embalada pela vitória de Dilma Rousseff (PT) e apoiada na maioria governista no próximo Congresso, a esquerda brasileira detém agora poder para concretizar ameaças à liberdade de expressão embutidas na ideia de "controle social da mídia" promovida no governo Lula.
A avaliação consta do informe da representação brasileira na SIP (Sociedade Interamericana de Imprensa), apresentado ontem em Mérida, no México, durante sua 66ª assembleia geral.
O documento foi exposto ante a Comissão de Liberdade de Imprensa e Informação, que revisa anualmente as ameaças ao livre exercício do jornalismo nas Américas.
A comissão também recebeu ontem pareceres sobre Venezuela, Argentina, Equador e Bolívia, entre outros. Amanhã, a organização, que reúne 1.300 jornais e meios de comunicação do continente, aprovará documento com relatórios por país.
O informe preparado pelo representante do Brasil na SIP, Sidnei Basile, do Grupo Abril, afirma que o conceito de "controle social da mídia" "é o novo nome da censura".
"Embalada pelo continuísmo e por maioria tanto na Câmara como no Senado, a esquerda brasileira detém os instrumentos para concretizar as ameaças embutidas no Plano Nacional de Direitos Humanos e nas "conclusões" da Conferência Nacional de Comunicação que o governo federal promoveu no ano passado", diz o texto.
Amanhã e quarta, o governo Lula promove em Brasília, sob o comando do ministro Franklin Martins (Secretaria de Comunicação), o Seminário Internacional das Comunicações Eletrônicas, com o fim de discutir novo marco regulatório para a mídia no país. Serão debatidas, por exemplo, regras de participação de capital estrangeiro.
Outro ponto problemático, segundo o informe apresentado na reunião da SIP, é a iniciativa do governo de revisar as regras da radiodifusão.
Sob essa justificativa, diz o texto, "as autoridades federais tentam cancelar licenças de radiodifusão, como aconteceu em outros países. O passo seguinte será o de incluir medidas restritivas à liberdade de expressão e ao direito à informação".
O diretor para Liberdade de Expressão da SIP, Ricardo Trotti, considerou "ambíguas" as declarações da presidente eleita, Dilma Rousseff, sobre compromisso com a liberdade de expressão e discussão do marco regulatório. "Se forem aprovadas as reformas para instalar o controle social da mídia, será gravíssimo", disse à Folha.
O documento brasileiro registra casos de agressão a jornalistas e de censura prévia, como o envolvendo o jornal "O Estado de S. Paulo", proibido pela Justiça de publicar dados de investigação acerca de Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).
O diretor jurídico do Grupo Folha, Orlando Molina, e a advogada do jornal, Taís Gasparian, participam do encontro. O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, esteve ontem no evento
Documento levado a encontro da Sociedade Interamericana de Imprensa vê problema em rever radiodifusão
FLÁVIA MARREIRO
DE CARACAS
Embalada pela vitória de Dilma Rousseff (PT) e apoiada na maioria governista no próximo Congresso, a esquerda brasileira detém agora poder para concretizar ameaças à liberdade de expressão embutidas na ideia de "controle social da mídia" promovida no governo Lula.
A avaliação consta do informe da representação brasileira na SIP (Sociedade Interamericana de Imprensa), apresentado ontem em Mérida, no México, durante sua 66ª assembleia geral.
O documento foi exposto ante a Comissão de Liberdade de Imprensa e Informação, que revisa anualmente as ameaças ao livre exercício do jornalismo nas Américas.
A comissão também recebeu ontem pareceres sobre Venezuela, Argentina, Equador e Bolívia, entre outros. Amanhã, a organização, que reúne 1.300 jornais e meios de comunicação do continente, aprovará documento com relatórios por país.
O informe preparado pelo representante do Brasil na SIP, Sidnei Basile, do Grupo Abril, afirma que o conceito de "controle social da mídia" "é o novo nome da censura".
"Embalada pelo continuísmo e por maioria tanto na Câmara como no Senado, a esquerda brasileira detém os instrumentos para concretizar as ameaças embutidas no Plano Nacional de Direitos Humanos e nas "conclusões" da Conferência Nacional de Comunicação que o governo federal promoveu no ano passado", diz o texto.
Amanhã e quarta, o governo Lula promove em Brasília, sob o comando do ministro Franklin Martins (Secretaria de Comunicação), o Seminário Internacional das Comunicações Eletrônicas, com o fim de discutir novo marco regulatório para a mídia no país. Serão debatidas, por exemplo, regras de participação de capital estrangeiro.
Outro ponto problemático, segundo o informe apresentado na reunião da SIP, é a iniciativa do governo de revisar as regras da radiodifusão.
Sob essa justificativa, diz o texto, "as autoridades federais tentam cancelar licenças de radiodifusão, como aconteceu em outros países. O passo seguinte será o de incluir medidas restritivas à liberdade de expressão e ao direito à informação".
O diretor para Liberdade de Expressão da SIP, Ricardo Trotti, considerou "ambíguas" as declarações da presidente eleita, Dilma Rousseff, sobre compromisso com a liberdade de expressão e discussão do marco regulatório. "Se forem aprovadas as reformas para instalar o controle social da mídia, será gravíssimo", disse à Folha.
O documento brasileiro registra casos de agressão a jornalistas e de censura prévia, como o envolvendo o jornal "O Estado de S. Paulo", proibido pela Justiça de publicar dados de investigação acerca de Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).
O diretor jurídico do Grupo Folha, Orlando Molina, e a advogada do jornal, Taís Gasparian, participam do encontro. O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, esteve ontem no evento
sábado, 23 de outubro de 2010
ANJ não se pronuncia sobre censura à Revista do Brasil
Por: Anselmo Massad, Rede Brasil Atual
São Paulo – A Associação Nacional dos Jornais (ANJ) preferiu não se prosicionar sobre a censura à edição de outubro da Revista do Brasil. A publicação teve sua distribuição e divulgação na internet suspensa por decisão liminar do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concedida na segunda-feira (18) à coligação "O Brasil pode mais", de José Serra (PSDB). A informação foi divulgada pelo Observatório Direito à Comunicação.
O site lembra de outros episódios em que a a ANJ não se manifestou. Em outubro deste ano, a psicanalista Maria Rita Kehl, colunista de O Estado de São Paulo, foi dispensada depois de escrever um artigo defendendo o governo de Luiz Inácio Lula da Silva. A instituição tampouco pronunciou-se a respeito da demissão do editor da revista National Geographic Brasil, do grupo Abril, Felipe Milanez, por ter criticado uma publicação da empresa no Twitter. O blog Falha de S. Paulo, que parodiava o jornal Folha de S.Paulo, foi retirado do ar por ação da empresa de comunicação, e não teve crítica da associação de jornais.
A presidente da associação é Judith Brito, da Folha de S.Paulo, que recentemente declarou que a a imprensa brasileira exerce papel de oposição.
São Paulo – A Associação Nacional dos Jornais (ANJ) preferiu não se prosicionar sobre a censura à edição de outubro da Revista do Brasil. A publicação teve sua distribuição e divulgação na internet suspensa por decisão liminar do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concedida na segunda-feira (18) à coligação "O Brasil pode mais", de José Serra (PSDB). A informação foi divulgada pelo Observatório Direito à Comunicação.
O site lembra de outros episódios em que a a ANJ não se manifestou. Em outubro deste ano, a psicanalista Maria Rita Kehl, colunista de O Estado de São Paulo, foi dispensada depois de escrever um artigo defendendo o governo de Luiz Inácio Lula da Silva. A instituição tampouco pronunciou-se a respeito da demissão do editor da revista National Geographic Brasil, do grupo Abril, Felipe Milanez, por ter criticado uma publicação da empresa no Twitter. O blog Falha de S. Paulo, que parodiava o jornal Folha de S.Paulo, foi retirado do ar por ação da empresa de comunicação, e não teve crítica da associação de jornais.
A presidente da associação é Judith Brito, da Folha de S.Paulo, que recentemente declarou que a a imprensa brasileira exerce papel de oposição.
sábado, 2 de outubro de 2010
obviamente, esses meios de comunicação estão fazendo de fato a posição oposicionista deste país, já que a oposição está profundamente fragilizada
Maria Judith Brito, presidente da Associação Nacional de Jornais (ANJ) e executiva do grupo Folha de São Paulo, publicadas no jornal O Globo, em 18/03/10, ao assumir a linha de frente da campanha de Serra. Nas palavras da presidente da ANJ, "... obviamente, esses meios de comunicação estão fazendo de fato a posição oposicionista deste país, já que a oposição está profundamente fragilizada. E esse papel de oposição, de investigação, sem dúvida nenhuma incomoda sobremaneira o governo."
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MIDIA PIG
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Presidenta do PIG(anj), D. Judith Brito, quer censurar a liberdade de expressão do presidente Lula
Presidenta do PIG, D. Judith Brito, quer censurar a liberdade de expressão do presidente Lula
A ANJ (Associação Nacional dos donos de Jornais), emitiu nota criticando as críticas do presidente Lula a determinados órgãos da imprensa. As críticas também vieram da Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), e da Associação Nacional dos Editores de Revistas (Aner).
Críticas vindas dessa gente, só faz nos encher de orgulho do Presidente que temos.
A presidenta da Associação, Judith Brito (do Grupo Folha de São Paulo), já admitiu recentemente que a imprensa atua como um Partido de Oposição:
- A liberdade de imprensa é um bem maior que não deve ser limitado. A esse direito geral, o contraponto é sempre a questão da responsabilidade dos meios de comunicação. E, obviamente, esses meios de comunicação estão fazendo de fato a posição oposicionista deste país, já que a oposição está profundamente fragilizada. E esse papel de oposição, de investigação, sem dúvida nenhuma incomoda sobremaneira o governo [Lula].
Que a imprensa exerça sua liberdade de expressão à vontade, desde que se submeta ao Código Penal e Civil como qualquer brasileiro, quando calunia, quando difama, quando comete injúrias, quando publica fichas falsas, quando faz alarmismo falso, quando forma quadrilha para especular na Bolsa de Valores, e quando forma quadrilha para fraudar o processo eleitoral.
O que é inaceitável é querer censurar a liberdade de pensamento e de expressão do cidadão Luiz Inácio Lula da Silva, inclusive o que ele pensa destes setores da imprensa.
A ANJ (Associação Nacional dos donos de Jornais), emitiu nota criticando as críticas do presidente Lula a determinados órgãos da imprensa. As críticas também vieram da Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), e da Associação Nacional dos Editores de Revistas (Aner).
Críticas vindas dessa gente, só faz nos encher de orgulho do Presidente que temos.
A presidenta da Associação, Judith Brito (do Grupo Folha de São Paulo), já admitiu recentemente que a imprensa atua como um Partido de Oposição:
- A liberdade de imprensa é um bem maior que não deve ser limitado. A esse direito geral, o contraponto é sempre a questão da responsabilidade dos meios de comunicação. E, obviamente, esses meios de comunicação estão fazendo de fato a posição oposicionista deste país, já que a oposição está profundamente fragilizada. E esse papel de oposição, de investigação, sem dúvida nenhuma incomoda sobremaneira o governo [Lula].
Que a imprensa exerça sua liberdade de expressão à vontade, desde que se submeta ao Código Penal e Civil como qualquer brasileiro, quando calunia, quando difama, quando comete injúrias, quando publica fichas falsas, quando faz alarmismo falso, quando forma quadrilha para especular na Bolsa de Valores, e quando forma quadrilha para fraudar o processo eleitoral.
O que é inaceitável é querer censurar a liberdade de pensamento e de expressão do cidadão Luiz Inácio Lula da Silva, inclusive o que ele pensa destes setores da imprensa.
Até tu? Judith Maria Judith Brito, presidente a ANJ, admite golpismo da grande mídia:
Ela afirmou recentemente, com todas as letras, que “Obviamente, esses meios de comunicação estão fazendo de fato a posição oposicionista deste país, já que a oposição está profundamente fragilizada”
Judith, da ANJ, líder da Oposição, é outra traíra
DO CONVERSA AFIADA
Marina Silva não é a única.
A auto-proclamada líder da Oposição – diante da insignificância do jenio -, Judith Brito, funcionária da Folha (*) e, nessa condição, presidente da Associação Nacional dos Jornais – se dá ao desplante de censurar Presidente Lula.
Ela e o Otavinho se acham.
ve ja o vídeo em que a Dilma vai para a jugular do Otavinho.
Mas já não foi assim.
A líder da Oposição já foi uma obscura candidata a vereadora pelo PT, do Presidente Lula, e, com o santinho dele, pedia votos.
A Marina Silva não está só na trincheira contra o Lula.
É o que demonstra essa reportagem da Helena, no site Amigos do Presidente Lula.
Alguns anos se passaram e dona Judith já não é mais a mesma. Hoje, a ex candidata a vereadora, faz parte do partido da imprensa, defende os poderosos barões da mídia,dá entrevistas insinuando que o Governo Lula quer fazer um controle social da mídia..
Maria Judith Brito afirmou recentemente, com todas as letras, que “Obviamente, esses meios de comunicação estão fazendo de fato a posição oposicionista deste país, já que a oposição está profundamente fragilizada” Sabemos que os grandes jornalões, ou a “grande imprensa” defendem apenas os interesses das dos patrões deste país, mas no que se refere à Folha de São Paulo, a casa da dona Judith, há quem diga que não passa de um órgão oficial do PSDB serrista. E, dona Jusdith, hoje, compactua com isso...Que mudança hein dona Judith?
A presidente da Associação Nacional de Jornais (ANJ), Judith Brito,já foi filiada ao Partido dos trabalhadores (PT). E não é só isso. Judith Brito concorreu ao cargo de vereadora, ao lado do Presidente Lula
A dra. Cureau queria calar o Amigos
E calar o Mino, também.
A imparcial Dra. Cureau mereceu de Mino Carta essa singela resposta:
(O que dirá o Dr Gurgel, Procurador Geral da República, dessa deplorável intimação ?)
E vamos à Dra. Judith da Silva (será que ela, hoje, vota Verde ?):
terça-feira, 21 de setembro de 2010
A dona Judith Brito que você não conhece
Por essa nem Paulo Henrique Amorim, o jornalista desde os tempos em que os bichos falavam, esperava!
Dona Judith, hoje raivosa, destila veneno quando acusa o Presidente Lula de ser contra liberdade de expressão, não foi sempre assim.
Na eleição de 1982 ela não achava que o Lula era contra a imprensa. fazia material de campanha dela junto com o Lula
Marina Silva não é a única.
A auto-proclamada líder da Oposição – diante da insignificância do jenio -, Judith Brito, funcionária da Folha (*) e, nessa condição, presidente da Associação Nacional dos Jornais – se dá ao desplante de censurar Presidente Lula.
Ela e o Otavinho se acham.
ve ja o vídeo em que a Dilma vai para a jugular do Otavinho.
Mas já não foi assim.
A líder da Oposição já foi uma obscura candidata a vereadora pelo PT, do Presidente Lula, e, com o santinho dele, pedia votos.
A Marina Silva não está só na trincheira contra o Lula.
É o que demonstra essa reportagem da Helena, no site Amigos do Presidente Lula.
Alguns anos se passaram e dona Judith já não é mais a mesma. Hoje, a ex candidata a vereadora, faz parte do partido da imprensa, defende os poderosos barões da mídia,dá entrevistas insinuando que o Governo Lula quer fazer um controle social da mídia..
Maria Judith Brito afirmou recentemente, com todas as letras, que “Obviamente, esses meios de comunicação estão fazendo de fato a posição oposicionista deste país, já que a oposição está profundamente fragilizada” Sabemos que os grandes jornalões, ou a “grande imprensa” defendem apenas os interesses das dos patrões deste país, mas no que se refere à Folha de São Paulo, a casa da dona Judith, há quem diga que não passa de um órgão oficial do PSDB serrista. E, dona Jusdith, hoje, compactua com isso...Que mudança hein dona Judith?
A presidente da Associação Nacional de Jornais (ANJ), Judith Brito,já foi filiada ao Partido dos trabalhadores (PT). E não é só isso. Judith Brito concorreu ao cargo de vereadora, ao lado do Presidente Lula
A dra. Cureau queria calar o Amigos
E calar o Mino, também.
A imparcial Dra. Cureau mereceu de Mino Carta essa singela resposta:
(O que dirá o Dr Gurgel, Procurador Geral da República, dessa deplorável intimação ?)
E vamos à Dra. Judith da Silva (será que ela, hoje, vota Verde ?):
terça-feira, 21 de setembro de 2010
A dona Judith Brito que você não conhece
Por essa nem Paulo Henrique Amorim, o jornalista desde os tempos em que os bichos falavam, esperava!
Dona Judith, hoje raivosa, destila veneno quando acusa o Presidente Lula de ser contra liberdade de expressão, não foi sempre assim.
Na eleição de 1982 ela não achava que o Lula era contra a imprensa. fazia material de campanha dela junto com o Lula
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