Mostrando postagens com marcador x fhc. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador x fhc. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
terça-feira, 26 de outubro de 2010
CLARIFIQUE O CAMINHO OU DERRAPARÁS NA LAMA GOLPISTA-UDENISTA-LACERDISTA-SERRISTA
"É preciso deixar claro para o povo: não se trata apenas de uma disputa eleitoral.Trata-se de defender a soberania nacional contra os que querem fazer nosso país voltar a ser submisso a interesses estrangeiros. Trata-se de defender a democracia contra os que querem calar o povo. Trata-se de defender a igualdade contra os que querem impedir que os trabalhadores tenham direito a emprego, salário digno e boas condições de vida, incluindo habitação, saúde e educação."
Marcadores:
Dilma 10,
eleições pt,
estado e religião,
fascismo,
iatolá serra,
Lula,
PT,
x fhc
COMEMORE NÃO SÓ OS 65 ANOS DE LULA AMANHÃ,27, MAS TAMBÉM O DIA EM QUE LULA VENCEU SERRA EM 2002
EU, COM MUITO ORGULHO E NUITO AMOR E PAZ...TUDO PARA MANTER ESSE ASTRAL POR NAIS 4 ANOS, SEÃO EU MORRO DE TÉDIO...
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Empregos em SP, MG e RJ: Lula 5,900 milhões X FHC 225 mil
O governo Lula gerou, em sete anos e oito meses, nada menos que 5,900 milhões de novos empregos de carteira assinada, nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, uma média anual de 770 mil. Em oito do neoliberalismo de FHC, a economia dos três principais estados do Sudeste foi destruída e a geração de empregos atingiu apenas 225 mil, uma média anual de 28 mil novos postos de trabalho por ano. O desempenho de Lula na geração de empregos de carteira assinada nos Estados comandados pelos tucanos Aécio Neves e José Serra é muito superior à média nacional. O artigo é de José Prata Araújo.
José Prata Araújo (*)
Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – CAGED da geração de empregos nos três principais estados do Sudeste – São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro – estão expressos na tabela abaixo. São dados impressionantes favoráveis ao governo Lula. Nesses três Estados, o governo Lula gerou, em sete anos e oito meses, nada menos que 5,900 milhões de novos empregos de carteira assinada, uma média anual de 770 mil. Em oito do neoliberalismo de FHC, a economia dos três principais estados do Sudeste foi destruída e a geração de empregos atingiu apenas 225 mil, uma média anual de 28 mil novos postos de trabalho por ano.
Os dados do CAGED são divulgados mensalmente pelo Ministério do Trabalho, abrangem cerca de 80% a 85% do universo do trabalho formal celetista e são, aproximadamente, 600 mil empresas declarantes. Os dados do CAGED do período de 1999 a 2010 são do Sítio do Ministério do Trabalho e de 1995 a 1998 foram extraídos do estudo “Comportamento do emprego formal”, de Edelcique Machado.
O desempenho de Lula na geração de empregos de carteira assinada nos Estados comandados pelos tucanos Aécio Neves e José Serra é muito superior à média nacional. Isso porque os Estados mais industrializados foram muito atingidos pela política cambial de FHC que prejudicou as exportações. Com o emprego e a renda estagnados, a indústria voltada para o mercado interno também recuou e, sem crescimento econômico, se agravaram os problemas fiscais. É fundamental que dados robustos como estes e tantos outros, contribuam, de forma mais decisiva, para que o PT e outros partidos de esquerda firmem uma alternativa política e programática consistente aos tucanos em Minas Gerais e São Paulo.
Como não conseguem emplacar um discurso nacional e defender o governo FHC, os tucanos buscam confrontar as suas administrações de São Paulo e de Minas Gerais com o governo Lula. Defendem um suposto descolamento do desempenho de seus Estados em relação ao país como um todo. Essa tese do descolamento em termos econômicos, sociais e fiscais é ridícula. As grandes políticas que impactam o crescimento da economia são federais:
redução da vulnerabilidade externa da economia, taxa de juros, controle da inflação, câmbio, política tributária, investimentos públicos em infraestrutura (energia, estradas, portos, aeroportos, ferrovias, saneamento básico, urbanização, etc.), melhoria das condições para os investimentos privados, políticas de crédito, políticas de geração de empregos, melhoria na renda do trabalhador ativo, salário mínimo, programas de transferência de renda (INSS, Bolsa Família, BPC, seguro-desemprego, abono salarial), investimento na educação, etc.
Em algumas dessas políticas existe, de fato, a participação dos Estados e Municípios. Mas as políticas são complementares e não concorrentes com a União. Ou seja, se o governo federal praticasse políticas macroeconômicas anticrescimento, as iniciativas dos Estados e Municípios, isoladamente, não conseguiriam reverter a situação.
A sincronia entre o desempenho da União e dos Estados federados na economia é óbvia. Não é preciso ser economista para entender que o crescimento do Produto Interno Bruto – PIB do Brasil nada mais é do que a média do crescimento dos Estados federados. Segundo o IBGE, oito Estados brasileiros concentram quase 80% do PIB nacional – São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Bahia, Santa Catarina e Distrito Federal. Assim, a taxa de crescimento da economia brasileira tende a ser próxima das taxas de crescimento destes Estados mais importantes, que tem peso na formação do PIB, como é caso de São Paulo e de Minas Gerais. Por isso mesmo ou os Estados crescem ou afundam na estagnação junto com o Brasil.
Se não fosse a lógica da disputa política poderíamos afirmar que os tucanos de São Paulo e de Minas Gerais são, no mínimo, mal agradecidos em relação a Lula, que retirou do buraco as economias paulista, mineira e brasileira. Os tucanos, ao tratarem os estados que governam como ilhas de desenvolvimento econômico, têm um duplo objetivo político: desgastar Lula e o PT e preservar Fernando Henrique e o PSDB. Para isso, escondem que o governo Fernando Henrique, do seu partido, foi o grande responsável pela estagnação de Minas Gerais, São Paulo e de todo o país. A tese dos tucanos que minimiza o peso das políticas federais no crescimento econômico não passa de uma esperteza na disputa política pela presidência da República.
O Brasil entre dois caminhos: continuar com Dilma e Lula, com mais desenvolvimento econômico, mercado interno de massas, mais distribuição de renda, mais e melhores empregos formais. O outro caminho, representado por Serra e FHC, já é conhecido dos brasileiros: baixo crescimento, privatizações, poucos empregos e flexibilização da CLT e da carteira assinada.
(*) Economista mineiro e autor dos livros O Brasil de Lula e o de FHC e Guia dos Direitos Sociais.
José Prata Araújo (*)
Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – CAGED da geração de empregos nos três principais estados do Sudeste – São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro – estão expressos na tabela abaixo. São dados impressionantes favoráveis ao governo Lula. Nesses três Estados, o governo Lula gerou, em sete anos e oito meses, nada menos que 5,900 milhões de novos empregos de carteira assinada, uma média anual de 770 mil. Em oito do neoliberalismo de FHC, a economia dos três principais estados do Sudeste foi destruída e a geração de empregos atingiu apenas 225 mil, uma média anual de 28 mil novos postos de trabalho por ano.
Os dados do CAGED são divulgados mensalmente pelo Ministério do Trabalho, abrangem cerca de 80% a 85% do universo do trabalho formal celetista e são, aproximadamente, 600 mil empresas declarantes. Os dados do CAGED do período de 1999 a 2010 são do Sítio do Ministério do Trabalho e de 1995 a 1998 foram extraídos do estudo “Comportamento do emprego formal”, de Edelcique Machado.
O desempenho de Lula na geração de empregos de carteira assinada nos Estados comandados pelos tucanos Aécio Neves e José Serra é muito superior à média nacional. Isso porque os Estados mais industrializados foram muito atingidos pela política cambial de FHC que prejudicou as exportações. Com o emprego e a renda estagnados, a indústria voltada para o mercado interno também recuou e, sem crescimento econômico, se agravaram os problemas fiscais. É fundamental que dados robustos como estes e tantos outros, contribuam, de forma mais decisiva, para que o PT e outros partidos de esquerda firmem uma alternativa política e programática consistente aos tucanos em Minas Gerais e São Paulo.
Como não conseguem emplacar um discurso nacional e defender o governo FHC, os tucanos buscam confrontar as suas administrações de São Paulo e de Minas Gerais com o governo Lula. Defendem um suposto descolamento do desempenho de seus Estados em relação ao país como um todo. Essa tese do descolamento em termos econômicos, sociais e fiscais é ridícula. As grandes políticas que impactam o crescimento da economia são federais:
redução da vulnerabilidade externa da economia, taxa de juros, controle da inflação, câmbio, política tributária, investimentos públicos em infraestrutura (energia, estradas, portos, aeroportos, ferrovias, saneamento básico, urbanização, etc.), melhoria das condições para os investimentos privados, políticas de crédito, políticas de geração de empregos, melhoria na renda do trabalhador ativo, salário mínimo, programas de transferência de renda (INSS, Bolsa Família, BPC, seguro-desemprego, abono salarial), investimento na educação, etc.
Em algumas dessas políticas existe, de fato, a participação dos Estados e Municípios. Mas as políticas são complementares e não concorrentes com a União. Ou seja, se o governo federal praticasse políticas macroeconômicas anticrescimento, as iniciativas dos Estados e Municípios, isoladamente, não conseguiriam reverter a situação.
A sincronia entre o desempenho da União e dos Estados federados na economia é óbvia. Não é preciso ser economista para entender que o crescimento do Produto Interno Bruto – PIB do Brasil nada mais é do que a média do crescimento dos Estados federados. Segundo o IBGE, oito Estados brasileiros concentram quase 80% do PIB nacional – São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Bahia, Santa Catarina e Distrito Federal. Assim, a taxa de crescimento da economia brasileira tende a ser próxima das taxas de crescimento destes Estados mais importantes, que tem peso na formação do PIB, como é caso de São Paulo e de Minas Gerais. Por isso mesmo ou os Estados crescem ou afundam na estagnação junto com o Brasil.
Se não fosse a lógica da disputa política poderíamos afirmar que os tucanos de São Paulo e de Minas Gerais são, no mínimo, mal agradecidos em relação a Lula, que retirou do buraco as economias paulista, mineira e brasileira. Os tucanos, ao tratarem os estados que governam como ilhas de desenvolvimento econômico, têm um duplo objetivo político: desgastar Lula e o PT e preservar Fernando Henrique e o PSDB. Para isso, escondem que o governo Fernando Henrique, do seu partido, foi o grande responsável pela estagnação de Minas Gerais, São Paulo e de todo o país. A tese dos tucanos que minimiza o peso das políticas federais no crescimento econômico não passa de uma esperteza na disputa política pela presidência da República.
O Brasil entre dois caminhos: continuar com Dilma e Lula, com mais desenvolvimento econômico, mercado interno de massas, mais distribuição de renda, mais e melhores empregos formais. O outro caminho, representado por Serra e FHC, já é conhecido dos brasileiros: baixo crescimento, privatizações, poucos empregos e flexibilização da CLT e da carteira assinada.
(*) Economista mineiro e autor dos livros O Brasil de Lula e o de FHC e Guia dos Direitos Sociais.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Na campanha, nada mais hipócrita e cínico do que as queixas de FHC
blog do zé
Publicado em 15-Out-2010
Não há como analisar de outra forma o discurso do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso no encontro de ontem com a tucanada, quando queixou-se da nossa campanha eleitoral e partiu até para o desafio de pedir um encontro "cara a cara" com o presidente Lula depois que este deixar o governo. Mas, não é para enumerar realizações (comparações entre os governos dos dois), avisa FHC. Que medo o dele! Ora, foi ele que orientou a campanha de seu candidato e da oposição a presidente da República, José Serra (PSDB-DEM-PPS) a seguir o caminho do ódio religioso e da calúnia! FHC deu várias entrevistas nesse sentido e agora vem pousar de vitima! "Estou calado há muitos anos ouvindo", falseou o ex-chefe de governo tucano. Mas, o que FHC menos tem feito é ficar calado...De nossos quatro ex-presidentes vivos (Sarney, Collor, Itamar e ele) o ex que menos se porta como tal é exatamente Fernando Henrique.
Não há como analisar de outra forma o discurso do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso no encontro de ontem com a tucanada, quando queixou-se da nossa campanha eleitoral e partiu até para o desafio de pedir um encontro "cara a cara" com o presidente Lula depois que este deixar o governo. Mas, não é para enumerar realizações (comparações entre os governos dos dois), avisa FHC. Que medo o dele!
Ora, foi ele que orientou a campanha de seu candidato e da oposição a presidente da República, José Serra (PSDB-DEM-PPS) a seguir o caminho do ódio religioso e da calúnia! FHC deu várias entrevistas nesse sentido e agora vem pousar de vitima! "Estou calado há muitos anos ouvindo", falseou o ex-chefe de governo tucano. Mas, o que FHC menos tem feito é ficar calado...De nossos quatro ex-presidentes vivos (Sarney, Collor, Itamar e ele) o ex que menos se porta como tal é exatamente Fernando Henrique.
Não há o que reparar nem retirar nada das críticas que fazemos a ele e às políticas de seu governo. Só reforçá-las. Queriam sim (e FHC deveria ter a coragem de assumir) privatizar a Petrobras e os bancos públicos. Ainda hoje - e os exemplos contam-se às dezenas - o PSDB defende a privatização da Petrobras e agora do pré-sal.
FHC se trai nesse discurso
Defendiam e defendem o fim do atual papel do BNDES e dos bancos públicos. Aliás, ao falar estas coisas FHC se trai, principalmente quando diz que a Petrobras perdeu 20% de mercado. De onde vem a boataria que deixa o mercado nervoso?. O ex-presidente apresenta o fato como prova de má gestão, quando a empresa, na verdade, é hoje a maior prova de nossa capacidade de gestão e estratégia de desenvolvimento seguida pelo governo do presidente Lula.
Quando FHC deixou o governo em 1º de janeiro de 2003 a Petrobras estava à míngua. Eles não suportam esta e outras verdadwes. Daí partirem para estes ataques fazendo-se de vitimas quando as vitimas de uma campanha eleitoral de ódio e difamação somos nós - o PT, o governo e nossa candidata ao Planalto Dilma Rousseff (governo-PT-partidos aliados).
Mas, para ser bem preciso, o que acontece mesmo e provoca esta reação de FHC é que eles sentiram os efeitos da nossa crítica política e agora se fazem de vitimas. Quem retirou FHC e desconheceu sua memória e governo foram José Serra e seus marqueteiros. São eles que renegam seu legado e se recusaram e se recusam a apresentar Fernando Henrique como apoiador do presidenciável tucano
Publicado em 15-Out-2010
Não há como analisar de outra forma o discurso do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso no encontro de ontem com a tucanada, quando queixou-se da nossa campanha eleitoral e partiu até para o desafio de pedir um encontro "cara a cara" com o presidente Lula depois que este deixar o governo. Mas, não é para enumerar realizações (comparações entre os governos dos dois), avisa FHC. Que medo o dele! Ora, foi ele que orientou a campanha de seu candidato e da oposição a presidente da República, José Serra (PSDB-DEM-PPS) a seguir o caminho do ódio religioso e da calúnia! FHC deu várias entrevistas nesse sentido e agora vem pousar de vitima! "Estou calado há muitos anos ouvindo", falseou o ex-chefe de governo tucano. Mas, o que FHC menos tem feito é ficar calado...De nossos quatro ex-presidentes vivos (Sarney, Collor, Itamar e ele) o ex que menos se porta como tal é exatamente Fernando Henrique.
Não há como analisar de outra forma o discurso do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso no encontro de ontem com a tucanada, quando queixou-se da nossa campanha eleitoral e partiu até para o desafio de pedir um encontro "cara a cara" com o presidente Lula depois que este deixar o governo. Mas, não é para enumerar realizações (comparações entre os governos dos dois), avisa FHC. Que medo o dele!
Ora, foi ele que orientou a campanha de seu candidato e da oposição a presidente da República, José Serra (PSDB-DEM-PPS) a seguir o caminho do ódio religioso e da calúnia! FHC deu várias entrevistas nesse sentido e agora vem pousar de vitima! "Estou calado há muitos anos ouvindo", falseou o ex-chefe de governo tucano. Mas, o que FHC menos tem feito é ficar calado...De nossos quatro ex-presidentes vivos (Sarney, Collor, Itamar e ele) o ex que menos se porta como tal é exatamente Fernando Henrique.
Não há o que reparar nem retirar nada das críticas que fazemos a ele e às políticas de seu governo. Só reforçá-las. Queriam sim (e FHC deveria ter a coragem de assumir) privatizar a Petrobras e os bancos públicos. Ainda hoje - e os exemplos contam-se às dezenas - o PSDB defende a privatização da Petrobras e agora do pré-sal.
FHC se trai nesse discurso
Defendiam e defendem o fim do atual papel do BNDES e dos bancos públicos. Aliás, ao falar estas coisas FHC se trai, principalmente quando diz que a Petrobras perdeu 20% de mercado. De onde vem a boataria que deixa o mercado nervoso?. O ex-presidente apresenta o fato como prova de má gestão, quando a empresa, na verdade, é hoje a maior prova de nossa capacidade de gestão e estratégia de desenvolvimento seguida pelo governo do presidente Lula.
Quando FHC deixou o governo em 1º de janeiro de 2003 a Petrobras estava à míngua. Eles não suportam esta e outras verdadwes. Daí partirem para estes ataques fazendo-se de vitimas quando as vitimas de uma campanha eleitoral de ódio e difamação somos nós - o PT, o governo e nossa candidata ao Planalto Dilma Rousseff (governo-PT-partidos aliados).
Mas, para ser bem preciso, o que acontece mesmo e provoca esta reação de FHC é que eles sentiram os efeitos da nossa crítica política e agora se fazem de vitimas. Quem retirou FHC e desconheceu sua memória e governo foram José Serra e seus marqueteiros. São eles que renegam seu legado e se recusaram e se recusam a apresentar Fernando Henrique como apoiador do presidenciável tucano
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Alguém quer voltar ao país do desemprego?
Publicado em 14-Out-2010
Temos que comemorar, e muito, o levantamento... Temos que comemorar, e muito, o levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) que mostra a diminuição do medo do desemprego por parte dos brasileiros. A taxa (de medo) do mês passado foi a menor desde 1996 e está hoje em 81,1 pontos (quanto menor a pontuação, maior a confiança na manutenção do emprego).
Todos sabem o que o fantasma da falta de emprego significou neste país durante os anos FHC/Serra, quando atingimos taxas altíssimas de desemprego. Por isso, saber hoje que no mês passado (setembro), 55% dos brasileiros, mais da metade da nossa população, não temem ficar desempregados e que apenas 30% admitem ter pouco medo, é muito gratificante.
A segurança manifesta pela sociedade brasileira de hoje é o resultado imediato de um governo que se preocupou com o trabalhador, gerou 14 milhões de empregos formais no país, investiu no aumento do salário mínimo e da renda da população. Além de ter fomentado cursos profissionalizantes, criado universidades federais e ter dado perspectivas e condições reais para o fortalecimento da classe média no país.
Diante dos números
A título de comparação - e a pedido de muitos de vocês - lembro as taxas de desemprego de alguns anos do tucanato de FHc. Os dados são do DIEESE, já conhecidos e correspondem à Pesquisa de Emprego e Desemprego PED. Eles nos possibilitam comparar a curva do desemprego durante o governo dos tucanos e o nosso.
Observem a queda do desemprego a partir de 2003, quando assumimos o governo federal sob uma campanha ferrenha da oposição quanto ao chamado, no período, "risco Brasil". E detalhe: não vale mais eles se desculparem com o pretexto da conjuntura externa, porque nós, também, no segundo governo Lula, passamos pela pior crise financeira mundial entre 2008/2009:
Taxa de desemprego total
Regiões metropolitanas e Distrito Federal (1998 a 2009)
1998 - 18,7%
1999 - 20,2%
2000 - 18,7%
2001 - 18,8%
2002 - 19,5%
2003 - 20,8%
2004 - 19,6%
2005 - 17,9%
2006 - 16,8%
2007 - 15,5%
2008 - 14,1%
2009 - 14,2%
Fonte: Convênio Dieese - Seade; MTE-FAT e convênios regionais.
Os números acima explicam os motivos pelos quais hoje, a maioria da população brasileira não teme mais ficar desempregada. Isso se chama eficiência, competência e um governo realmente preocupado com a família trabalhadora. Será mesmo que alguém realmente deseja voltar ao país do medo e do desemprego?
Temos que comemorar, e muito, o levantamento... Temos que comemorar, e muito, o levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) que mostra a diminuição do medo do desemprego por parte dos brasileiros. A taxa (de medo) do mês passado foi a menor desde 1996 e está hoje em 81,1 pontos (quanto menor a pontuação, maior a confiança na manutenção do emprego).
Todos sabem o que o fantasma da falta de emprego significou neste país durante os anos FHC/Serra, quando atingimos taxas altíssimas de desemprego. Por isso, saber hoje que no mês passado (setembro), 55% dos brasileiros, mais da metade da nossa população, não temem ficar desempregados e que apenas 30% admitem ter pouco medo, é muito gratificante.
A segurança manifesta pela sociedade brasileira de hoje é o resultado imediato de um governo que se preocupou com o trabalhador, gerou 14 milhões de empregos formais no país, investiu no aumento do salário mínimo e da renda da população. Além de ter fomentado cursos profissionalizantes, criado universidades federais e ter dado perspectivas e condições reais para o fortalecimento da classe média no país.
Diante dos números
A título de comparação - e a pedido de muitos de vocês - lembro as taxas de desemprego de alguns anos do tucanato de FHc. Os dados são do DIEESE, já conhecidos e correspondem à Pesquisa de Emprego e Desemprego PED. Eles nos possibilitam comparar a curva do desemprego durante o governo dos tucanos e o nosso.
Observem a queda do desemprego a partir de 2003, quando assumimos o governo federal sob uma campanha ferrenha da oposição quanto ao chamado, no período, "risco Brasil". E detalhe: não vale mais eles se desculparem com o pretexto da conjuntura externa, porque nós, também, no segundo governo Lula, passamos pela pior crise financeira mundial entre 2008/2009:
Taxa de desemprego total
Regiões metropolitanas e Distrito Federal (1998 a 2009)
1998 - 18,7%
1999 - 20,2%
2000 - 18,7%
2001 - 18,8%
2002 - 19,5%
2003 - 20,8%
2004 - 19,6%
2005 - 17,9%
2006 - 16,8%
2007 - 15,5%
2008 - 14,1%
2009 - 14,2%
Fonte: Convênio Dieese - Seade; MTE-FAT e convênios regionais.
Os números acima explicam os motivos pelos quais hoje, a maioria da população brasileira não teme mais ficar desempregada. Isso se chama eficiência, competência e um governo realmente preocupado com a família trabalhadora. Será mesmo que alguém realmente deseja voltar ao país do medo e do desemprego?
Marcadores:
blog do zé,
economia política,
x fhc
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Agora é Dilma ou o retrocesso à privataria
José Serra (PSDB) foi o Ministro do Planejamento de FHC da privataria, em 1995/1996 (Há foto,Serra batendo o martelo em leilão de privatização, ao lado da então diretora de privatização do BNDES, Elena Landau, que depois virou diretora do Banco Opportunity, de Daniel Dantas).
E ele não mudou na ânsia de vender partrimônio público. Em 2008, como governador de São Paulo, tentou privatizar a estatal de energia CESP, rifando o patrimônio público paulista.
O Leilão fracassou porque as hidrelétricas são concessões federais que voltariam à união em 2015. Quem comprasse a CESP poderia ficar sem as usinas ou ter que recomprar a concessão em 2015.
Como confiar o patrimônio público da Petrobrás, do Pré-Sal, de Furnas, dos Correios, do Banco do Brasil, da CEF, à ele?
E ele não mudou na ânsia de vender partrimônio público. Em 2008, como governador de São Paulo, tentou privatizar a estatal de energia CESP, rifando o patrimônio público paulista.
O Leilão fracassou porque as hidrelétricas são concessões federais que voltariam à união em 2015. Quem comprasse a CESP poderia ficar sem as usinas ou ter que recomprar a concessão em 2015.
Como confiar o patrimônio público da Petrobrás, do Pré-Sal, de Furnas, dos Correios, do Banco do Brasil, da CEF, à ele?
Assinar:
Postagens (Atom)