sexta-feira, 27 de agosto de 2010

A revolução

Sob os enunciados "O milagre agrícola do Brasil" e "Como alimentar o mundo", a "Economist" destaca em editorial -e na capa- que "há uma alternativa" ao agropessimismo, como chama a ideia recorrente de que "a humanidade só será capaz de se alimentar se destruir o meio ambiente". A alternativa é o Brasil, visto há 40 anos como majoritariamente "impróprio para agricultura" e que "se tornou o primeiro gigante agrícola tropical e o primeiro a desafiar o domínio dos cinco grandes exportadores (EUA, Canadá, Austrália, Argentina e a União Europeia)". Destaca três aspectos: a "revolução" aconteceu no Cerrado, não na Amazônia; o clima tropical permite reproduzi-la em países pobres; e ela foi obtida sem a proteção que marca EUA e Europa. Na reportagem que originou o editorial, enviada da fazenda Cremaq, no Piauí, a revista ressalta que o "Brasil revolucionou suas fazendas", detalha como atua a Embrapa e pergunta: "Poderá fazer o mesmo por outros?". Mais precisamente, pela África

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