Presa em 1970, Dilma Rousseff foi torturada durante 22 dias. O processo resultante dessa via crucis é público. O que a 'Folha de São Paulo' cobiça com avidez eleitoral, há dois meses, é a autorização da Justiça para publicar esse documento na véspera da eleição com aromas de verdade jurídica e jornalística. Qualquer veículo democrático teria como prioridade denunciar as condições de exceção de direitos humanos vividas nessas três semanas. A Folha prefere um carimbo que legitime o fruto do pau-de-arara.
(Carta Maior; leia artigo nesta página;29-10)
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