terça-feira, 5 de outubro de 2010

O efeito Marina, por Ricardo Guedes

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luisnassif, ter, 05/10/2010 - 11:37
Por Ricardo Guedes



Interessante observar que os Institutos de Pesquisa tinham dados equivalentes em 26-28 Set (1ª tabela). As últimas pesquisas divulgadas somente podem ser comparadas longitudinalmente, como evolução seqüencial ao longo da última semana do 1º turno, e não pelos seus resultados, sendo Sensus e Vox antes do debate da TV Globo, e Ibope e Data após do debate da TV Globo (2ª tabela).

Importante também observar que o crescimento de Marina não foi tão grande assim, no total do eleitorado, com 14,45% finais. Em votos válidos, se avoluma para 19,33% (3ª tabela). A questão é o decréscimo de Dilma no total do eleitorado para 35,08%, e a abstenção final de 25,19% no país, com a diluição do voto de Dilma (4ª tabela). O percentual de abstenção, brancos e nulos no Sul foi de 21,13%, e no Nordeste de 29,34%. Esta diferença deve ser ponderada para ver o que teria ocorrido devido à distribuição regional da abstenção, brancos e nulos, em conjunto com as explicações sobre as denúncias e o voto religioso. A ponderação destes fatores poderá indicar a proporção de cada variável no voto final, da abstenção, das denúncias e do voto religioso, para que a análise sobre os Institutos e os resultados não seja feita de forma impressionista e superficial

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