Escritor húngaro Péter Esterházy
Chico Buarque, um dos artistas mais importantes do Brasil, escreveu que o húngaro é "a única língua que o diabo respeita". É verdade?
Completamente. A língua húngara é única, ninguém além de nós nos entende. Até então eu achava que fôssemos anjos, mas o colega Buarque deve saber mais. Alguns diabos foram anjos.
Um tom cômico atravessa todas as histórias. Quanta ironia cabe no amor?
Não muita, acho. Há no livro descrições radicais do corpo feminino, que não são bonitas, porque as mulheres são gordas, têm manchas na pele. Quem fala do corpo fala imediatamente da morte. Mas há ainda a parte alegre, que apenas os sentidos podem dar.
sábado, 2 de outubro de 2010
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