sab, 12/02/2011 - 13:49
Por Diogo Costa
O antigo campo majoritário sempre foi a maior força política interna do PT, desde a sua fundação em 10 de fevereiro de 1980, quando se chamava Articulação 113. A linha política, a tática e a estratégia do PT sempre estiveram em ferrenha disputa interna. Desde a sua fundação, o PT conviveu com dissidências internas, gente que saiu do partido para engrossar as fileiras de outros partidos ou para fundar novos partidos. Os casos mais clássicos são o do pessoal que criou o PSTU, o PCO e o PSOL.
le="margin-top: 0.5em; margin-bottom: 0.9em;">E tem mais... Aqui no Rio Grande do Sul, a direção nacional do PT não manda coisíssima nenhuma! Nunca houve uma intervenção sequer da direção nacional do PT junto ao PT gaúcho. Jamais os petistas sul-riograndenses admitiriam não ter uma candidatura própria ao governo do estado. Jamais! Ou seja, vamos parar com essa lenga-lenga de intervenção da direção nacional. As intervenções são danosas para os diretórios estaduais, não raro levam esses mesmos diretórios a ruína política por um longo e tenebroso tempo. Mas uma coisa é certa. O PT de Minas Gerais e do Rio de Janeiro devem procurar as raízes dos seus fracassos dentro das fronteiras de seus próprios estados, não na direção nacional.
Um diretório com trajetória política consistente, aguerrido e militante, enfim, um diretório estadual que se respeite, não admite intervenção federal, pelo simples motivo de que um diretório estadual que se respeita inibe qualquer tentativa de intervenção política da direção nacional. É o caso do Rio Grande do Sul, onde quem define a linha política do partido para o estado são os sul-riograndenses... E mais ninguém
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