domingo, 18 de julho de 2010

A calúnia golpista da SIP contra Lula

artigo de Breno Altman, publicado no sítio Opera Mundi:

Os jornais de hoje estampam declaração do presidente da Sociedade Interamericana de Imprensa, Alejandro Aguirre, afirmando que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva “não pode ser chamado de democrático”. O ataque se estende aos demais países da região que são administrados por partidos de esquerda. Esses governos, de acordo com o dirigente da SIP, “se beneficiam de eleições livres para destruir as instituições democráticas”.

Certamente é importante, para os leitores, conhecer a história dessa entidade antes de julgar a credibilidade das declarações de seu principal dirigente. Fundada nos Estados Unidos em 1946, a SIP teve papel fundamental durante a Guerra Fria. Empenhou-se com afinco a etiquetar como “antidemocráticos” os governos latino-americanos que não se alinhavam com a Casa Branca. Constituiu-se em peça decisiva da guerra psicológica que antecedeu os levantes militares no continente entre os anos 60 e 80.

Orgulha-se de reunir 1,3 mil publicações das Américas, com 40 milhões de leitores. Entre seus membros mais destacados, por exemplo, está o diário chileno El Mercurio, comprometido até a medula com a derrubada do presidente constitucional Salvador Allende, em 1973, e a ditadura do general Augusto Pinochet

Outros jornais filiados são os argentinos La Nación e El Clarín, apoiadores de primeira hora do golpe sanguinário de 1976, liderado por Jorge Videla. Aliás, suspeita-se que a dona desse último periódico recebeu como recompensa um casal de bebês roubado de seus pais desaparecidos.

A lista é interminável. O vetusto diário da família Mesquita, Estado de S.Paulo, também foi militante estridente das fileiras anticonstitucionais, clamando e aplaudindo, em 1964, complô contra o presidente João Goulart. Mas não foi atitude solitária: outros grupos brasileiros de comunicação, quase todos também inscritos na SIP, seguiram a mesma trilha golpista.

Os feitos dessa organização, entretanto, não são registros de um passado longínquo. Ou é possível esquecer a histeria da imprensa venezuelana, em abril de 2002, no apoio ao golpe contra o presidente Hugo Chávez? Naquela oportunidade, a SIP não deixou por menos: a maioria de seus filiados foi cúmplice da subversão oligárquica em Caracas.

Uma trajetória dessas é para deixar até o mais crédulo com as barbas de molho. Qual a autoridade dos dirigentes dessa agremiação para falar em democracia, com sua biografia banhada na lama e no sangue? O que fazem é se aproveitar dos espaços públicos sobre os quais exercem propriedade privada para conspirar, agredir e manipular.

Ainda mais quando apelam à calúnia. A imensa maioria dos veículos de imprensa no Brasil dedica-se à desabusada oposição contra o presidente Lula e seu partido. Nenhuma publicação dessas foi fechada ou censurada por iniciativa de governo. Circulam livremente, apesar de muitos terem atravessado o Rubicão que separa o jornalismo da propaganda política, violando as mais comezinhas regras de equilíbrio editorial.

As palavras do presidente da Sociedade Interamericana de Imprensa, dessa forma, devem ser compreendidas através do código genético de Aguirre e seus pares. Hoje, como antes, atacam os governos progressistas porque desejam sua desestabilização e derrocada. Insatisfeitos com os resultados e as perspectivas eleitorais de aliados políticos, tratam de vitaminá-los com factóides de seu velho arsenal.

A história do presidente Lula, afinal, é de absoluto respeito à Constituição e à democracia. O mesmo não pode ser dito da SIP, cujas impressões digitais estão gravadas na história dos golpes e ditaduras que infelicitaram a América Latina.

17/07/2010 - 10:08 | Marina Terra | Redação

Presidente da SIP chama Lula de "antidemocrático"


O presidente da SIP (Sociedade Interamericana de Imprensa), Alejandro Aguirre, chamou o governo de Luiz Inácio Lula da Silva de “antidemocrático" e justificou sua fala devido à proximidade de Lula com o governo cubano e os vínculos com líderes eleitos democraticamente, mas que "estão se beneficiando da fé e do poder que o povo neles depositou para destruir as instituições democráticas". As informações são da Folha de S. Paulo e do Estado de S. Paulo.

Esses líderes, para Aguirre, seriam Hugo Chávez, da Venezuela; Cristina Kirchner, da Argentina; Rafael Correa, do Equador; Evo Morales, da Bolívia; Daniel Ortega, da Nicarágua, e Porfírio Lobo, de Honduras. E Lula.

lEIA E INTRPRETE O ESTILO GOLPISTA DA SIP, QUE NA VERDADE REPRESENTA O JÁ CHAMADO - PARTIDO DA IMPRENSA GOLPISTA - PIG - SEMPRE ALIADO AOS INTERESSES EONÔMICOS NORTE-AMERICANOS. ESSE ARSENAL ARGUMENTATIVO DA SIP SE REPETE NO DIA A DIA DA NOSSA GRANDE MÍDIA, COMO A DEMONIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS E DOS GOVERNANTES POPULRES NA AMÉRICA LATINA, CONCRETAMENTE, PARTICIPARAM DO GOLPE DE ESTADO CONTRA CHAVEZ NA VENEZUELA, EM 2000... E DA TENTATIVA DA DERRUBADA DE LULA NAS ELEIÇÕERS DE 2006;
17/07/2010 - 10:08 | Marina Terra | Redação

Presidente da SIP chama Lula de "antidemocrático"


O presidente da SIP (Sociedade Interamericana de Imprensa), Alejandro Aguirre, chamou o governo de Luiz Inácio Lula da Silva de “antidemocrático" e justificou sua fala devido à proximidade de Lula com o governo cubano e os vínculos com líderes eleitos democraticamente, mas que "estão se beneficiando da fé e do poder que o povo neles depositou para destruir as instituições democráticas". As informações são da Folha de S. Paulo e do Estado de S. Paulo.

Esses líderes, para Aguirre, seriam Hugo Chávez, da Venezuela; Cristina Kirchner, da Argentina; Rafael Correa, do Equador; Evo Morales, da Bolívia; Daniel Ortega, da Nicarágua, e Porfírio Lobo, de Honduras. E Lula.



“A tentativa de aprovar leis no Congresso que limitam a liberdade de imprensa e o uso da publicidade oficial” foram citados por Aguirre como sinais de fraqueza da democracia no Brasil, assim como na Argentina e no Equador.

"Esses governos não podem continuar a se chamar de democráticos. O voto é componente sumamente importante na democracia, assim como a atuação dos governantes. Não podem seguir falando em nome de líderes democráticos do mundo porque não atuam dessa forma", disse ontem (16/7), durante apresentação de relatório trimestral em Washington, onde a SIP condenou a "campanha sistemática" movida por setores próximos ao governo Kirchner para desmoralizar o jornal Clarín e seus profissionais.

"Eu vi governantes com uma grande delicadeza com o presidente Castro, o que representa um grande apoio moral a esse governo, que violou os direitos humanos por meio século", completou Aguirre, ao ser questionado especificamente sobre sua avaliação de Lula, segundo o Estado de S. Paulo.

A SIP é uma organização composta por 1.300 jornais que define sua missão como "defender a liberdade de expressão e de imprensa em todas as Américas". A Folha e o Estado são integrantes da entidade.

VEJA COMO A POPULAÇÃO RESISTRIU AO GFOLPE MIDIÁTICO-MILITAR



VEJA NOS PRÓXIMOS VÍDEOS COMO FOI A CONSPIRAÇÃO MIDIÁTICO-MILITAR, TÃO RIDÍCULO, QUE´É DE CHORAR DE RIR. A TV CONFESSA COMO FEZ, A ELITE REUNIU-SE E EMPOSSOU UM NOVO PRESIDENTE, SÓ NÃO ESPERAVAM QUE O POVO DESMONTARIA EM SEGUIDA A FARSA, TRÁGICAMENTE RIDÍCULA.
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11 abril GOLPE ESTADO contra CHÁVEZ promovido RCTV BUSH CIA
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Dilema




Lula havia sido convidado a participar em novembro da assembleia geral da SIP (Sociedade Interamericana de Imprensa), no México. Depois que o presidente da entidade, Alejandro Aguirre, declarou que o governo do petista "não pode ser chamado de democrático", o Planalto não sabe como responder ao convite

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