O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, um dos quadros de elite do PT, partiu para cima do candidato do PSDB a presidente, José Serra. “A atitude do Serra é muito leviana. Da mesma forma que ele disse que foi a campanha da Dilma eu poderia dizer que quem tem de explicar é ele. Afinal, que provas ele tem de que foi a campanha da Dilma. Ao dizer o que disse, foi leviano”, declarou ao blog Paulo Bernardo.
O ministro petista se refere a uma cobrança feita ontem por Serra a respeito de vazamento de dados da Receita Federal sobre pessoas ligadas ao PSDB (aqui, para assinantes da Folha e do UOL). Em Natal (RN), o tucano disse: “É um crime contra a democracia, e a Dilma Rousseff deve uma explicação ao país, porque isso foi feito pela campanha dela (...) Isso foi feito por causa de campanha eleitoral, jogo sujo de campanha”.
Para Paulo Bernardo, “a Receita Federal não é do PT” e a administração Lula não teria aparelhado o órgão. “Veja se você acha alguém nomeado por critério político na Receita Federal. Não acha. O ideal e imperativo agora é que a Receita apure e diga o que aconteceu, respeitando todos os trâmites legais. E é o que será feito. Nós não podemos partidarizar isso”.
Além de classificar Serra de leviano, Paulo Bernardo também mencionou que “fatos no governo anterior, do PSDB, com Fernando Henrique Cardoso, nunca foram esclarecidos. Teve o caso da lista de deputados favorecidos pelo Banco do Brasil. Teve até assessor de dentro do Palácio do Planalto acusado de fazer grampos telefônicos”. E completou: "Eu até entendo o momento difícil pelo qual passa o Serra e campanha dele, mas essas acusações contra a Dilma são levianas.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
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