quarta-feira, 25 de agosto de 2010
O que Serra dirá do indiciamento pela CPI da Corrupção do DF de Arruda, Roriz e mais 20 por desvio de dinheiro público ?
Cogitado para ser vice de Serra, José Roberto Arruda “encabeçava uma organização criminosa voltada à captação de dinheiro bancado por empresas contratadas pelo governo do Distrito Federal”
SERRA DISSE : VOTE NUM CARECA E GANHE DOIS -
DOIS O QUÊ, CARA-PÁLIDA?
ESSES E OUTROS SÃO SEMPRE OS MESMOS QUE COPIAM O MAIOR GOLPISTA DA POLÍTICA BRASILEIRA, CARLOS LACERDA, UDENISTA, QUE PROVOCOU O SUICÍDIO DE VARGAS E O GOLPE DE 64...
A CPI da Corrupção do DF aprovou nesta quarta-feira relatório final que pede os indiciamentos de 22 pessoas, incluindo o ex-governador José Roberto Arruda (sem partido) e o candidato ao governo Joaquim Roriz (PSC), pelo esquema de cobrança de propina e compra de deputados conhecido como mensalão do DEM.
No total, a CPI aponta a prática de 17 crimes, como corrupção ativa e passiva, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.
"Nos governos de Joaquim Roriz e Arruda as regras foram invertidas e dispensava-se a licitação para facilitar a atuação dos grupos criminosos", diz o relatório do deputado Paulo Tadeu (PT).
"Embora Arruda seja o símbolo, Roriz foi muito mais pródigo nos contratos sem licitação. A podridão do governo Arruda saiu das entranhas do governo Roriz", afirma o relatório.
Numa votação rápida, o texto foi aprovado por unanimidade pelos quatro deputados distritais que participaram da sessão na Câmara Legislativa do DF. Três eram aliados do ex-governador José Roberto Arruda (sem partido), apontado pelo relatório como "gestor de esquema nefasto de corrupção".
Entre os que votaram a favor dos indiciamentos, está o deputado distrital Raimundo Ribeiro (PSDB), que apoia Roriz.
A CPI estava parada há dois meses e o relatório final será encaminhado para Polícia Federal, Ministério Público e Superior Tribunal de Justiça. O relatório pede ainda que se aprofundem as investigações contra as 22 pessoas indiciadas e 36 empresas.
O relatório diz que o esquema começou no governo de Joaquim Roriz (PSC), antecessor de Arruda e agora candidato a governador. Foram dez anos de desvio, iniciando-se em 1999 e durando até a operação Caixa de Pandora --segundo o documento.
De acordo com o documento, o "orçamento da Caixa de Pandora", ou seja, quanto o governo gastou em contratos suspeitos, soma R$ 4,2 bilhões desde o governo Roriz.
A CPI sugere ainda o desdobramento das investigações em outras três frentes, sobre o pagamento de propinas em contratos de limpeza urbana, programas de isenção fiscal e na aprovação do Plano Diretor que impulsionou o mercado imobiliário brasiliense.
Os seis deputados distritais investigados pela Polícia Federal foram poupados pela CPI. "Não foram encontrados indícios de que qualquer deputado desta Casa recebeu propina", disse Paulo Tadeu.
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